Uma mulher de muita fibra, que lutou pela democracia brasileira nos anos de chumbo, a Presidenta da República, Dilma Roussef, está de aniversário.
Ela, a primeira mulher presidenta brasileira e a primeira também mulher reeleita para mais um mandato presidencial de 4 anos, está de aniversário, nossos votos
de um feliz aniversário senhora Presidenta, que sua garra e determinação seja a luta continuada
que sempre teve pelo bem do Brasil.
O País, passa por problemas pós eleição presidencial, onde a
oposição ainda não se apercebeu que a mesma perdeu, e que quem perde no mínimo tem que
ser responsável numa democracia mas infelizmente, não ocorre isso com a oposição ao governo Dilma.
O Brasil precisa ser forte para vencer os obstáculos políticos e
os econômicos e com certeza Dilma, terá esse papel de levar o País ao rumo do desenvolvimento.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
domingo, 14 de dezembro de 2014
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
VÃO TOMAR NAQUELE LUGAR!!
EI, GOLPISTAS, VÃO TOMAR...!

LULA MIRANDA
Como é possível ensinar as lições mais primárias, se não damos o exemplo; se não estabelecemos, para nós mesmos, os parâmetros e regras basilares de civilidade e humanidade; da ética?
Diante da insurreição inesperada de bestiais criaturas que se alevantaram das sombras, recorro à chamada "técnica do espelho", para assim mostrar a esses pobres subcidadãos a sua própria face dantesca. Faço-o, de bom grado e com boa intenção. Faço-o com o intuito, provavelmente vão. Não o de devolver-lhes o devido troco, com a mesma moeda podre corrente à qual já estão habituados em suas promíscuas relações de troca, mas, talvez, com a pretensão de lhes ensinar uma singela lição.
Utilizo-me aqui, nessa tribuna, com perdão e licença dos meus leitores habituais, aparentemente da mesma linguagem chula e grosseira proferidas por parte desprezível da nossa elite conservadora/rastaquera contra a presidente da República, no afã de que estes últimos se deem conta de quão rudes, inconsequentes e infames são em suas livres, impensadas e "espontâneas" manifestações.
Decerto – não me faço de purista ou puritano – trata-se de linguagem comum/usual nos estádios de futebol, nas torcidas organizadas, e nas querelas entre malandros e moleques boca-suja, nos já longínquos becos e baldios terrenos da nossa infância. Mas que hoje é também utilizada e entoada, repetidas vezes, em protestos e passeatas na Paulista, na cidade de São Paulo [sempre SP...], por "multidões" que chegam a reunir de um a cinco milheiros de "indignados" seletivos, seletos, boquirrotos. Como a população do País está em torno de 203 milhões de habitantes, com cerca de 142 milhões de eleitores aptos a votar, um, dois, cinco ou dez milheiros, convenhamos, não é lá muito representativo ou significativo desse universo. Mas...
Se eles desrespeitaram a instituição da Presidência, ou violentam o Estado Democrático de Direito, quando clamam por uma intervenção militar no País, eu, por outro lado, apesar do receio justificado de faltar com o respeito aos meus leitores, acho-me também no direito de utilizar dos mesmos impropérios e/ou linguagem infamante. Mas espero algum dia também ser perdoado, pois entendo ser por "uma boa causa": a de educar os "bárbaros", os intolerantes, os golpistas e demais "criaturas bestiais" por aí à solta em sua fúria insana.
Sim, porque é preciso que nos eduquemos todos; que aprendamos a controlar e calar os nossos instintos mais primevos; que aprendamos a respeitar as instituições, para além das lições de Educação Moral e Cívica [a famigerada EMC] que nos foram impostas por uma ditadura, amoral como são todas as ditaduras – e que aprendamos a respeitar não somente a Presidência da República, mas todas as instituições. Todas elas. É preciso dar o exemplo. Respeitar as leis; respeitar ao outro em sua dignidade e individualidade; fortalecer a legalidade e a legitimidade.
Eduquemo-nos todos! E não só as chamadas elites, mal educadas, que não medem a consequência dos seus atos. Todos nós.
Se não respeitamos a legalidade e ao outro, em sua humanidade autoridade, dignidade e singularidade, e não nos damos ao respeito, como esperar, por exemplo, que um jovem respeite os seus pais em casa ou os professores nas salas de aula?
Como esperar que um jovem, seja preto e carente morador da periferia ou quase branco ou quase preto, ou mesmo um filhinho de papai morador dos bairros mais "elegantes" e privilegiados das grandes cidades, tenha a exata noção de limites e parâmetros do que é certo e errado; do que é legal e ilegal; do que pode e do que não pode; do que é digno e do que é indigno?
