domingo, 22 de setembro de 2019

O PAIS NA BEIRA DO PRECIPÍCIO

Jânio de Freitas diz que estamos na 'beira do precipício' por depender do STF

Jornalista vê o país na beira do precipício, sobretudo o que resta do Estado de Direito, e coloca o Supremo no centro do jogo: "Veremos quem no Supremo está à altura desse nome e da complexidade a que o país foi lançado, pelos aventureiros do impeachment e pelos ambiciosos do pré-sal"
BRASIL  247
Jair Bolsonaro, Dias Toffoli, Onyx Lorenzoni e Joice Hasselmann
Jair Bolsonaro, Dias Toffoli, Onyx Lorenzoni e Joice Hasselmann (Foto: Marcos Corrêa/PR)
247 -" Em sua coluna semanal na Folha de S.Paulo, o jornalista Jânio de Freitas escreve que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, "revela-se um ministro perdido em distrações", mas faz uma ponderação com boa dose de ironia: "Tomara que seja isso, para não ser algo pior."
"Tamanho desencontro com a altivez da presidência do Supremo só faz duvidar de que o tribunal 'sempre decidirá em favor da democracia, da liberdade de expressão e do respeito às instituições'", escreve o veterano jornalista citando palavras de Toffoli.
Para Jânio, "o problema é que, antes de depender do Exército, o que ainda há do Estado de Direito depende sobretudo do Supremo". E, segundo ele, "até aqui, Dias Toffoli tem empurrado para incerto futuro várias decisões influentes no rumo dessa pequena democracia. Empurrões que adiam sem resolver".
O jornalista cita a entrevista concedida à Miriam Leitão, na GloboNews, quando "o próprio Dias Toffoli expôs a beira de precipício em que o Supremo está. Logo, estamos também, em nossa angustiante dependência daquelas 11 pessoas a quem fomos entregues".
Com decisões importantes pela frente, que colocarão "o Supremo no centro de gorda polêmica. E o Estado de Direito também", Jânio cita a anulação da condenação de Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil, como um sopro de esperança: "O que só é garantido se a cada acusação, até a última, for dada a oportunidade de defesa. Se esse direito se esvai, é o Estado de Direito que perde um componente vital. É uma despedida da democracia—sonho e sofrimento. Nesse e nos demais julgamentos problemáticos, o regime estará em jogo".
E Jânio desafia: "Veremos quem no Supremo está à altura desse nome e da complexidade a que o país foi lançado, pelos aventureiros do impeachment e pelos ambiciosos do pré-sal".

Pensem nisso  enquanto  eu  vos digo  até  amanhã.

sábado, 21 de setembro de 2019

UM PRESIDENTE BRASILEIRO QUE O POVO NÃO MERECE

UM GENERAL DESPREPARADO

Heleno usa expressão racista para criticar Dilma e é alvejado nas redes

O chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, usou uma expressão racista "denegrir" para criticar a presidente deposta pelo golpe de 2016, Dilma Rousseff. "Viaja para denegrir a imagem do Brasil no exterior", escreveu ele no Twitter em referência à viagem dela à França. Internautas responderam ao general. Confira as reações;
BRASIL  247
(Foto: Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)
247 -"O chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o general Augusto Heleno, usou uma expressão racista "denegrir" para criticar a presidente deposta pelo golpe de 2016, Dilma Rousseff. 
"A Sra Rousseff, durante palestra em Paris, fez várias críticas ao Pres Bolsonaro. Não falou de seu lamentável passado como guerrilheira, de seu merecido impeachment nem do fracasso da sua candidatura ao Senado por MG. Viaja para denegrir a imagem do Brasil no exterior", escreveu o general no Twitter.
A expressão "denegrir" está entre os TTS (Trending Topics). O deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) criticou o general. 
"Denegrir !!!! Além de amante da ditadura o senhor adora expressões racistas @gen_heleno @dilmabr @DilmaResiste Negro é lindo!!!", postou o parlamentar."

Pensem nisso  enquanto  eu  vos digo  até  amanhã.


NÃO TENHAMOS MEDO DE AMAR

"É preciso te falar das minhas noites De angústias e dor Só o tempo é quem vai dizer Quem vai perder no jogo do amor Eu não quero mais ...