quarta-feira, 27 de maio de 2020

OS PODERES, E O POVO

O  BRASIL  está politizado  de norte  a sul,  leste  a oeste, todo o  seu tecido  social,  a sociedade   está numa  explosão  política, não há  clima  de civilidade  entre  a  política, as instituições , e  o  povo.
A  briga  pelo  poder,  pelo  espaço político  é muito  forte, não  há  harmonia na  sociedade,  e para  agravar nossa política,essa  contenda diária, chega  a pandemia  da COVID-19   no  fim  e  fevereiro, e  hoje  passamos dos   25   mil brasileiros  mortos, e  milhares  infectados.
OS  homens da política, discutem,  brigam,  violência  verbal, palavrões é  a tônica  e,  não  a  discussão  de  projetos, de  idéias, é  esse  clima  beligerante  que  estamos  vivendo, junto  a essa  pandemia.
Os  homens que   a população  deu  os  votos  estão  espalhados por  esse  PAÍS,  no  tambor da política brasileira, BRASÍLIA,    ferve, como um  caldeirão  da bruxa  malvada.
Tudo  isso  seria  maravilhoso  se  a nossa  política, discutisse  os  nossos   problemas  com  seriedade, pensando  no  bem do BRASIL,   dos  cidadãos  brasileiros.
Mas  quem  está  no CONGRESSO  NACIONAL  ?   Que homens  estão nos  representando  nesses mandatos   que  por ora  ocupam ?
A maioria são  homens  brancos,poucas mulheres,   empresários, médicos, engenheiros,e outros, todos bem  situados, representando  interesses  de  multinacionais,  grandes empresas brasileiras, internacionais.
Uma   minoria,  são de outra pipa como dizemos, são mais  parecidos com  a cara  do  povo brasileiro,  uns tantos  outros,  raposas  velhas  da política,  outros  filhos de  outras  raposas,  hienas, que  estão    no CONGRESSO  NACIONAL, "brigando  por interesses  do  povo,  e do PAÍS".
Lógico  que isso não acontece, os interesses  desses senadores,  deputados federais, nas  assembléias estaduais,  vereadores em  nossas  câmaras municipais,  um número  expressivo de homens,  mulheres, que  em  princípio estão  nessas  casas   para  legislarem, em  prol  da comunidade  brasileira, seja em que  esfera atuem.
De outro  lado   não  podemos deixar  de  falarmos  no outro  poder,  o  JUDICIÁRIO,  que  em  muitos  casos deixou  de  ser  apenas  os  homens que  cuidam,  da lei,  da  Constituição  Brasileira,  fazem seus julgamentos, eles atuam como  celebridades, exaltando seus egos,  muitas  vezes, quando começaram a  ser  transmitidos os  julgamentos  ao vivo,  via  tv.
Nesse  poder, a política entrou, e  se misturou juiz-política,  os  conflitos  existem, existirão  nessa  ciranda.
O  poder EXECUTIVO,   é  o poder  que  deve  cumprir,  as leis, e implantar  seus  programas  de governo e  respeitar  sobretudo a CONSTITUIÇÃO.
Mas  nesses  tempos  atuais, os poderes brigam  entre  si. não  são  harmônicos e não  se  respeitam..
Temos uma imprensa  corporativista e  familiar, que flutua no  vácuo desses  poderes procurando seus  objetivos  e  não  sendo  isenta, em   muitos  episódios deixando  de fazer a sua principal  função  social   que é  de  informar, com  imparcialidade.
No  BRASIL   a  imprensa,  a mídia,  tem lado,  o  lado  do  seu  interesse  principalmente  comercial.
Não  é  à toa  que  há  um  bom  tempo os  veículos de comunicação, todos, perderam  muito  a  credibilidade  da informação.
Nessa  ciranda de  interesses   fica o   povo, remando  contra  o  rochedo, sendo  massacrado, perdendo seus  direitos adquiridos, perdendo  empregos, e o  principal,  o  respeito dos  que governam, legislam, e julgam.
O  principal objetivo  da politica,  eu digo  hoje, "POLITICAGEM"  é   o  poder,  a briga  pelo  poder.
E  o povo ?  Bem, o  povo não  existe,  é um figurante  nesse  teatro mau  cheiroso  e  fétido da nossa  política  brasileira.