Diante de tanto mau exemplo, como cobrar do outro a virtude?
Diante de tanta, tamanha e disseminada corrupção e desrespeito para com a coisa pública, e para com os homens públicos e as autoridades (confundindo e misturando, propositadamente, os bons e os maus), pois, sabemos, alguns desses homens públicos e autoridades de fato também não se dão ao respeito, como esperar que um jovem saiba e que tenha assimilado como um princípio fundamental, que a motocicleta "da hora", o carrão do bacana ou o sapato de marca custam dinheiro e que dinheiro custa ganhar; que as coisas são conquistadas mediante muito trabalho, esforço e mérito próprio?
Insisto: como é possível ensinar as lições mais primárias, se não damos o exemplo; se não estabelecemos, para nós mesmos, os parâmetros e regras basilares de civilidade e humanidade; da ética?
Que moral nós temos?
É preciso que nos unamos em torno de uma nova moral: universal, humanista, solidária; voltada para o bem comum e o respeito ao próximo.
Por isso esse meu brado aqui, antes que vire moda, antes que esse lema seja estampado em camisetas utilizadas em passeatas (ou em suas trincheiras no dia a dia) pelo pessoal dos sindicatos, dos movimentos sociais; pelos estudantes, pelos jovens das mais diversas tribos e demais "heróis da resistência".
Por isso, esse meu brado retumbante:
- Ei, golpistas, vão tomar vergonha na cara!
Mais respeito à presidente da República, às mulheres em geral, à democracia e à Constituição!
Pensem nisso enquanto eu vos digo até manhã.
OS RASTROS DE UM GOLPE À DEMOCRACIA
Em 2011, após enfrentar uma onda de greves e protestos contrários às medidas de austeridade impostas pela União Europeia, o governo da Grécia resolveu convocar uma consulta popular, através da qual a população decidiria pela adesão – ou não – ao plano de resgate acertado com o Banco Central Europeu (BCE), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Comissão Europeia.
Após o anúncio, pelo governo de Georgos Papandreou, da proposta de consulta, o mercado financeiro rugiu, os presidentes de França e Alemanha ameaçaram, a mídia europeia condenou veementemente e a Grécia voltou atrás, anulando o referendo e retirando de seus cidadãos o direito à definição de seus destinos. Encurralado e sem apoio parlamentar, Papandreou renunciou ao cargo.
Já em 2012, Fernando Lugo, presidente democraticamente eleito pela população do Paraguai, foi deposto num processo que teve início numa quinta-feira e foi concluído – em tempo recorde – na sexta-feira da mesma semana. Um caso digno de registro no Guinness. Os demais países que compõem a Unasul condenaram o golpe, em comunicado oficial, na fatídica tarde de 22 de junho de 2012. Em vão.
Uma combinação de perda de apoio no Congresso, ativismo político do Judiciário, disposição golpista de partidos de oposição e cerco midiático gerou o ambiente para a destituição de Lugo e o resto, como sabemos, é história.
Assim, tanto na Grécia, quanto no Paraguai, foi possível – através de uma sofisticada articulação política entre mídia, sistema financeiro, governos e partidos conservadores – derrotar a soberania de nações independentes e impor a agenda de uma minoria. São casos recentes, em ambos houve alguma indignação, mas a humanidade logo seguiu seu rumo e a vida voltou ao normal.
Esse é um novo tipo de golpe sobre a democracia. A fórmula pode variar, mas a essência é a mesma: governos que adotem medidas contrárias aos interesses do capital financeiro – por mais tímidas que sejam – estão sujeitos a pressões de toda ordem e, em casos extremos, pode lhes custar o mandato.
São golpes dentro da democracia, por isso sequer entram para os livros de história com esse nefasto nome. Mas o são na medida em que os interesses de uma minoria ínfima da sociedade se impõem ao seu conjunto, bloqueando ou mesmo interrompendo a institucionalidade democrática em nome dos mesmos.
Claro que são casos distintos, repletos de singularidades. Porém, é evidente que a agenda do atendimento irrestrito às exigências de austeridade e respeito aos mercados conta com uma rede potente, em diversos países, que envolve mídia, especuladores, partidos políticos, intelectuais domesticados e setores do judiciário.
Creio que seja o caso de nos perguntarmos se a fórmula pode, ou não, se reproduzir no Brasil, evitando exageros e sem nos perdermos em teorias conspiratórias, que mais paralisam do que contribuem para a ação crítica.
A estratégia da direita brasileira – serviçal do capital financeiro e orientada politicamente pelos grandes monopólios de mídia – é promover um verdadeiro cerco ao governo Dilma. O que pretendem é retirar, ao máximo, a legitimidade da vitória eleitoral da atual presidenta, fazer com que o governo se arraste por quatro anos e desmoralizar o PT e demais partidos do campo popular.
