Já faz um mês hoje que acabou as eleições aqui no BRASIL.
Nada mudou, o candidato da ultra-direita brasileira, JAIR BOLSONARO, venceu as eleições que ainda são focos, de análises e indícios de fraudes que estão em poder do TSE, para averiguação.
Sabe-se que nada vai acontecer, é apanas, um engodo acreditar que as contas eleitorais do candidato vencedor não sejam aprovadas.
O que estamos vivenciando até o momento, é que muitos "militares" estarão fazendo parte desse governo, e homens outros que convidados conforme, e obedecendo os ditames do novo governo.
Do que o que se espera desse governo, e no que está acontecendo não podemos esperar melhoras a grande parcela da população, os índicios não são bons, vamos aguardar O FIM DA CORRUPÇÃO, não é ,mesmo ?
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
FRAUDE ELEITORAL
IMAGINE VOCÊ, SE ESSE FATO DE FRAUDE ELEITORAL QUE FOI DESCOBERTO ONTEM,FOSSE CAUSADO PELO PT, O QUE A GLOBO NÃO FARIA NO JORNAL NACIONAL DE ONTEM . SERIA NO MÍNIMO UMA HORA DE REPERCUSSÃO, EXIGINDO A SAÍDA DA CANDIDATURA DO HADDAD DA DISPUTA.
OS ÓRGÃOS DA JUSTIÇA, ELEITORAL, MPF, MORO E SUA MILITÂNCIA POLÍTICA EXIGIRIAM PRONTA SOLUÇÃO, IRIAM MANDAR PRENDER HADDAD, EMPRESÁRIOS, E TUDO O MAIS.
O POVO IRADO, IRIA PARA A RUA PEDIR..FORA PT..FORA CORRUPTOS !!
MAS NÃO É HADDAD, É O COISO QUE ESTÁ ENVOLVIDO.
QUANTA HIPOCRISIA, MENTIRA, O PODER ECONÔMICO DÁ AS CARTAS, E NADA É FEITO.
É ESSE O BRASIL DESSES TEMPOS.
VIVEMOS MENTIRAS TODOS OS DIAS, UMA ELEIÇÃO MARCADA PELA FRAUDE, E O MUNDO TODO SABE.
AQUI NESSE CONTEXTO NADA VAI MUDAR, NADA VAI ACONTECER.
NÃO SOMOS REALMENTE UM PAÍS SÉRIO, É UMA PENA.
E COM ISSO A ESPERANÇA DE UM BRASIL MELHOR PARA TODOS E TODAS, CADA VEZ FICA MAIS DISTANTE.
TEMOS SIM, UM BRASIL, PARA POUCOS, UMA ELITE CONSERVADORA, QUE SE LOCUPLETA DA CEGUEIRA DE UM POVO VIL, ESCRAVO, QUE NÃO TEM CONDIÇÃO ALGUMA DE SER PROTAGONISTA.
É O FILME NOSSO, É A NOSSA REALIDADE.
GOSTAMOS DE APANHAR, DA CHIBATA NO LOMBO.
PENSEM NISSO ENQUANTO EU VOS DIGO ATÉ AMANHÃ.
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
OS CAMINHOS DA POLÍTICA
Transfiguração da política
JUREMIR MACHADO - CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE -RS
"Um livro que precisaria ser lido nestes dias conturbados é “A transfiguração do político, a tribalização do mundo”, de Michel Maffesoli (Sulina), que traduzi há alguns anos. Quem ainda lê livros? Quem, fora das universidades, lê obras sobre filosofia política? O filósofo francês da pós-modernidade mostra que somos comandados mais pela emoção do que pela razão, mesmo em política, e que de nada adianta insultar as pessoas por elas serem assim como de fato são.
Maffesoli resume: “Esse clima emocional é particularmente perceptível na implosão, em cadeia, que atinge o Estado-nação e os grandes impérios ideológicos. Uns e outros estão cedendo lugar a confederações que, de maneira mais leve, cimentam comunidades, de proporções diversas, repousando mais sobre um sentimento de vinculação que sobre a moderna noção de contrato social, ao qual se atrela uma conotação racional ou voluntária”. Se as nações continuam e o nacionalismo renasce, a escolha eleitoral mescla ideologia, temas comportamentais e percepções sobre a personalidade dos candidatos.
O eleitor, sugere o sociólogo, parece se divertir desmentindo, com suas “sinceridades sucessivas” e oscilações, os especialistas: “Os números mudam de uma eleição para a outra; as análises dos cientistas políticos sofrem alterações espetaculares, continuando, porém, perfeitamente racionais. Quanto aos políticos, é outra história: são as suas próprias análises sobre um tema qualquer que deveriam constituir objeto de reflexão”. Ninguém se sente obrigado a ser fiel a um partido. Vota-se em mais de uma sigla, mesclando direita e esquerda e nomes que podem até se opor. Um amigo me mostrou a sua colinha de votos: João Amoedo para presidente; Paulo Paim para senador”.
Eu mesmo votei em candidatos de quatro partidos nestas eleições. Deixemos o mestre falar: “Assim, a versatilidade do povo é uma constante nas histórias humanas e que se manifesta nos períodos de efervescência pelas traições, pelos levantes repentinos, pela apatia de modo algum prevista, por uma súbita euforia ou pelas identificações sucessivas com figuras em oposição. Em períodos calmos acontecem variações eleitorais imprevisíveis; no popular: ‘uma tentativa a direita, outra a esquerda’; ou as súbitas abstenções”. Nada é fixo.
Cansado de um lado, o eleitor não se constrange em guinar para o oposto: “Essa versatilidade, portanto, está aí para perguntar de maneira lancinante: quem te fez rei? Como disse lindamente Michel Foucault a propósito da precariedade dos destinos políticos: ‘Os povos amam retirar os favores que concederam por um momento’”. O político ilude-se pensando que conquistou a fidelidade que ele mesmo não pratica. Mesmo experiente, surpreende-se quando se vê abandonado.
Para Michel Maffesoli se trata de uma maneira instintiva da população lidar com esses representantes que frequentemente se esquecem de representá-la: “Há nisso uma sabedoria bastante rude, uma lucidez fortificante, temperada com um pouco de cinismo, mas que exprime bem, cruamente, o relativismo das massas, as quais, fundamentalmente, não querem ser enganadas, conscientes de que sempre pagam os custos da operação uma vez os chefes instalados no poder”.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
HADDAD, APRESENTA O TORTURADOR HERÓI DE BOLSONARO
HADDAD APRESENTA O TORTURADOR HERÓI DE BOLSONARO AO PAÍS