Pensem nisso   enquanto  eu vos  digo até  amanhã.



BOLSONARO, INTERFERIU OU NÃO NA POLICIA FEDERAL ?

"O caso Jair Messias Bolsonaro, que surge a partir de comportamento de Sergio Moro ao exonerar-se do cargo de Ministro da Justiça, e ante as razões que a tanto sublinhou, está em se saber se Jair Messias Bolsonaro interferiu ilegalmente no âmbito da Polícia Federal, ou não", constata Cláudio Fonteles

Bolsonaro fala com jornalistas ao chegar ao Palácio da Alvorada
Bolsonaro fala com jornalistas ao chegar ao Palácio da Alvorada (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

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Bolsonaro fala com jornalistas ao chegar ao Palácio da Alvorada
Bolsonaro fala com jornalistas ao cheg
ar ao Palácio da Alvorada (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

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"É assim, com o estudo de caso real, que tantas vezes com minhas e meus alunos analisávamos as questões jurídicas.
O caso Jair Messias Bolsonaro, que surge a partir de comportamento de Sergio Moro ao exonerar-se do cargo de Ministro da Justiça, e ante as razões que a tanto sublinhou, está em se saber se Jair Messias Bolsonaro interferiu ilegalmente no âmbito da Polícia Federal, ou não.
Na investigação em curso – e ao que tudo indica prestes está a findar-se – tem-se que:
1º- Jair Messias Bolsonaro, em mensagem encaminhada a Sergio Moro, via celular, diz: “Moro: você tem 27 superintendências, eu quero apenas uma, a do Rio de Janeiro”.
2º- Em nova mensagem, mandada a 23 de abril, passado, e ante publicação no site “O Antagonista” estampando que a Polícia Federal estava no encalço de deputados bolsonaristas, disse Jair Messias Bolsonaro a Sergio Moro: “Mais um motivo para troca”.
3º- O delegado federal Maurício Valeixo, então Diretor-Geral da Polícia Federal, em seu depoimento afirmou que Jair Messias Bolsonaro desde agosto de 2019 desejava trocar a chefia da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Disse mais: que nunca pediu, formalmente, exoneração do cargo que exercia, fazendo-o Jair Messias Bolsonaro por ato próprio.
4º- Os generais Augusto Heleno, Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, e Luiz Eduardo Ramos, Chefe da Secretaria de Governo, testemunharam que Jair Messias Bolsonaro, na reunião ministerial do passado dia 22 de março, mencionou expressamente a Polícia Federal, além de outros órgãos de inteligência, em tom crítico.
5º- O delegado federal Carlos Henrique de Oliveira, depondo por uma segunda vez, disse ter se encontrado com Jair Messias Bolsonaro, no ano passado, provavelmente em outubro ou novembro, no Palácio do Planalto, em reunião intermediada pelo delegado federal Alexandre Ramagem.
No vídeo da reunião ministerial do dia 22 de março, Jair Messias Bolsonaro diz, textual e agressivamente:
“Eu não vou esperar f. a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meus porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence a estrutura nossa. Vai trocar! Se não puder trocar, troca o chefe dele! Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro! E ponto final! Não estamos aqui prá brincadeira”. (transcrição como reproduzida pelo jornal Correio Braziliense de 23.05 – pg. 04).
Esses fatos já são bastantes a que se tenha por bem caracterizada “a fumaça do bom direito” – fumus boni iuris – que é o que se exige ao ajuizamento de toda e qualquer acusação pública – denúncia – ante o Poder Judiciário.
Com efeito, inquestionável as invectivas que culminaram, por parte de Jair Messias Bolsonaro, na consolidação de ato de sua lavra, que sacramentou a demissão de Maurício Valeixo da Direção-Geral da Polícia Federal.
Qual é a argumentação de Jair Messias Bolsonaro para pugnar pelo arquivamento da investigação e o consequente não oferecimento da denúncia?
Simplesmente, asseverar que na reunião do dia 22 de março não mencionara a Polícia Federal e que tratava, usando unicamente a palavra “segurança”, de sua segurança e de seus familiares.