Desde o final do segundo turno, a grande mídia e os partidos identificados com a agenda neoliberal tem deixado claro que só apoiarão medidas que correspondam à pauta dos bancos. De resto, será oposição sistemática, com direito à convocação de ato com inclinação golpista pelo próprio candidato derrotado, Aécio Neves.
Não me parece que a direita brasileira tenha – pelo menos até aqui – força social e política suficiente para derrubar Dilma. Mas fica cada vez mais evidente que essa saída faz, sim, parte da agenda de setores da oposição. E o PSDB flerta, abertamente, com o golpismo, ainda que esteja, aparentemente, dividido.
O atual momento político é complexo demais para soluções simplistas. Não me parece haver qualquer tipo de fórmula mágica no horizonte. Mas o PT e demais partidos de esquerda devem levar em consideração a dinâmica sinuosa do golpismo contemporâneo a fim de evitar o pior. A política no Brasil nunca foi terreno fértil para amadores.
(*) Secretário Geral do Governo do Rio Grande do Sul e Coordenador do Gabinete Digital. / VINICIUS WU
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
Após o anúncio, pelo governo de Georgos Papandreou, da proposta de consulta, o mercado financeiro rugiu, os presidentes de França e Alemanha ameaçaram, a mídia europeia condenou veementemente e a Grécia voltou atrás, anulando o referendo e retirando de seus cidadãos o direito à definição de seus destinos. Encurralado e sem apoio parlamentar, Papandreou renunciou ao cargo.
Já em 2012, Fernando Lugo, presidente democraticamente eleito pela população do Paraguai, foi deposto num processo que teve início numa quinta-feira e foi concluído – em tempo recorde – na sexta-feira da mesma semana. Um caso digno de registro no Guinness. Os demais países que compõem a Unasul condenaram o golpe, em comunicado oficial, na fatídica tarde de 22 de junho de 2012. Em vão.
Uma combinação de perda de apoio no Congresso, ativismo político do Judiciário, disposição golpista de partidos de oposição e cerco midiático gerou o ambiente para a destituição de Lugo e o resto, como sabemos, é história.
Assim, tanto na Grécia, quanto no Paraguai, foi possível – através de uma sofisticada articulação política entre mídia, sistema financeiro, governos e partidos conservadores – derrotar a soberania de nações independentes e impor a agenda de uma minoria. São casos recentes, em ambos houve alguma indignação, mas a humanidade logo seguiu seu rumo e a vida voltou ao normal.
Esse é um novo tipo de golpe sobre a democracia. A fórmula pode variar, mas a essência é a mesma: governos que adotem medidas contrárias aos interesses do capital financeiro – por mais tímidas que sejam – estão sujeitos a pressões de toda ordem e, em casos extremos, pode lhes custar o mandato.
São golpes dentro da democracia, por isso sequer entram para os livros de história com esse nefasto nome. Mas o são na medida em que os interesses de uma minoria ínfima da sociedade se impõem ao seu conjunto, bloqueando ou mesmo interrompendo a institucionalidade democrática em nome dos mesmos.
Claro que são casos distintos, repletos de singularidades. Porém, é evidente que a agenda do atendimento irrestrito às exigências de austeridade e respeito aos mercados conta com uma rede potente, em diversos países, que envolve mídia, especuladores, partidos políticos, intelectuais domesticados e setores do judiciário.
Creio que seja o caso de nos perguntarmos se a fórmula pode, ou não, se reproduzir no Brasil, evitando exageros e sem nos perdermos em teorias conspiratórias, que mais paralisam do que contribuem para a ação crítica.
A estratégia da direita brasileira – serviçal do capital financeiro e orientada politicamente pelos grandes monopólios de mídia – é promover um verdadeiro cerco ao governo Dilma. O que pretendem é retirar, ao máximo, a legitimidade da vitória eleitoral da atual presidenta, fazer com que o governo se arraste por quatro anos e desmoralizar o PT e demais partidos do campo popular.
Desde o final do segundo turno, a grande mídia e os partidos identificados com a agenda neoliberal tem deixado claro que só apoiarão medidas que correspondam à pauta dos bancos. De resto, será oposição sistemática, com direito à convocação de ato com inclinação golpista pelo próprio candidato derrotado, Aécio Neves.
Não me parece que a direita brasileira tenha – pelo menos até aqui – força social e política suficiente para derrubar Dilma. Mas fica cada vez mais evidente que essa saída faz, sim, parte da agenda de setores da oposição. E o PSDB flerta, abertamente, com o golpismo, ainda que esteja, aparentemente, dividido.
