domingo, 8 de outubro de 2017

A INVEJA DE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

sábado, 7 de outubro de 2017

PRESIDENTE DA FIAT UM BOCA SOLTA

Presidente da Fiat chama Lula e Dilma de palhaços

Agora é que tá bom: com a extinção da CLT

publicado 07/10/2017
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Vem Cristiano, vem dizer isso na porta da Fiat em Goiana, em Betim. Vem, Cristiano! (Crédito: Fortuna Web)


"O amigo navegante se lembra dos empresários que, em Nova York, protestaram contra a "reforma" trabalhista do ladrão presidente: eles querem mesmo é a abolição da Abolição da Escravatura - não precisar pagar salário!
Essa excrescência!
Esse relíquia!
Já para o presidente da Fiat (argentina), a "reforma" que está aí está ótima e deve ser milimetricamente copiada pelos argentinos.
Porque, segundo esse cafajeste, a legislação que vigorou no Brasil, no tempo de Lula e Dilma, era uma palhaçada!
Agora é que o país ficou sério!
Quá, quá, quá!

El modelo de “país serio”


Desde la cúpula empresaria reclaman que el Gobierno avance con su reforma del mercado de trabajo. “Necesitamos leyes laborales que nos hagan competitivos en el mundo”, expresó ayer el presidente de Fiat, Cristiano Rattazzi. La demanda del directivo de la automotriz se suma a la realizada por el responsable de Mercado Libre, Marcos Galperín. La ambición de ambos CEO es una transformación de las regulaciones laborales similar a la flexibilización implementada en Brasil por el gobierno de Michel Temer. Eliminación de horas extra, inestabilidad en las horas de trabajo y su paga, restricciones para el acceso a la justicia laboral, menores responsabilidades del empleador frente a los accidentes de trabajo, reducción de horario de almuerzo y pago voluntario de la cuota sindical, son algunos de sus puntos explícitos de los cambios implementados en el país vecino. La Casa Rosada, sin embargo, repite que esos cambios no figuran en su agenda. 
 “Hoy tenemos un país serio, tras doce años donde fue una payasada total”, expresó Rattazzi al considerar que “estamos mejor imposible”. A pesar de las tensiones que enfrenta la industria automotriz ante la apertura comercial que facilita el ingreso de vehículos desde Brasil y, en menor medida, autos de lujo importados, para el empresario “todos los sectores están pum para arriba, salvo algunos poquitísimos que están empezando a levantar”. En Córdoba, el presidente de Fiat indicó que la reforma laboral debe ser amplia para que el país sea “competitivo con el mundo y no sólo con su socio Brasil”."
(...)
Pensem   nisso  enquanto  eu  vos  digo  até  amanhã.