Ora, os depoimentos, inclusive de seus Ministros militares, que lhe são mais chegados, desmentem objetivamente essa sua afirmação.
Aliás, na edição do dia 14 de maio, na página 03, o jornal Correio Braziliense estampa frase lacônica de Jair Messias Bolsonaro a dizer: “Ramos se equivocou”.
Referia-se, sem qualquer base, eis que apresenta mera e solta frase, ao depoimento do general Luiz Eduardo Ramos como antes aqui se realçou.
Também, e por óbvio, sua ira não se voltava ao general Augusto Heleno – inclusive há passagem no vídeo em que justifica a crítica à ABIN por carência de pessoal – dada a notória amizade e ligação estreita entre ambos.
A sobrar, na área da segurança, o Ministro Sergio Moro a quem, inclusive, dirige ostensivo olhar quando fala de: “Trocar o ministro”.
Assim apresentado o caso, juridicamente impossível assuma o Procurador-Geral da República diretriz de arquivamento.
Insisto: os dados fáticos, incontroversos, são exuberantes à caracterização do fumus boni iuris a validar a acusação pública ante o Supremo Tribunal Federal.
Inequívoca a presença do crime de prevaricação, assim tipificado no artigo 319 do Código Penal brasileiro:
Artigo 319: “Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”. (grifei).
Portanto, Jair Messias Bolsonaro ao demitir Maurício Valeixo do cargo de Diretor-Geral da Polícia Federal fê-lo em ato ilegal, porque despido de qualquer motivação válida, antes para atender sentimento pessoal: escudar familiares e amigos, como está, cristalino, na transcrição de sua fala na reunião ministerial.
E o ato é ilegal porque, na dicção constitucional, a Polícia Federal não é Polícia do Poder Executivo, mas, e exclusivamente, polícia judiciária, assim constituindo-se em órgão do Estado. Eis a redação do artigo 144 - §1º - inciso IV, da Constituição Federal:
Artigo 144: “A segurança pública, dever do Estado...
              §1º A polícia federal, instituída por lei como órgão permanente, estruturada em carreira, destina-se
              IV- exercer, com exclusividade, a função de polícia judiciária, da União”. (grifei).
Não cabe – como tenho ouvido aqui e acolá – tipificar-se criminalmente a conduta de Jair Messias Bolsonaro como advocacia administrativa.
O crime de advocacia administrativa, posto no artigo 321 do Código Penal brasileiro, define-se no:
“Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário público”.
Ora, o Presidente da República exerce “a direção superior da administração federal” nos termos do inciso II, do artigo 84, da Constituição Federal.
Portanto, o Presidente da República não necessita patrocinar interesse privado de ninguém ante a administração pública. Ele preside a administração pública federal.
E mais: aqui cogita-se da edição de ato administrativo concreto: a demissão ilegal do Diretor-Geral da Polícia Federal.
A incidência é, portanto, plena do crime de prevaricação, e não de advocacia administrativa.
Que o Procurador-Geral da República, presente o princípio reitor da atividade do Ministério Público, que é o princípio constitucional da independência funcional - §1º do artigo 122, da Constituição Federal – cumpra com o seu dever funcional e, no caso Jair Messias Bolsonaro, acuse-o ante o Supremo Tribunal Federal pelo crime de prevaricação."
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Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.

OUR TIME AND THE TIME WE HAVE


We are often impatient with our realities because we all have our personal projects in us.

We think, we dream about something, but often, reality stops in front of us and we have to reconsider ourselves, within ourselves, to reevaluate those moments.

I mean, we are not the owner of time, we cannot do everything we want, because time is not to blame for what we think, want, wish, dream.

In this measure we have our desires, dreams and frustrations, we cannot do everything.

Time has its way, in reality it is there to live this time intensely.

Time is the time we have because we are not the owner of time.

We are dissatisfied, often with ourselves, because each of us has and lives, and has his own inspirations, desires.