O atual momento político é complexo demais para soluções simplistas. Não me parece haver qualquer tipo de fórmula mágica no horizonte. Mas o PT e demais partidos de esquerda devem levar em consideração a dinâmica sinuosa do golpismo contemporâneo a fim de evitar o pior. A política no Brasil nunca foi terreno fértil para amadores.
(*) Secretário Geral do Governo do Rio Grande do Sul e Coordenador do Gabinete Digital. / VINICIUS WU
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
A PRESSÃO DA MÍDIA SOBRE JANOT
Nesse espaço democrático tento colocar visões gerais e múltiplas sobre temas diversos que possam interessar aos que aqui vêem me visitar para ler o que
coloco. Tenho escrito muito sobre a mídia, em geral, a nossa imprensa , a mídia como um todo pois
queiramos ou não ela se não é podemos de antemão chegar a uma conclusão singela, ela atua
em vários segmentos do poder e da sociedade como um quarto poder influenciando a política.
Não bastasse o ataque muitas vezes leviano e irresponsável
a mídia revira os seus olhos ao alvo novo, da hora, o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot
atacando o mesmo lhe impondo condutas não recomendável no cargo.
A imprensa, a mídia como queiram, está mais feroz, ataca ali
e aqui, aonde ela possa influenciar para obter seus objetivos e que objetivos são esses?
Quando um Procurador da República, coloca uma nota aos
seus pares que o mesmo está sofrendo uma pressão injusta da mídia, o que nós pobres mortais ainda
podemos pensar?
Acredito eu que o terreno que estamos caminhando nesse momento da vida política brasileira é muito arenoso e perigoso e nossa mídia comprometida está sim
concorrendo para que a temperatura política suba a muitos graus. Com qual objetivo?
Janot, preocupado com esse quadro, encaminhou um documento
falando dessas explícitas pressões, eis:
Publicado em 09/12/2014
Janot: PiG me ataca por
coloco. Tenho escrito muito sobre a mídia, em geral, a nossa imprensa , a mídia como um todo pois
queiramos ou não ela se não é podemos de antemão chegar a uma conclusão singela, ela atua
em vários segmentos do poder e da sociedade como um quarto poder influenciando a política.
Não bastasse o ataque muitas vezes leviano e irresponsável
a mídia revira os seus olhos ao alvo novo, da hora, o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot
atacando o mesmo lhe impondo condutas não recomendável no cargo.
A imprensa, a mídia como queiram, está mais feroz, ataca ali
e aqui, aonde ela possa influenciar para obter seus objetivos e que objetivos são esses?
Quando um Procurador da República, coloca uma nota aos
seus pares que o mesmo está sofrendo uma pressão injusta da mídia, o que nós pobres mortais ainda
podemos pensar?
Acredito eu que o terreno que estamos caminhando nesse momento da vida política brasileira é muito arenoso e perigoso e nossa mídia comprometida está sim
concorrendo para que a temperatura política suba a muitos graus. Com qual objetivo?
Janot, preocupado com esse quadro, encaminhou um documento
falando dessas explícitas pressões, eis:
Publicado em 09/12/2014
Janot: PiG me ataca por
“interesses inconfessáveis”
Mensagem foi distribuída à rede de membros do Ministério Público Federal
A partir do Diário do Centro do Mundo:
PROCURADOR DA REPÚBLICA DIZ QUE SOFRE ATAQUES DA MÍDIA “POR INTERESSES INCONFESSÁVEIS”
Do Jornal GGN:
Em mensagem distribuída à rede de membros do Ministério Público Federal no último sábado (6), Rodrigo Janot disse que vem sofrendo ataques injustos “em razão das funções que exerço como Procurador-Geral da República, por parte da imprensa, possivelmente secundada ou instrumentalizada, de forma irresponsável, por interesses inconfessáveis”.
A carta do PGR a seus pares foi enviada após uma série de reportagens veiculada na grande mídia, indicando que Janot vem encampando uma tentativa de, na prática, livrar o governo federal das acusações envolvendo a Operação Lava Jato contra a Petrobras.
A revista Isto É levantou a tese – com base em fontes anônimas do STF e advogados dos empresários – de que Janot quer selar um acórdão no qual os executivos assumem a culpa por formação de cartel e, assim, delegam ao Palácio do Planalto a possibilidade de dizer que foi vítima de um esquema empresarial.
Após as reportagens replicadas até no Jornal Nacional, Janot, por meio de nota à imprensa, reforçou que atua de maneira “técnica, independente e minuciosa”, e rechaçou as “tentativas de desacreditar as investigações” do Ministério Público Federal na Operação Lava Jato. Na carta, ele reafirma que o MPF é uma instituição forte e indica que não vai se curvar diante das pressões externas.
