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Trago esse vídeo de um programa da Jovem Pam, nele podemos ver a
hipocrisia de uma jornalista, uma das âncoras do Jornal do SBT¨, temos ainda no Brasil que
pensam sim, da maneira como essa jornalista pensa, veja e tire suas conclusões, eu já tirei as
minhas conclusões.
Pense nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
Estamos passando por um momento delicado em nossa
jovem democracia, vozes da oposição, cada vez mais ferozes atacam diariamente um partido,
e junto a essas vozes, uma mídia que está fazendo coro e colocando as mentiras diariamente em
suas plataformas de informação pintando um cenário de caos, de que o mundo está acabando no
Brasil.
Calma gente, o que estamos passando é uma travessia
daqueles que não se conformaram com o resultado das últimas eleições para presidente até agora e
querem a todo custo tirar da presidência, a senhora Presidenta do Brasil, Dilma Roussef.
O partido do senhor, Aécio Neves, ele ainda é senador ?
A única coisa que esse senhor faz é insuflar de ódio a política e seus eleitores mas comparecer
ao seu local de trabalho é coisa difícil de acontecer.
Não sabemos o que vai ocorrer, apenas digo, que se
dependermos da justiça legal brasileira, tudo pode acontecer, até tirarem Dilma do Palácio pois
na realidade, a justiça brasileira está entregue a um juiz de primeira instância que deita e rola em seus momentos de glória e até condecorado pela emissora Rede Globo.
O lamentável disso tudo me parece que há um silêncio
dos órgãos de justiça brasileiro em todos os seus níveis hierárquicos que calam sob essa afronta
a nossa Costituíção com prisões questionadas por grandes magistrados e fora de propósitos os
atos praticados por esse senhor Moro.
O que não se quer é que País não virem uma Republiqueta que por qualquer situação institucional possa alguém se achar o Rei do Judiciário e
tomar medidas arbitrárias não condizentes com nossas leis Constitucionais.
Quem é o Judiciário no Brasil, é o Moro ?
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
Acho que estou velho demais para ensinar e
ser exemplo pros meus filho, minha neta, as vezes no caminho me sinto perdido como que não sei mais dar a lição de um caminho melhor.
Sempre de um jeito ou de outro sinto que minhas
palavras não tem mais eco, elas voam ao livre voar do vento e se perdem sem um porto para
acolhe-las, acho que essa batalha eu perdi.
Volto ao meu passado, ao presente agora e sinto
que meus cabelos brancos é a prova que o tempo passou e confesso que estou chegando ao
fim, ao meu fim, pois as lágrimas que escondidas teima a cair sobre o meu rosto é o sinal sim
um sinal vermelho do que vou passar.
Quisera que as coisas fossem diferente, o que dei
de mim, foi pra lama, foi pra sarjeta, e despejadas no lixo da ingratidão.
Minha filha, minha neta, eu dei o melhor de mim, mas o que eu dei não foi bastante, eu falhei, eu não fui competente naquilo que me propus,
não fui um bom pai, um avô amigo, generoso, eu não consegui fazer o meu melhor chegar ao
teu coração.
Sei que a cada dia, meus passos ficarão mais lentos, perderei a agilidade qual um corcel disparando no campo esse é o fim que me espera
apenas a espera do relógio da vida dar o meu silêncio e eu partir.
Como o tempo passa depressa e confesso que eu
queria mais tempo, mais tempo pra quem sabe eu pudesse ter minhas palavras no coração de
vocês.
Um mundo conturbado pela violência de todos os dias,
a insanidade do homem em nossa sociedade, a degradação humana por consequência nos faz
pensar em que mundo estamos e em que mundo vamos futuramente ter para os que vão nos
suceder, filhos, netos, realmente, um mundo cheio de conflitos, batalhas no dia a dia a flor da
pele, a luta pelo espaço, pela vantagem, todo mundo procurando um lugar ao sol.
Enquanto isso caminhamos pelos caminhos de nossas
estradas usando uma máscara para o enfrentamento,de nosso cotidiano, primeiro enfrentamento
penso ser nós mesmos, o que buscamos, o que queremos, e pra que tudo isso?
