segunda-feira, 6 de outubro de 2014

UM BRASIL DIVIDIDO VAI PRO SEGUNDO TURNO

                                                                                         Finda a  primeira etapa da eleição, onde  o  povo
foi as urnas  para  votar  em seus  novos, senadores, deputados federais,deputados estaduais,  governadores
e  presidente  da República.
                                                                                         Ainda tem corrida para governadores no  novo
turno  daqui  a 3  semanas  e  para  Presidente.
                                                                                        Dos  respingos  dessa  eleição  ocorrida no dia de
ontem, domingo, ficou  sem sombras  de dúvidas, muita interrogação   quanto  aos erros  dos institutos  de
pesquisa  eleitoral,  notadamente  o  Ibope  que errou  feio  no Rio Grande  do  Sul e na Bahia  e  a perda
de  Marina  que foi  atropelada por  Aécio Neves.
                                                                                      Agora  é  uma nova  eleição  onde tudo   pode  acontecer, vitória de um  ou  de outra, onde o  eleitor  terá  agora  um cuidado  mais  forte  na escolha do
seu  preferido candidato.
                                                                                     Diante  disso, vamos  para um segundo  turno para
a cadeira  presidencial,  de  um  Brasil  dividido  se levarmos  em  conta  que  membros do  Psdb,  partido  de Aécio neves, Fernando Henrique  Cardoso,  disse  que  os eleitores  de Dilma, são os  pobres  e  que
tem  bolsa  família, e os menos  escolarizados.
                                                                                    No mínimo FHC,  foi  desrespeitoso  com  os cidadãos  pobres, desse País,  evidenciando aqui  e deixando  pra  nós pensarmos  que será  uma  eleição
de rico  contra pobre, lamentável  a palavra  do ex- presidente.
                                                                                    Um  colunista  social, sugere  em  plataforma social
até    a   divisão do Brasil,  que  seria, os pobres  com  Dilma,  do  Norte  e Nordeste  e o  restante com o
Psdb, uma demagogia barata, insana,  descabida,  pois o  que queremos  é um Brasil  que   seja governado
para  todos os  brasileiros  mas me  parece  que  não  é  esse o  legado do partido de FHC.
                                                                                    Eis  a  sugestão  do  jornalista:

sábado, 4 de outubro de 2014

DEMOCRACIA - VAMOS TODOS VOTAR

                                                                           A democracia  nos dá a oportunidade  de elegermos quem
nós desejamos, embora  nossa  democracia  seja  jovem, 30  anos, ela é madura, com  erros  e acertos  e
precisamos  acertar  mais, nós  brasileiros  de todos  os rincões, temos essa  condição  de  ir na urna  e dar
o  nosso  voto,  estaremos ali,  eu,  você, na frente  da urna  eletrônica  para  decidirmos, nosso  futuro  para
os  próximos  4  anos, então  é  democracia -  vamos todos votar.

Lula nas ruas:
Dilma vencerá, apesar do PiG

“Dilma e PT foram vítimas de um processo que vem desde 2005. Quando o PT erra, a imprensa tem que informar. Mas acho que tem que ser igual a todos os partidos”
"O Alckmin é uma figura exótica. Nada é da responsabilidade dele"



Nas vésperas das eleições no primeiro turno, o Presidente Lula afirmou que a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, vencerá a disputa contra Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB). Para ele, apesar da “agressividade” da imprensa contra o seu partido, a petista está preparada para o embate. “A agressividade da imprensa (contra a Dilma) foi maior do que comigo, mas ela vai vencer as eleições”, enalteceu neste sábado (4) em São Bernardo do Campo (SP).

“Dilma tem um legado extraordinário para mostrar em qualquer debate”, continuou Lula, que não quis opinar sobre qual adversário é melhor enfrentar em um hipotético segundo turno. “Estou tranquilo, acho que a nossa campanha foi civilizada. Se vai ter segundo turno, vai depender do povo brasileiro, amanhã. A gente tem que respeitar todos os candidatos. Eles têm comportamento ideológico diferente, mas respeitamos. A Dilma está preparada para enfrentar qualquer candidato”, completou.