Leia a mensagem de Janot na íntegra:
“Colegas,
O diálogo, a transparência e o espírito público que têm balizado minha gestão recomendam que, uma vez mais, eu venha à nossa rede para falar diretamente a todos vocês, para manifestar a minha indignação contra os ataques injustos que, em razão das funções que exerço como Procurador-Geral da República, venho sofrendo por parte da imprensa, possivelmente secundada ou instrumentalizada, de forma irresponsável, por interesses inconfessáveis.
(…)
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
A FARSA DO IMPEACHMENT
Temos vivido tempos de procurar derrubar a presidente Dilma do Palácio do Planalto muitas articulações, em curso, de várias esferas de todos os segmentos
na tentativa de tirar a presidenta recém eleita para mais 4 anos a partir de 01 de janeiro de 2015.
É sabido e notório que que a mídia, acumunada com setores
mais progressistas do País estão por trás dessas manobras.
Debitar a um partido político no caso o PT , tudo o que de mal ocorre no Brasil é quererem achar que somos debilóides.
Ricardo Melo, colunista da folha de São Paulo coloca os seus
pontos de vista sobre esse tema que se discute no País, eis:
na tentativa de tirar a presidenta recém eleita para mais 4 anos a partir de 01 de janeiro de 2015.
É sabido e notório que que a mídia, acumunada com setores
mais progressistas do País estão por trás dessas manobras.
Debitar a um partido político no caso o PT , tudo o que de mal ocorre no Brasil é quererem achar que somos debilóides.
Ricardo Melo, colunista da folha de São Paulo coloca os seus
pontos de vista sobre esse tema que se discute no País, eis:
"A maioria trabalhadora, honesta, que conta os trocados para sustentar a família, não tem nenhum tipo de conivência com roubalheiras", diz o jornalista Ricardo Melo. "Mas, da mesma forma, não imagina gente como Aécio Neves, José Serra (que declarou em alto e bom som considerar cartel uma coisa normal) ou Fernando Henrique (que conquistou a reeleição na base do dinheiro vivo) no papel de guardiões da honestidade", completa
8 DE DEZEMBRO DE 2014 ÀS 06:27
247 - O jornalista Ricardo Mello, colunista da Folha de S. Paulo, denuncia as manobras para contestar o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, no artigo A farsa do impeachment.
Segundo ele, os esquemas das empreiteiras vêm de muito mais tempo. "O que está exposto à execração pública não é a ação de uma camarilha isolada. É o envolvimento do "crème de la crème" do empresariado local – e internacional – com práticas de achaque ao Estado", diz ele. "Nem o tucano mais inflamado, no íntimo, acredita que o esquema começou com administrações petistas. O inquérito sobre a bandalheira no sistema de transporte de São Paulo fala por si só. A operação Castelo de Areia, interrompida por chicanas jurídicas, também ilustra a promiscuidade entre os senhores do dinheiro e os negócios de Estado – seja quem for o gerente de plantão."
Ele também nega que o brasileiro esteja tolerante com a corrupção, mas afirma que os brasileiros não aceitam mais hipocrisia. "Alguém poderia achar que o resultado indica que o brasileiro se acostumou com o "rouba mas faz". Nada disso. A maioria trabalhadora, honesta, que conta os trocados para sustentar a família, não tem nenhum tipo de conivência com roubalheiras", afirma Mello. "Mas, da mesma forma, não imagina gente como Aécio Neves, José Serra (que declarou em alto e bom som considerar cartel uma coisa normal) ou Fernando Henrique (que conquistou a reeleição na base do dinheiro vivo) no papel de guardiões da honestidade."
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
domingo, 7 de dezembro de 2014
STF - OS PROCESSOS NAS GAVETAS ATÉ QUANDO ?
Do blog do PHA, Conversa Afiada, coloco esses assuntos para reflexão:
Em tempo: por falar no papel central do Supremo na punição a corruptos – gordos e magros … – cabe lembrar que o Dr Moro podia convocar o Ministro Gilmar – o tucano de toga, segundo Dias – para explicar por quedispensou a Petrobrax do FHC de fazer licitação.
Em tempo2:
Vale recordar o que esse Conversa Afiada já disse sobre reportagem anterior (também excelente !) de Serapião:
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/11/22/stf-barroso-e-fux-podem-desmoralizar-lava-jato/
Fabio Serapião escreveu para a Carta Capital dessa semana uma notável reportagem: “Juízo final ?”.
O título contém esse ceticismo que só o Supremo pode desfazer.
Por que o Supremo, de novo ?