O CHE, 50 ANOS PASSADOS

O Che, 50 anos depois


"Desde que Fidel anunciou que noticia era tristemente verdadeira, se passaram já 50 anos sem o Che. Para uma geração que tinha nascido para a militância política com sua presença muito próxima, suas palavras, seu exemplo, foi muito difícil assimilar a noticia.
Como continuar lutando sem que saber que, em algum lugar do mundo ele também estaria lutando? Sem contar com seu alento, com sua vontade, com sua enérgica presença, com sua indestrutível vontade de transformar revolucionariamente o mundo? No entanto Fidel nos convocava a tirar forças daquela pera.
Suas ultimas imagens nos dois muito, sentíamos que o tínhamos abandonado, que ele havia estado sozinho, cercado, sem possibilidade de romper o cerco estabelecido por forças monstruosas. Mas era preciso seguir adiante.
Não foi fácil, não foi simples, a reação imediata era dar continuidade no caminho aberto por ele, por Fidel e seus companheiros. Era uma perda duríssima, mas parecia que nada indicava para que as condições de luta tivessem mudado com aquela derrota.
No entanto, não foi apenas uma perda pessoalmente muito dura, eram também a derrota de um projeto de potencializar e coordenar desde a Bolívia os núcleos guerrilheiros existentes e os que começavam a se desenvolver. Tanto assim que, em uma reunião de seu Comitê Central, o Partido Comunista de Cuba tirava consequências daquela derrota de romper o isolamento de Cuba, buscando alianças em outro nível, que permitissem consolidar a vitória de 1959. Pouco tempo depois Cuba estabeleceria laços estratégicos com a URSS e com o campo socialista, apontando para a ruptura daquele isolamento, paralelamente à aposta na revolução latino-americana. Os prazos históricos se mostravam mais longos.
Surgiria em seguida a surpreendente experiência socialista no Chile, por vias muito distintas. Allende tinha um livro que o Che lhe tinha dado de presente, com uma dedicatória, em que dizia que os dois "lutavam pelo mesmo objetivo, por caminhos distintos".
O golpe no Chile fez com que a nova toupeira latino-americana – como eu menciones esse fenômeno no meu livro "A nova toupeira"- retomava o caminho anterior com a vitória da guerrilha na Nicarágua e o surgimento de movimentos armados similares em El Salvador e na Guatemala. Poderia parecer que a via guerrilheira ganhava novo impulso.
Mas uma transformação de dimensões muito maiores, em escala mundial, faria com que os caminhos da esquerda latino-americana tivessem que virar uma pagina. O fim da URSS fechava um período histórico e colocavam a hegemonia imperial norte-americana como um fenômeno mundial, aparentemente sem limites. Os movimentos guerrilheiros salvadorenho e guatemalteco tiraram as consequências e trataram de se reciclar para a via politica institucional. Mais recentemente as guerrilhas colombianas fariam algo similar.
A esquerda latino-americana voltaria a aparecer como forca determinante na nossa história na resistência ao neoliberalismo e na construção de alternativas ao novo modelo hegemônico do capitalismo. Seus novos lideres se reconhecem nos lideres do período anterior, entre eles sobretudo em Fidel e no Che, mas sabem que as condições de luta tinham mudado se tornaram mais difíceis, com caminhos mais complexos a trilhar.
A esquerda do século XXI é antineoliberal, luta pela profunda democratização do Estado, a ideia de revolução adquire outro sentido, como argumenta Alvaro Garcia Linera. Caso alguma forca politica da esquerda latino-americana apelasse para o enfrentamento armado, seria seguramente liquidada. O aprofundamento revolucionário da democracia, transformando seu próprio caráter, é a via que segue a esquerda latino-americana do século XXI.
O Che viveu profundamente a via guerrilheira, como caminho de ruptura revolucionaria, de que a Revolução Cubana é a melhor expressão vitoriosa. Mas sua imagem segue vigente para a esquerda do século XXI
Antes de tudo, seu exemplo de dedicação militante, com tudo o que um ser humano tenha de melhor, à luta pela transformação revolucionaria das nossas sociedades. Indissoluvelmente vinculado a isso o caráter profundamente ético da vida de um militante e de um projeto de transformação do mundo. Em terceiro lugar, a consciência de que o objetivo dessas transformações é a ruptura com o capitalismo e a construção do socialismo. Tudo isso no marco do internacionalismo, da solidariedade com a luto de todos os povos do mundo.
Não por acaso a imagem do Che, essa foto impressionante quando ele está olhando para os destroços da ação terrorista que voo pelos ares um navio de origem belga no porto de Havana, que levava armas para que Cuba pudesse se defender das agressões norte-americanas, é a foto mais vista do mundo. No seu olhar, o vigor de sua forma de ver as coisas, essa imagem que acompanhou e segue acompanhando a todos os que lutam e são solidários com todos os que lutam por um mundo melhor, mais humano, mais à medida dos valores que o Che inculca, com seu exemplo, com suas palavras, com sua vida ainda 50 anos depois daquela dolorosa noticia"

Pensem  nisso  enquanto  eu  vos  digo  até  amanhã.

JUCA KFOURI - ENTRTEVISTA

NÃO TENHAMOS MEDO DE AMAR

"É preciso te falar das minhas noites De angústias e dor Só o tempo é quem vai dizer Quem vai perder no jogo do amor Eu não quero mais ...