Ainda sobre o papel da imprensa nas eleições, ele criticou: “Eu não sei se vocês publicam. Porque quando vocês chegarem ,seu editor vai dar uma olhada e mudará coisas”, disse aos jornalistas.

“Se você pegar o manchetômetro, vai ver que a quantidade de notícias negativas para a Dilma é total. As páginas dos jornais e revistas têm o viés ideológico do dono, não a verdade. Dilma e PT foram vítimas de um processo que vem desde 2005. Quando o PT erra, a imprensa tem que informar. Mas acho que tem que ser igual a todos os partidos”, comentou o Presidente.

Ao lado de Alexandre Padilha, candidato ao governo do Estado, Lula disse que  São Paulo tem um jeito peculiar de lidar coma política. “São Paulo é um estado sui generis. O (Geraldo) Alckmin (PSDB) é uma figura exótica. Nada é da responsabilidade dele. Tudo que aparece de bom ele aparece dando pitaco, tudo que acontece de ruim ele joga a culpa nos outros”, falou.

“Não é possível que o cidadão vá anunciar a retirada da água, foi exumar, e parece que foi inaugurar.  Eles governam esse estado há 30 anos e a última obra na Cantareira foi em 1982. Aqui, governador e Assembleia Legislativa não são tão importantes”, prosseguiu em referência à imprensa.

Depois de defender a reforma política, Lula ainda cobrou que Aécio e Marina apareçam mais, pois “cada um fala sozinho”. “Eu acho que a eleição vai ser muito madura. Se tiver segundo turno, vai ser mais extraordinário, porque é democrático”, finalizou. 


Abaixo, outras frases de Lula


Quero pedir mais uma vez que vocês votem com consciência democrática

Eu digo sempre que a melhor forma de melhorarmos a política é se envolvendo. Negar a política é errado

Quem vai ser eleito agora, em 2014 para o Congresso Nacional, é a cara do eleitor

Quem vota, tem que lembrar do voto que deu e cobrar

O Padilha é um companheiro maravilhoso

Depois das eleições, vamos começar uma campanha pela Reforma Política

Estou convencido que sem a Reforma Política não avançaremos

Temos que retomar o crescimento do Brasil. Os investimentos em educação vão continuar

Nós vamos trabalhar muito até amanhã. O Padilha é jovem e não pode sair da rua até amanhã

Esses dias eu vi uma insanidade: Que o desmatamento na Amazônia é que está deixando São Paulo sem água


Alisson Matos, editor do Conversa Afiada
Pensem  nisso,  enquanto  eu vos digo  até amanhã.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A BATALHA CONTRA A FOME

                                                                               Há   muito  que o  Brasil  luta  para  erradicar  a chaga
da fome, ver  seus  filhos  chorando  por um  pedaço  de pão,  um  prato  qualquer  de  comida.
                                                                               Mas  graças  as políticas públicas   para atacar  esse
problema,  o Brasil  está  conseguindo tirar  esse câncer  alimentar  e  dar  ao  seu povo mais miserável  uma
dignidade  de  ser humano,  em  setembro  agora passado,  o  Brasil obteve  louros de  seus  esforços  no
combate  a esse  problema social.
                                                                              Eis, o  artigo  que trago,  para mostrar   o  que foi feito
nesse campo  de atuação  do  governo:

Tereza Campello: 98% dos brasileiros comem três refeições por dia

publicado em 17 de setembro de 2014 às 13:26
Tereza Campello
Foto: Rose Brasil/MDS
por Conceição Lemes
Nessa terça-feira 16,  ao divulgar em Roma,  o seu relatório global,  a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) trouxe uma ótima notícia para o Brasil. Saímos do Mapa Mundial da Fome. Um fato histórico.
De 2002 a 2013, 15,6 milhões de brasileiros deixaram a condição de subalimentados, uma redução de 82%.
Não é à toa que o Brasil é destaque no relatório da FAO de 2014 (na íntegra, em inglês abaixo). O relatório mostra que o Brasil continua sendo um dos países com maior progresso no combate à fome e cita a criação do programa Fome Zero, em 2003, como uma das razões para o progresso do País nessa área.
“É o reconhecimento de uma decisão política muito firme de combate à fome, problema que durou séculos no Brasil”, diz ao Viomundo a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. “A fome deixou de ser um problema estrutural no país.”
“É o resultado de um conjunto de políticas públicas que cuidaram do aumento da renda das famílias mais pobres, como a valorização do salário mínimo e o Bolsa Família”,  avalia a ministra. “Também é resultado do aumento da disponibilidade de alimentos no país, com investimentos crescentes na agricultura familiar.”
A própria FAO reconhece isso. Em seu relatório, ela salienta os fatores que contribuíram para o sucesso:
Aumento da oferta de alimentos. Em 10 anos, a disponibilidade de calorias para a população cresceu 10%.
Aumento da renda dos mais pobres com o crescimento real de 71,5% do salário mínimo e geração de 21 milhões de empregos.
Programa Bolsa Família, que atende 14 milhões de famílias.
Merenda escolar, que alimenta 43 milhões de estudantes de escolas públicas todos os dias. É mais do que toda a população da Argentina.
Governança, transparência e participação da sociedade, com a recriação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).
“Atualmente, a fome é um fenômeno isolado, existe ainda em pequenos grupos específicos. Chegamos a um percentual de 1,7% de subalimentados no Brasil. Isso significa que 98,3% da população brasileira tem acesso a alimentos e tem segurança alimentar”, ressalta a ministra.
Segurança alimentar é a garantia de a pessoa ter acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais.
Em bom português: a garantia que todo cidadão se alimente três vezes por dia, ao menos.
“Não ficaremos plenamente satisfeitos enquanto um único brasileiro passar fome, por mais que o percentual de subalimentados tenha caído”, frisa a ministra.
Ela completa: “Nos últimos três anos, 1,35 milhão de famílias extremamente pobres, invisíveis à ação do Estado, foi localizada pelas equipes do Busca Ativa, incluídas no Cadastro Único e já se beneficiam do Bolsa Família. É um esforço que deve continuar, com o apoio dos governos estaduais e das prefeituras.
Pensem  nisso,  enquanto  eu  vos digo  até amanhã.


DILMA PODE GANHAR A ELEIÇÃO

                                                                 