Serapião revela que dorme na gaveta do sereno Ministro Luís Roberto Barroso um Recurso Especial para retomar a Operação Castelo de Areia.
A Castelo de Areia, como se sabe, é a que desnuda a ligação orgânica, estrutural de empreiteiras – Camargo Correia, de novo – com os tucanos de São Paulo.
Da mesma forma, adormece na gaveta do Ministro Fux a RE 680967 que legitima a Satiagraha – a Operação que desnuda as sinistras ligações dos protagonistas da Privataria Tucana com a fundaçao da BrOi – a tal da patranha.
(BrOi foi a operação no BNDES que deu a Brasil Telecom à Oi Com o dinheiro do FAT, o BNDES conferiu um “bônus de saída” (quá, quá, quá !) de US$ 1 bilhão a “brilhante banqueiro”, na qualificação de seu patrono, Fernando Henrique Cardoso. Foi FHC quem “deu” a Brasil Telecom ao “brilhante” naquela famosa operação conhecida como “se der m”…)
O Juiz Moro, que militou na desmontagem – inútil – do Banestado, sabe de quem se trata …)
A Castelo de Areia foi interrompida no Superior Tribunal de Justiça, porque uma denúncia – depois confirmada por investigação da PF – foi uma “anônima”.
O STJ, então, considerou que se tratava de uma “maçã podre” que contaminou toda a árvore (regada pelos empreiteiros, para fazer a torta de maçã do breakfast tucanos de São Paulo …)
“Denúncia anônima” serve para prender pedófilo mas, não, para prender tucano de São Paulo.
Viva o Brasil !
Paulo Henrique Amorim
Na reportagem “A Operação das Operações”, o repórter Fabio Serapião da Carta Capital volta a lançar luz sobre a mixórdia seletiva em que a Vara do Moro (cuja mulher trabalha para tucanos ), os delegados aecistas e o PiG transformaram a Operação Lava Jato.
A Operação das Operações é a Castelo de Areia, que pega os tucanos gordos com a boca no cofre.
É bom lembrar que a Castelo é obra, também, do inesquecivel Juiz Fausto De Sanctis, que o imaculado banqueiro conseguiu – leia “Operação Banqueiro”, de Rubens Valente – ajudar a remover para a Vara dos velhinhos…
(E por muito menos do que a Vara do Moro faz com os “suspeitos”.)
Serapião mostra que a Castelo adormece desde abril na gaveta do Ministro Luís Roberto Barroso, do STF.
Realizada em 2009, a Castelo desarticulou o esquema de desvios em obras e pagamentos de propina a agentes públicos capitaneado pela Camargo Corrêa.
Em 2010, uma liminar no STJ do Ministro César Asfor Rocha atendeu a demanda do advogado Márcio Thomaz Bastos, que, como se sabe, foi um dos apanhados na Operação, com remessa ilegal para o exterior…
(Bastos, como se sabe, nomeou vários ministros do Supremo, na era trabalhista. Sem comentários …)
A Castelo de Areia descreve as atividades do doleiro da OAS, Kurt Pickel.
E deve muito ao trabalho provisoriamente frustrado da corajosa Procurador Karen Khan.
Ela e De Sanctis, com a investigação primorosa do delegado federal Otavio Rosso, chegaram ao coração do tucanato paulista: Robson Marinho, chefe da Casa Civil de Covas e herói do trensalão; e Paulo Vieira de Souza, que Cerra chama de Paulo Afro-descendente, “acusado de desviar dinheiro arrecadado para a campanha do tucano José Serra, em 2010”, mostra Serapião.
Na Castelo também se conhece a generosidade de Paulo Vieira de Souza, que emprestou R$ 300 mil ao Senador e candidato a vice-presidente Aloysio Nunes.
Tucano gordo é o que ali não falta.
Como também não falta tucano gordo na Satiagraha, que preguiçosamente repousa na gaveta do implacável Ministro Fux, sob a forma de Recurso Extraordinário 680967.
A Operação das Operações é a Castelo de Areia, que pega os tucanos gordos com a boca no cofre.
É bom lembrar que a Castelo é obra, também, do inesquecivel Juiz Fausto De Sanctis, que o imaculado banqueiro conseguiu – leia “Operação Banqueiro”, de Rubens Valente – ajudar a remover para a Vara dos velhinhos…
(E por muito menos do que a Vara do Moro faz com os “suspeitos”.)
Serapião mostra que a Castelo adormece desde abril na gaveta do Ministro Luís Roberto Barroso, do STF.
Realizada em 2009, a Castelo desarticulou o esquema de desvios em obras e pagamentos de propina a agentes públicos capitaneado pela Camargo Corrêa.
