segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

AINDA BEM...

Pensem nisso  enquanto  eu  vos digo  até  amanhã.

MORO NO PODER REPETIRIA COLLOR

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL - BOTA SALÁRIO BOM NISSO !


SUPERSALÁRIO DE PROCURADOR PODE CHEGAR A R$ 120 MIL POR MÊS

"A incorporação de indenizações — como auxílio moradia alimentação e ajuda de custo— podem até quadruplicar o salário mensal de um procurador do Ministério Público Federal; em alguns meses, essa combinação fez com que procuradores chegassem a receber "supersalários" de R$ 121 mil, dos quais R$ 96 mil em indenizações; a cifra já desconsidera os descontos previstos em lei, como Imposto de Renda e contribuição previdenciária; essas compensações, que não estão sujeitas ao teto salarial do funcionalismo público, representam 30,4% do gasto com folha dos servidores ativos do Ministério Público Federal; a regra também vale para o Judiciário, com anuência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o que faz que a situação se repita entre os magistrados. "

"DO  BRASIL  247"

E o  Zé  POVO, como  fica?   Bem,  isso  é  uma outra  conversa que  não  vem ao  caso, o povo, o  assalariado, o  aposentado, o pobre,  esses  que se  lasquem,  vão  procurar   sua  turma   é  simples  assim.

Disse  há tempos que no Brasil vivemos uma realidade social de castas 
e  lembro   muito  bem  que  fui muito  criticado   por  dizer isso  mas se observarmos  bem,  é isso  mesmo  que  ocorre.
O que  se  vive  hoje  é um  brutal sistema de cortes de direitos, leis que  não dão guarida aos que dela precisam e  vamos  dessa maneira vivendo  essa dura  realidade.
Há  até  poucos  meses  atrás  tínhamos  sim, um  horizonte,  uma  perspectiva, hoje, não temos  na real essa  possibilidade.
De  concreto mesmo, o povo é o pato real dessa situação foi  colocado nele, a culpa  pela quebra e endividamento de  vários  entes que  compõem o Estado   brasileiro.
Agora,  resta-nos  apenas,  pagar essa  conta, com  desemprego, sem esperança,  e sustentar os nossos  marajás, a casta  brasileira  de altos salários.
O povão ?  Bem, o povão,  que  se lixe e  vá buscar   a sua turma.

Pensem  nisso  enquanto eu  vos digo  até  amanhã.

domingo, 25 de dezembro de 2016

FELIZ NATAL !! oh oh oh!!

UM  NATAL DE  MUITO AMOR  NO  CORAÇÃO  DOS  HOMENS  QUE POSSAMOS DAR O  MELHOR  SEMPRE  DE  NOSSO  MELHOR  QUE ESTÁ DENTRO    DENTRO DE CADA  UM  DE NÓS.
NATAL  É  AMOR..SOLIDARIEDADE...É CORAÇÃO !!



FELIZ  NATAL  A TODOS  OS GURIS E GURIAS,  QUE ME  HONRAM  COM SUA ATENÇÃO..MEU  BEIJO  A TODOS.. JC

Pensem nisso  enquanto eu  vos digo  até amanhã.

sábado, 24 de dezembro de 2016

O CAVALHEIRO DA TRISTE FIGURA

Pensem  nisso  enquanto  eu  vos  digo  até  amanhã.