Porque Dilma Roussef pode ganhar a eleição presidencial do Brasil

Esse artigo foi escrito por Mark Weisbrot e publicado em theguardian.com, na quinta-feira, dia 2 de outubro de 2014 às 12.13. A tradução é minha.
O país tem problemas largamente relatados, mas os progressos na renda e nas condições de muitos trabalhadores significam que muitos brasileiros foram bem na última década.
Quando a desafiante Marina Silva passou à frente da presidenta em exercício Dilma Roussef nas pesquisas, há algumas semanas, houve muita excitação na imprensa de negócios norte-americana e nos mercados financeiros brasileiros.
O Partido dos Trabalhadores (PT) de Dilma Roussef está no poder há 12 anos e muitos ricos e poderosos estavam prontos para uma mudança. A sorte parecia favorecê-los: a economia brasileira, tendo desacelerado consideravelmente nos últimos anos, oficialmente entrou em recessão neste ano – fato que indicaria o fim para muitos presidentes em exercício. Antes disso, houve protestos de rua contra o aumento do transporte público e os gastos do governo com a Copa do Mundo, evento que terminou em desastre com a derrota humilhante de 7 a 1 da seleção nacional nas mãos da Alemanha.
No entanto Roussef ressurgiu de cada golpe e, agora, parece destinada a chegar à frente, tanto no primeiro quanto no segundo turno da eleição. Como isso aconteceu? Se ela for reeleita, pode ser porque a maioria dos brasileiros está olhando para a história de 12 anos de seu partido e, para quem tem idade ou estudo para saber, comparando esse período com o passado. Para a vasta maioria, as mudanças foram impressionantes.
Mesmo com a desaceleração dos últimos anos, e a recessão mundial de 2009, o PIB brasileiro per capita cresceu uma média de 2,5% ao ano entre 2003 e 2014. Isso é mais de três vezes a taxa de crescimento dos dois mandatos antecedentes do presidente Fernando Henrique Cardoso, que implantou políticas do “Consenso de Washington” e permanece na posição de estadista preferido na capital norte-americana. Antes de Cardoso houve uma década e meia de fracassos econômicos ainda piores, em que, na verdade, a renda per capita caiu.
Essa volta ao crescimento, agregado ao uso pelo governo de receitas maiores para impulsionar os gastos sociais, reduziu a pobreza em 55% e a extrema pobreza em 65%. Para aqueles em situação de extrema pobreza, o programa, reconhecido internacionalmente, de transferência condicional de renda do governo – Bolsa Família – supriu 60% de sua renda em 2011, saindo de 10% em 2003. Um crescimento robusto no salário mínimo – 84% desde 2003, depois de ajustado à inflação- também ajudou bastante.
O desemprego caiu para o ponto mais baixo da história em 4,9%; estava em 12,3% quando Lula assumiu em 2003. A qualidade dos empregos também subiu: o percentual de trabalhadores presos ao setor informal da economia contraiu de 22% para 13%. A distribuição de renda do Brasil continua uma das mais desiguais do mundo, mas houve significativo progresso nessa área também. De 2003 a 2012, os 40% da população de renda mais baixa quase dobrou sua participação no renda do país

Porém, não é somente o bem-estar dos pobres que melhorou: com uma renda familiar média de apenas 800 libras (N do T: em reais a média a renda média mensal domiciliar no Brasil correspondeu a R$ 2.983 mensais em 2013), a grande maioria dos brasileiros foi beneficiada por salários crescentes, contração do desemprego e pensões significativamente maiores do que ocorreu na década anterior.
Do ponto de vista das elites, esses ganhos que os trabalhadores comuns tiveram não constituem uma notícia muito boa. Uma lei, que requer que empregados domésticos – existem muitos no Brasil graças à esmagadora desigualdade – sejam tratados como empregados formais, com máximo de horas de trabalho, salário mínimo e seguridade social, foi outra amolação para aqueles que “tem”.
A narrativa contrária, de que o país sob o PT está no caminho da ruína, tem preenchido a mídia brasileira, cuja maioria é contra o governo, e também a imprensa internacional. Nessa visão, a economia desacelerou porque o governo não é suficientemente amigável aos negócios. A inflação, atualmente no topo da meta, é muito alta, impulsionada pelo mercado de trabalho que é visto como muito apertado e o governo, argumentam, precisa cortar gastos. Outro tema dos opositores na última eleição, que foi ressuscitado recentemente, é que o Brasil deveria ser mais amigo dos Estados Unidos e de sua política externa altamente impopular na região.
A realidade em torno da política econômica no Brasil é que o governo, desde o final de 2010, tem ouvido muito a “alta finança”, aumentando juros e cortando gastos quando a economia estava muito fraca. Espera-se que esses erros não sejam repetidos
Se Dilma vencer, será porque a maioria dos brasileiros recebeu muito daquilo queria ao elegê-la em 2010. Eles querem mais, e devem mesmo querer – mas é improvável que optem por uma volta ao passado.
Penso  que  sempre  devemos  refletir  sobre  diversos  temas,  pois  nenhum  assunto   é
acabado  e finalizado,  que não  possamos melhorar,  repensar  o  seu  final.
E  assim  é na  política,  ou  melhor  quando   analisamos,  governos para  fazermos  nossas 
avaliações, sobre  como  se comporta,  como  se comportou.
Estamos  no  domingo  decidindo  no Brasil  um tipo  de governo,  que  vai    estar  no  poder
um que  o p ovo  já  conhece  o seu  modo, e o que ele  representa  em si, para  o  trabalhador
e   o outro  que não  se sabe   o  que ele  trará.
Por  isso  a responsabilidade  do  voto,  pois  o  voto  é  uma arma  que podemos usar  bem  ou  mal.
Pense  nisso  enquanto  eu  vos digo  até amanhã.