A campanha de Fernando Haddad (PT) produziu a sua mais forte peça televisiva até aqui, com denúncias graves sobre o adversário Jair Bolsonaro (PSL) – que ainda não são de total conhecimento da população brasileira; pergunta-se ao espectador: “você sabe mesmo quem é Bolsonaro?”; a peça traz, então, a figura do coronel Ustra, agente torturador que espalhou o terror pelo país com as mais violentas e desumanas técnicas de tortura já feitas pelo regime militar; o depoimento de Amelinha Teles, ativista torturada pelo coronel – que é ídolo de Bolsonaro – complementa o grave tom de denúncia e esclarecimento oferecido pelo programa
17 DE OUTUBRO DE 2018 ÀS 08:17 // INSCREVA-SE NA TV 247 

DO BRASIL 247
247 –" A campanha de Fernando Haddad (PT) produziu a sua mais forte peça televisiva até aqui, com denúncias graves sobre o adversário Jair Bolsonaro (PSL) – que ainda não são de total conhecimento da população brasileira. Pergunta-se ao espectador: “você sabe mesmo quem é Bolsonaro?”. A peça traz, então, a figura do coronel Ustra, agente torturador que espalhou o terror pelo país com as mais violentas e desumanas técnicas de tortura já feitas pelo regime militar. O depoimento de Amelinha Teles, ativista torturada pelo coronel – que é ídolo de Bolsonaro – complementa o grave tom de denúncia e esclarecimento oferecido pelo programa.
A peça cita também Steve Bannon, o assessor de Trump ligado a Bolsonaro que é acusado de sabotar regimes democráticos no mundo inteiro com a distribuição estratégica de fake news. A narração destaca que Bannon espalha o terror pelo mundo e que sua estratégia criminosa de comunicação é utilizada para vencer eleições e truncar regimes soberanos.
O texto complementa a conexão entre Bannon e Bolsonaro, afirmando que o ex-militar brasileiro já espalha o terror há 30 anos pelo país, com suas afirmações racistas e de incitação à violência.
É mostrado, então, o depoimento de Amelinha Teles, ativista torturada pelo coronel Ustra, no momento mais dramático da peça. Ela diz: “eles colocam muitos fios elétricos descascados dentro da vagina, colocam dentro do ânus, você grita de dor e você perde o equilíbrio e cai no chão e eles vem em cima de você mesmo para te estuprar. O momento de maior dor foi o Ustra levando os meus dois filhos para a sala de tortura onde eu estava nua, vomitada, urinada.”
Após o depoimento de Amelinha Teles, o programa de Haddad estampa a dedicatória de Bolsonaro ao Coronel Ustra, quando da votação do impeachment de Dilma Rousseff no Congresso Nacional. Bolsonaro diz: “pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra”.
Bolsonaro aparece em seguida defendendo a tortura, atacando a democracia e dizendo que “através do voto, você não vai mudar nada nesse país”. Ele acrescenta: “e matando uns 30 mil”. O ex militar ainda diz: “se vai – sic – morrer alguns inocentes, tudo bem”.
O programa ainda denuncia a onda de violência provocada por seguidores de Bolsonaro, destacando que eles perseguem, agridem e matam. A foto da placa de Marielle Franco, depredada por candidatos do PSL (partido de Bolsonaro), é apresentada no vídeo como sintoma máximo da violência política – a vereadora foi executada com 9 tiros no centro do Rio de Janeiro há 7 meses.
Em seguida, surge a imagem de Moa do Katendê, capoeirista, músico e compositor, assassinado com 13 facadas por um bolsonarista, há uma semana.
Entre imagens sobrepostas da violência provocada por Bolsonaro e seguidores, o programa termina com a afirmação: “Bolsonaro, quem conhece a verdade não vota nele”.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
terça-feira, 16 de outubro de 2018
CHEGANDO OS VENTOS DA DITADURA
A ditadura anunciada