O NATAL DO FUNCIONALISMO PÚBLICO GAÚCHO

Sartori e o Natal do funcionário público

"Acabou a primeira fase do massacre na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
Foram quatro noites de caça ao funcionário público.
A oposição e parte da base rebelada (PDT) lutaram para salvar algo.
Perderam. Até quando ganharam.
O governador José Ivo Sartori fez sua escolha: fazer o funcionalismo pagar mais (contribuição à previdência) para que o grande empresariado pague menos (impostos). Governo dos ricos para os ricos e pelos ricos. Plutocracia.
Até a última hora o governo reteve a entrega ao Ministério Público, por decisão judicial, da caixa preta das isenções fiscais, que ultrapassam em três vezes o déficit anual do Estado. Uma bolsa-rico protegida a sete chaves.
Resumo do massacre: o funcionalismo levou bombas na praça da Matriz, teve helicóptero voando baixo com arma apontada para os manifestantes, viu seus empregos serem extintos, junto com suas instituições, e foi culpado pela crise. Em lugar de mostrar a realidade dos incentivos a empresários, inclusive os criados pelo PT, o governo Sartori sentou-se em cima do material sagrado. Quando algum deputado governista foi à tribuna, contrariando a estratégia de vencer em silêncio, foi para defender o sacrifício dos funcionários e os benefícios dos grandes empresários.
É Natal. Confundiram o dia. O funcionalismo foi tratado como judas.
As economias reais serão pífias. A questão é ideológica.
Quantas vezes o líder do governo subiu à tribuna para defender o pacote?
A ideia marqueteira era dividir o sacrifício entre todos. Menos os empresários.
A PEC dos duodécimos dos poderes, que entregaria o quinhão do MP e do judiciário conforme a receita efetiva e não segundo a ficção do orçamento, não passou. Era jogo para a torcida. A oposição caiu na armadilha.
Resultado: empresários e judiciário saíram ilesos.
Funcionalismo comum pagou a conta.
Um plano equilibrado seria assim: poderes recebem pela receita efetiva; excessos do funcionalismo são cortados; empresários perdem 30% dos incentivos que recebem; combate à sonegação é intensificado ao máximo; dados de incentivos são mostrados à luz do dia (nada pode ser escondido da sociedade na era da transparência).
Ah, mas aí eles vão embora para outros Estados?
Conclusão: são predadores e parasitas que se beneficiam da guerra fiscal.
No plano nacional, Michel Temer soltou um pacote para rasgar parte da CLT.
Sem condições morais de permanecer no poder, abalado por delações na Lava Jato, Temer oferece à mídia e aos empresários as reformas dos sonhos deles: desconstrução da legislação trabalhista e trabalho até a morte.
Adeus aposentadoria integral pelo teto baixo do INSS.
Se precisar, para ficar no poder, Temer oferecerá a revogação da Lei Áurea.
Sendo assim, está apto a continuar no poder.
Feliz Natal!"
Pensem nisso  enquanto  eu  vos digo  até amanhã.

GOLPE ELIMINA METADE DOS CONSUMIDORES


E quem compra compra lembrancinha

publicado 24/12/2016
Rua25deMarco_2010_2016.jpg
Reprodução: Tijolaço
O Conversa Afiada reproduz brilhante e brizolista análise do mestre Fernando Brito:
O retrato do fracasso neoliberal é o povo que sumiu das ruas do Natal

"Nenhum texto, reportagem ou análise econômica, pode ser tão expressivo do que se passa no Brasil que o par de fotos estampados hoje na capa do Estadão. 

O repórter fotográfico Márcio Fernandes, com extrema precisão, conseguiu reproduzir a foto feita por seu colega Leonardo Fernandes, há seis anos. 

Tudo é perfeitamente igual na Rua 25 de Março, centro de comércio popular da cidade de São Paulo. 

Tudo, menos o fato de que há na rua, menos da metade das pessoas que havia há seis anos, naquele 2010 do qual muita gente já esqueceu. 

Esta metade, feita de gente – gente com família, crianças, amigos, pais idosos, gente que é tão cheia do direito de viver quanto eu ou você – sumiu. Tornou-se invisível, saiu, em maior ou menor grau, da roda da economia. 

A sua ausência não é acidental. Seu desaparecimento é um projeto, um programa, uma estratégia da perversidade neoliberal. 

Não existindo, eles não compram. Se eles não compram, a demanda cai e os preços não sobem. Se os preços não sobem, produz-se o “milagre” da redução do processo inflacionário e da corrosão de valor da moeda e adensa-se o sangue que se sugará da Nação pelo rentismo, pelos juros. 

O cerne do projeto neoliberal é este: fazer “desaparecer” uma parte da população. Que não vai à 25 de março, que não vai mais ao hospital, ou irá a um mais precário, como mais precária serão suas escolas, suas periferias, suas casas lá onde a elite não as vê. 

O Brasil desta gente é como a 25 de março, basta metade existir. A outra metade é um problema, jamais uma solução. 

E nunca seus irmãos. 

O que nos dão hoje as imagens de Leonardo e Márcio, como nos versos do Chico Buarque, é uma foto que não era para capa, era mera contracara, a face obscura. Mostram mais que que o frio número de queda de 4% estimada nas vendas pela Confederação Nacional do Comercio, que a reportagem de Marcia Chiara registra. 

E olhe que, em 2010, Leonardo fez a foto no dia 11. Faltavam duas semanas para o Natal e o 13°, para a maioria, ainda não havia sido pago. Márcio a fez agora, quando tudo deveria estar a pleno vapor. 

O Brasil dos Levy, dos Meirelles, dos Moro e Dallagnóis é assim, bem mais civilizado. 

A metade. 

A outra metade que vá para a selva da barbárie e da exclusão."
Pensem  nisso enquanto  eu vos digo até amanhã.

NÃO TENHAMOS MEDO DE AMAR

"É preciso te falar das minhas noites De angústias e dor Só o tempo é quem vai dizer Quem vai perder no jogo do amor Eu não quero mais ...