VOCÊ QUE ESTÁ INDECISO VOTE !!

                                                                                        Horas  nervosas  nos  separam  do  pleito  de mais   uma eleição  presidencial, que  nos indicará,  no  primeiro  turno ou  no  segundo,  o  novo  presidente
do  Brasil, e também, senadores, deputados  estaduais,federais e  governadores.
                                                                                      O  Brasil  de  sul a norte,  de leste  a oeste  vive as
últimas horas  até  o  fechamento e abrir   dar  urnas  para sabermos  os  destinos de milhões de  votos.
                                                                                      Mas  nessa  eleição  tem  uma  gama  de  votos de
eleitores   indecisos  que podem  decidir  essa  eleição  e  é muito importante esses  votos,  não  deixe  de
votar,  de  ser protagonista  desse  momento  sim  cívico  que estamos vivendo.
                                                                                     Vote consciente e  segurança esse é o  melhor
voto, pois  devemos  estar conscientes  no  voto  daqueles  que  vão nos representar.
                                                                                     Pensem  nisso  enquanto  eu  vos  digo até amanhã.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

OS SUCESSOS DO PASSADO SEMPRE ATUAIS

                                                                                      Recordar, músicas,  hits, é sempre  bom, pois na maioria  das  vezes,  são  belas  lembranças  de tempos  bons  que  já  foram, e podem sim ser relembrados
é o  que farei  agora,  umas músicas que ficaram  acredito  no   imaginário  de todos  nós:
                                                                                           
                                                                                                         Curte,  as músicas,  enquanto  eu vos
digo até amanhã..

OS QUE QUEREM O CAOS, VOCÊ QUER ?

                                                                            Faltam  4 dias  para  a eleição  aqui  no Brasil,  e  me
parece  que   a mídia    continua fazendo  uma força  danada  para  que  a  presidenta Dilma  Rousseff não
consiga  se eleger.
                                                                           Acredito  que  tempos atrás, até  nossa mídia  tinha um
certo fator de  fazer a cabeça  do eleitor, principalmente o eleitor  menos  politizado  mas  os tempos são
outros,  as pessoas  estão mais  informadas,  não  é só na  tv  que  se procura  informação, nas  redes
sociais, em jornais, porque  as pessoas  hoje  tem  mais acesso  a notícia  porque o   seu  poder de compra
melhorou. Hoje,  o pobre,  já tem  condições  de colocar uma antena de tv  a cabo, e ter mais opções de
se informar e  melhorar  o  seu  lazer.
                                                                          Mas  nossa mídia,  com  certeza   esquece  esse importante
detalhe, as   pessoas  sim  estão mais  informadas e  estão mais  conscientes.
                                                                          Ribamar  Fonseca, escreve hoje no   jornal  247, o  tema
Os profetas do  caos,  penso   que é uma boa leitura  para  você que me acompanha  nesse  blog, eis:

NÃO TENHAMOS MEDO DE AMAR

"É preciso te falar das minhas noites De angústias e dor Só o tempo é quem vai dizer Quem vai perder no jogo do amor Eu não quero mais ...