We can ask ourselves:

- what do we want with this time?

I want life, I want to be able to live and put what I think, desire, and obviously I have dreams to fulfill in the time I live.

I know, we all want this and we are going after it, because life is in the present that the "greater being gave us"

It is a fact and it is absolutely obvious to say that we must never lose our ability to dream, have our dreams, and do everything to go in search of them.

We know that the dream is part of our lives.

Who does not dream, does not live, does not follow, stop! Die in the essence of life!

Think about it while I tell you until tomorrow

A MÍDIA CORPORATIVA FARÁ AUTOCRÍTICA ?

Impedida de trabalhar pelo fascismo bolsonarista, mídia corporativa deve um pedido de desculpas ao País

O colunista Gustavo Conde comenta a decisão da mídia corporativa de retirar sua cobertura do Alvorada: "a mídia corporativa finalmente percebeu o timing e disparou sua habitual hipocrisia salvadora, a la Rochefoucault: irá fazer jornalismo a contragosto"
Folha Globo
Folha Globo (Foto: Reprodução)
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"O cerco vai se fechando ao governo mais catastrófico da história do país. Não há mais base social, não há mais disposição para apresentar projetos, não há mais a intimidação judicial de Moro para chantagear parlamentares, não há mais partido do governo, não há mais política de boa vizinhança com poderes, não há mais como disfarçar o fracasso do antipetismo edificado em um ex-capitão boçal, miliciano e, agora, miseravelmente decadente. 
A mídia corporativa finalmente percebeu o timing e disparou sua habitual hipocrisia salvadora, a la Rochefoucault: irá fazer jornalismo a contragosto para impedir a destruição total do país (um país destruído não permite fraudes e manipulações). 
O gesto sintomático da grande imprensa é retirar seus jornalistas da cobertura do Palácio da Alvorada, residência putrefata de um presidente carcomido pelo ódio, pelo medo e pelo desespero. 
Apoiadores de Bolsonaro - os parcos e parvos imbecis suicidas - hostilizam jornalistas todo o santo dia. Para evitar uma tragédia, os veículos ordenaram um basta: não mais irão cobrir o chiqueirinho do Alvorada. 
Por que demorou tanto? 
Porque a mídia corporativa é teimosa. Eles acreditavam que Bolsonaro tomaria jeito. Frustrada em definitivo essa esperança, eles abrem a caixa de ferramentas logísticas e editoriais e partem para mais uma rodada de oportunismo sobre um presidente zumbi que irá cair em breve. 
Alvíssaras. 
Antes uma mídia hipócrita e oportunista que uma mídia genocida. 
O peso simbólico do abandono na cobertura presidencial é gigantesco. Bolsonaro reclama da mídia tradicional todos os dias, mas precisa dela para manter sua legião minguada - sic - de ‘bostas’ de prontidão. 
Na vertigem de um delay colossal dessa mídia acovardada que, de repente, resolveu flertar com a prática jornalística, resta uma pergunta: eles não irão fazer autocrítica?
Nós, do ‘jornalismo alternativo’ estamos avisando há tanto tempo da presepada que é cobrir a saída da besta do Alvorada e eles nem agradecem? 
Fica uma cifra de solidariedade malandra aos nossos pares de cativeiro. 
Mais um pouco, eles abraçam a tese do impeachment e do risco de mais um golpe - aliás, daqui a pouco, eles dirão que ‘foi golpe’ (aquele, de 2016). 
Esse dia vai chegar e eu vou querer ver. "
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Pensem  nisso enquanto eu  vos digo  até amanhã.