Em 2010, uma liminar no STJ do Ministro César Asfor Rocha atendeu a demanda do advogado Márcio Thomaz Bastos, que, como se sabe, foi um dos apanhados na Operação, com remessa ilegal para o exterior…
(Bastos, como se sabe, nomeou vários ministros do Supremo, na era trabalhista. Sem comentários …)
A Castelo de Areia descreve as atividades do doleiro da OAS, Kurt Pickel.
E deve muito ao trabalho provisoriamente frustrado da corajosa Procurador Karen Khan.
Ela e De Sanctis, com a investigação primorosa do delegado federal Otavio Rosso, chegaram ao coração do tucanato paulista: Robson Marinho, chefe da Casa Civil de Covas e herói do trensalão; e Paulo Vieira de Souza, que Cerra chama de Paulo Afro-descendente, “acusado de desviar dinheiro arrecadado para a campanha do tucano José Serra, em 2010”, mostra Serapião.
Na Castelo também se conhece a generosidade de Paulo Vieira de Souza, que emprestou R$ 300 mil ao Senador e candidato a vice-presidente Aloysio Nunes.
Tucano gordo é o que ali não falta.
Como também não falta tucano gordo na Satiagraha, que preguiçosamente repousa na gaveta do implacável Ministro Fux, sob a forma de Recurso Extraordinário 680967.
Como se vê, amigo navegante, Serapião prova que cabe ao Supremo legitimar a Lava Jato ou desmoraliza-la irremediavelmente.
Como conclui o Serapião:
Como conclui o Serapião:
“Ao sair do limbo, as provas (em mãos do Ministro Barroso) comprovariam que a novidade não é a existência de um cartel de empreiteiras a atuar em todos os níveis de poder, mas o compromisso do Judiciário em punir os envolvidos em desvios de dinheiro publico.”
Em tempo: por falar no papel central do Supremo na punição a corruptos – gordos e magros … – cabe lembrar que o Dr Moro podia convocar o Ministro Gilmar – o tucano de toga, segundo Dias – para explicar por quedispensou a Petrobrax do FHC de fazer licitação.
Em tempo2:
Vale recordar o que esse Conversa Afiada já disse sobre reportagem anterior (também excelente !) de Serapião:
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/11/22/stf-barroso-e-fux-podem-desmoralizar-lava-jato/
Fabio Serapião escreveu para a Carta Capital dessa semana uma notável reportagem: “Juízo final ?”.
O título contém esse ceticismo que só o Supremo pode desfazer.
Por que o Supremo, de novo ?
Serapião revela que dorme na gaveta do sereno Ministro Luís Roberto Barroso um Recurso Especial para retomar a Operação Castelo de Areia.
A Castelo de Areia, como se sabe, é a que desnuda a ligação orgânica, estrutural de empreiteiras – Camargo Correia, de novo – com os tucanos de São Paulo.
Da mesma forma, adormece na gaveta do Ministro Fux a RE 680967 que legitima a Satiagraha – a Operação que desnuda as sinistras ligações dos protagonistas da Privataria Tucana com a fundaçao da BrOi – a tal da patranha.
(BrOi foi a operação no BNDES que deu a Brasil Telecom à Oi Com o dinheiro do FAT, o BNDES conferiu um “bônus de saída” (quá, quá, quá !) de US$ 1 bilhão a “brilhante banqueiro”, na qualificação de seu patrono, Fernando Henrique Cardoso. Foi FHC quem “deu” a Brasil Telecom ao “brilhante” naquela famosa operação conhecida como “se der m”…)
O Juiz Moro, que militou na desmontagem – inútil – do Banestado, sabe de quem se trata …)
A Castelo de Areia foi interrompida no Superior Tribunal de Justiça, porque uma denúncia – depois confirmada por investigação da PF – foi uma “anônima”.
O STJ, então, considerou que se tratava de uma “maçã podre” que contaminou toda a árvore (regada pelos empreiteiros, para fazer a torta de maçã do breakfast tucanos de São Paulo …)
“Denúncia anônima” serve para prender pedófilo mas, não, para prender tucano de São Paulo.
Viva o Brasil !
Paulo Henrique Amorim
Quando queremos um Brasil melhor mais justo temos que saber e indagar se as elites que também estão encasteladas nos três poderes da República o querem também.
É um jogo quase ou sempre de cartas marcadas que enoja o cidadão menos escolarizado e que esse
cidadão se enoja de tanta falcatrua e diga-se de passagem falcatruas de poderosos que tomam conta
do poder e se associam a roubar a coisa pública.