"Espelho, espelho meu: existe algum país democrático no qual 1/3 do ministério é ocupado por generais? Pois é isso que Bolsonaro promete fazer se for eleito dia 28/10. "Dentre os 15 ministros haverá quatro ou cinco generais", disse seu assessor Gustavo Bebbiano. Em público. Não é conversa de bastidor.
Sintam o cenário desolador que as urnas podem desenhar: o presidente é um capitão, o vice, um general e outros cinco generais são ministros. Isso lembra de alguma forma algum governo civil e democrático de alguma parte do mundo?
Não são apenas as pessoas sensatas que estão dizendo que ele vai fundar uma ditadura, não são os opositores, não são os "comunistas", é ele mesmo. Sabe por quê? Porque com tantos generais no ministério o governo será um governo militar. Queiram ou não queiram. E um governo militar nunca será democrático.
Político negocia, general manda obedecer. E se não obedecer, ele não vai argumentar, põe a tropa na rua para mostrar quem manda nessa bagaça.
Político argumenta com palavras; o general, com tanques. Políticos usam a força do argumento; militares, o argumento da força.
Por isso a constituição proíbe militares na política.
Bolsonaro não precisa dar o tal autogolpe sugerido pelo general Mourão para implantar um regime militar. O golpe será a sua eleição. Pela primeira vez no Brasil a ditadura chegará por meio do voto.
Seu plano de governo é transformar o país num imenso quartel.
Ou numa ditadura militar religiosa, tal como o Irã.
E se ele chegar lá vai ser difícil sair. A última ditadura durou 20 anos."
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
A INDÚSTRIA FAKE NEWS DE BOLSONARO
INDUSTRIA DE FAKE NEWS DE BOLSONARO DEVASTA CAMPANHA DEMOCRÁTICA

A eleição brasileira, atípica e conflagrada, prossegue com a indústria das fake news de Jair Bolsonaro fazendo um estrago informacional sem precedentes nas barbas do poder judiciário brasileiro; a campanha suja do ex-militar fez a rejeição a Fernando Haddad disparar com a propagação não apenas de notícias falsas, mas de notícias falsas de nível grotesco (como a que diz que Haddad distribuiu mamadeiras eróticas - sic). O desrespeito às regras básicas do jogo democrático vai produzindo mais uma devastação institucional no país, depois da devastação de Temer e do golpe
16 DE OUTUBRO DE 2018 ÀS 08:06 // INSCREVA-SE NA TV 247 

247 - A eleição brasileira, atípica e conflagrada, prossegue com a indústria das fake news de Jair Bolsonaro fazendo um estrago informacional sem precedentes nas barbas do poder judiciário brasileiro. A campanha suja do ex-militar fez a rejeição a Fernando Haddad disparar com a propagação não apenas de notícias falsas, mas de notícias falsas de nível grotesco (como a que diz que Haddad distribuiu mamadeiras eróticas - sic). O desrespeito às regras básicas do jogo democrático vai produzindo mais uma devastação institucional no país, depois da devastação de Temer e do golpe.
A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "a pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada nesta segunda-feira, 15, aponta Jair Bolsonaro com 59% das intenções de voto contra 41% para Fernando Haddad, considerando-se apenas os votos válidos. A diferença a favor do candidato do PSL é muito expressiva: são 18% de vantagem. Os números têm se mostrado estáveis. Na pesquisa Datafolha de 10 de outubro, Bolsonaro obteve 58% das intenções de voto, enquanto que para Haddad este número foi de 42%. Considerando-se as margens de erro, nenhuma alteração significativa".
E aponta o aumento da rejeição de Haddad, sem citar a indústria das fake news: "entretanto, alguns dos indicadores na pesquisa Ibope podem ser observados com mais atenção. Note-se que a rejeição a Haddad agora é maior do que a de seu adversário: 47% dos pesquisados afirmam que não votariam nele em hipótese alguma enquanto que para Bolsonaro a rejeição é de 35%".
A matéria ainda fantasia sobre a ausência de propostas (como se essa ausência fosse comum a ambas as candidaturas, quando, na verdade, ela só diz respeito à candidatura de Bolsonaro - assim como a violência nas ruas): "este parece ser o resultado de campanhas em que as propostas de governo de ambos continuam sendo muito vagamente expostas e pouco exploradas pelos candidatos, que continuam apostando no ataque aos pontos que consideram negativos em seu concorrente. Campanhas que, desde o início, no primeiro turno, investem nos conflitos no campo moral e cultural e pouco ou quase nada nas questões econômicas e estruturais do Brasil. Mesmo com a retirada de Lula das imagens e a mudança nas cores, eliminando o tradicional vermelho do PT e adotando o verde-amarelo, o resultado para Haddad pouco apareceu".
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
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