NOSSO TEMPO É O TEMPO QUE TEMOS

Muitas  vezes somos impacientes com as nossas realidades  pois todos nós temos em nós  nossos  projetos pessoais.
Pensamos, sonhamos com algo, mas muitas vezes, a realidade se para em nossa frente  e temos que nos reconsiderarmos, dentro da gente , reavaliarmos esses momentos.
Digo, não somos o dono dono do tempo, não  podemos fazer tudo o que queremos,  pois o tempo ele não tem culpa daquilo que pensamos, queremos,desejamos, sonhamos.
Nesse compasso temos nossos desejos, sonhos e frustrações  não  podemos tudo.
O tempo tem o seu caminho, na real ele está  ai para vivermos intensamente esse tempo.
O tempo é  o tempo que temos pois, não  somos o dono do tempo.
Nós  somos insatisfeitos, muitas vezes com a gente mesmo, porque cada um de nós  tem e vive, e tem suas próprias  inspirações , desejos.
Podemos perguntar a nós  mesmos  :
- o q queremos com esse tempo?
Eu quero vida, eu quero ter a capacidade de viver e colocar aquilo que penso, desejo ,e obviamente tenho sonhos para realizar no tempo que vivo.
Sei, todos queremos isso e vamos atrás  disso,pois a vida está no presente que o "ser maior nos deu"
É  fato e é  absolutamente óbvio  dizer que nunca devemos perder nossa capacidade de sonhar, termos nossos  sonhos, e fazermos de tudo para irmos  em busca deles .
Sabemos que o sonho faz parte de nossas vidas.
Quem não  sonha, não vive, não segue, pára!  Morre  na sua essência da vida!


Pensem nisso enquanto eu vos digo até  amanhã

terça-feira, 26 de maio de 2020

O ESTADÃO, CARECE DE HONESTIDADE INTELECTUAL, DIZ DILMA ROUSSEFF

Dilma: Estadão insultou a inteligência de seus leitores ao comparar Lula a Bolsonaro

Ex-presidente Dilma Rousseff disse que o editorial do Estadão carece de honestidade intelectual ao fazer determinada comparação. "Nem em seus piores momentos, este ou qualquer jornal foi tão infiel à verdade", diz ela
BRASIL  247
Dilma cobra queda de preços dos combustíveis.
Dilma cobra queda de preços dos combustíveis. (Foto: Brasil247)
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247 -"A ex-presidente Dilma Rousseff criticou o editorial do jornal O Estado de S. Paulo desta terça-feira, 26, que volta à tentativa de equiparar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Jair Bolsonaro. 
Pelo Twitter, Dilma disse que o texto opinativo do Estadão carece de honestidade intelectual ao fazer determinada comparação. "Nem em seus piores momentos, este ou qualquer jornal foi tão infiel à verdade. Lula e Bolsonaro são opostos, inconciliáveis e incompatíveis", disse Dilma pelo Twitter. 
"Lula é um democrata que nunca, no poder ou fora dele, desrespeitou a liberdade e os direitos humanos. Bolsonaro é um inimigo da democracia e dos direitos do povo. Lula sempre buscou a paz. Bolsonaro busca a violência e quer armar milicianos para uma guerra contra as instituições", acrescenta a ex-presidente. 
Dilma diz que o democrata e o fascista não se parecem, são antagônicos. "Ao equipará-los, o Estadão insulta a inteligência dos leitores e comete um ato de pusilanimidade. Em hora tão grave para o país, desrespeita até momentos de sua história em que soube distinguir a barbárie da civilização", afirma a petista.
Com o título “Nascidos um para o outro”, o editorial do Estadão afirma que “tanto o presidente da República como o chefão petista se associam na mais absoluta falta de escrúpulos, em níveis que fariam até Maquiavel corar”.
De acordo com o texto, os dois “enxergam o mundo e seu papel nele da mesmíssima perspectiva. Tudo o que fazem diz respeito exclusivamente a seus projetos de poder, nos quais o Estado e o povo deixam de ser o fim último da atividade política e passam a ser meros veículos de suas aspirações totalitárias”.
Às vésperas da eleições presidenciais de 2018, o jornal publicou um editorial em que dizia que era "uma escolha muito difícil" entre Fernando Haddad e Bolsonaro. "

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Deputado 
Pensem  nisso  enquanto  eu  vos digo até  amanhã.

NÃO TENHAMOS MEDO DE AMAR

"É preciso te falar das minhas noites De angústias e dor Só o tempo é quem vai dizer Quem vai perder no jogo do amor Eu não quero mais ...