É necessário entretanto e isso é muito difícil esperar que nossa mídia tão zelosa para alguns assuntos, tão zelosa em proteger seus interesses que ela, a mídia, seja honesta e não esconda de todo cidadão as verdades latentes que estão aí, explícitas também nas redes sociais, ainda bem que
bem ou mau, mais o bem, temos as redes sociais.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
KISS - UM NOVO TAPA NA CARA
Até hoje, faltando bem pouco para a tragédia da boate Kiss, fazer seu aniversário de 2 anos, a justiça ainda não foi feita, ou se fará a tal justiça.
Fazendo uma reflexão rápida tem coisas que não conseguimos
entender, não conseguimos chegar a uma conclusão definitiva, o caso Kiss, amplamente noticiado, o
mundo da mídia aportou em Santa Maria, naquele 13 de janeiro de 2013, inclusive a presidente senhora
presidenta do Brasil, Dilma Rousseff que no dia estava num encontro aqui na América do Sul veio se
solidarizar com familiares que perderam seus 242 filhos.
O que vemos até o momento, é uma lentidão agoniante pois
essa tramitação do processo na justiça caminha a passos de tartaruga. o que deveria ser algo bem mais
urgente, bem mais prioritário é simplesmente decepcionante.
Para culminar nessa semana mais um tapa na cara na dor, na
saudade eterna de familiares de seus entes queridos que tragicamente foram sim assassinados no fogo
e na fumaça da boate Kiss a justiça aqui em Santa Maria determinou que a descontaminação dos mais
diversos pertences encontrados essa semana nos escombros dentro da boate seriam custeados por
pais,familiares que deverão arcar com as despesas e demais procedimentos para poderem ficar com
tais objetos.
Aonde estamos? Pagar? Por que? Que motivo? Isso é justiça? Essa
é a justiça ? Isso é correto?
Me parece diante da determinação do juiz que tem em suas
mãos a responsabilidade desse processo que a culpa, é dos jovens, que lá deixaram seus pertences, uns sapatos, carteiras, correntes, celular, outros objetos, e que os pais deverão pagar por esse trabalho
de limpeza e descontaminação dos objetos. Simplesmente lamentável decisão.Não dá para entender.
Me parece lógico pensar que ninguém tem a responsabilidade legal
de ao menos entregar "descontaminado" tais objetos dando um tapa na cara novamente aos que hoje
choram a dor da perda dos seus filhos.Pois, os jovens, apenas foram para uma festa se divertir, curtir.
Senhora Justiça, vamos rever essa determinação não é justo e
nem humano essa decisão. O que se quer é justiça e que a mesma seja o mais rápida possível. não uma
punição aos que hoje ficaram com a dor e a saudade.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
Fazendo uma reflexão rápida tem coisas que não conseguimos
entender, não conseguimos chegar a uma conclusão definitiva, o caso Kiss, amplamente noticiado, o
mundo da mídia aportou em Santa Maria, naquele 13 de janeiro de 2013, inclusive a presidente senhora
presidenta do Brasil, Dilma Rousseff que no dia estava num encontro aqui na América do Sul veio se
solidarizar com familiares que perderam seus 242 filhos.
O que vemos até o momento, é uma lentidão agoniante pois
essa tramitação do processo na justiça caminha a passos de tartaruga. o que deveria ser algo bem mais
urgente, bem mais prioritário é simplesmente decepcionante.
Para culminar nessa semana mais um tapa na cara na dor, na
saudade eterna de familiares de seus entes queridos que tragicamente foram sim assassinados no fogo
e na fumaça da boate Kiss a justiça aqui em Santa Maria determinou que a descontaminação dos mais
diversos pertences encontrados essa semana nos escombros dentro da boate seriam custeados por
pais,familiares que deverão arcar com as despesas e demais procedimentos para poderem ficar com
tais objetos.
Aonde estamos? Pagar? Por que? Que motivo? Isso é justiça? Essa
é a justiça ? Isso é correto?
Me parece diante da determinação do juiz que tem em suas
mãos a responsabilidade desse processo que a culpa, é dos jovens, que lá deixaram seus pertences, uns sapatos, carteiras, correntes, celular, outros objetos, e que os pais deverão pagar por esse trabalho
de limpeza e descontaminação dos objetos. Simplesmente lamentável decisão.Não dá para entender.
Me parece lógico pensar que ninguém tem a responsabilidade legal
de ao menos entregar "descontaminado" tais objetos dando um tapa na cara novamente aos que hoje
choram a dor da perda dos seus filhos.Pois, os jovens, apenas foram para uma festa se divertir, curtir.
Senhora Justiça, vamos rever essa determinação não é justo e
nem humano essa decisão. O que se quer é justiça e que a mesma seja o mais rápida possível. não uma
punição aos que hoje ficaram com a dor e a saudade.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
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