O segundo enfrentamento, é o nosso lugar dentro de uma
sociedade que se metaforseia-se diariamente, para um lado, outro lado, sem pensar, ou sem pensar
se essas mudanças farão bem ao todo, ao particular de nossas vidas.
Nossas máscaras é um aliado forte para que enfrentamos
com nossos medos, nossas fraquezas, nossas dúvidas, nossa incapacidade de buscarmos aquilo
que lá dentro de nós está cristalizado como objetivo de nós mesmos.
De tudo isso não podemos esquecer nossas orígens e de
onde o bixo homem veio.
O que se quer é um mundo limpo, limpo da poeira suja
fabricada pelo homem, pelo seu desamor à vida nesses tempos difícieis, mas é fato que o homem
tem a capacidade de tirar sua máscara e ver com certeza a beleza da vida a sua frente.
É tão comum a gente muitas vezes olharmos para somente nossos umbigos principalmente quando algo nos favorece ou vamos tirar proveito da situação.
Falta solidariedade nas nossas relações somos por natureza muito egoístas e muitas vezes negamos essa verdade, essa realidade que temos em nós.
Cada qual quer ter mais farinha no seu saco e encher a tuia, né?
Eu penso que quando somos solidários com nossos semelhantes
a gente se sente melhor, temos a clarividência que o dar sem almejar o querer depois é muito bom. Quando olhamos pra dentro da gente, sentimos uma calmaria, uma serenidade que sempre
faz bem.
Muitas vezes nem paramos para falarmos com nossos amigos e
dizemos que estamos com pressa, pois na real não queremos perder tempo né?
Suavizar nossos corações e o dos outros numa palavra amiga, num gesto de carinho, num abraço, não tem preço, embora, contudo, todavia, digo que nem
sempre a recíproca é verdadeira mas o que importa mesmo é que devemos ser solidários com os nossos, pois assim a vida terá um sabor mais gostoso e mais humano. Menos umbigos nossos
e mais fraternidade.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
Noite dessas de outono, na fiel companhia dos meus pensamentos, me acho no devaneio dos caminhos que segui, nas coisas que fiz tomada por uma coragem que não sei de onde tirei. Penso no que deixei de fazer pelo medo tolo de falhar ou me arrepender depois. Me lembro das escolhas seguras e das pessoas que passaram pela minha vida. As que eu convidei e as que simplesmente entraram porque, por puro descuido, deixei a porta aberta.
Como eu queria poder voltar no tempo e reescrever algumas linhas… Ter aberto outras janelas, trancado porões, pegado outro trem, ter corrido sem rumo até ver aonde dava, para depois, quieta e escondida, esperar a tempestade passar. Quando a melhor escolha é o silêncio, nós berramos. Quando a vida nos exige gritos, nós calamos. Fomos permissivos com gente que não merece sequer a nossa lembrança, e ao mesmo tempo, intolerantes e intransigentes com quem de nada teve culpa.
Eu sei, somos o resultado da soma dos nossos passos, mas, sinceramente, eu acredito que a nossa carga seria mais leve se uns e outros não tivessem cruzado o nosso acaso. Talvez esses encontros sejam obra do destino, e pela sorte ou falta dela, as tais uniões acontecem por alguma razão. Creio que seja uma forma de ensinamento e aprendizagem para ambos os envolvidos. A troca existe por algum motivo de lição e proveito, e uma vez entendida e superada, nos tornamos uma pessoa “melhor” e teoricamente mais preparada para a vida. Mas até que isso aconteça, que entendamos as razões desses encontros e aceitamos as suas consequências, ficamos presos num labirinto de porquês, escuro e sombrio.
A cada saída a nossa bagagem fica mais pesada. Nos tornamos indiscutivelmente mais fortes e resistentes, ganhamos perspicácia e um faro mais aguçado. Em contrapartida, perdemos um pouco da crença no ser humano, deixamos escapar um pedaço da nossa inocência que nunca será recuperada. Tudo isso por medo da queda e o temor que nos falte forças para se erguer novamente.
Imagino que é comum se arrepender de algumas escolhas feitas ou até mesmo daquelas que, por falta de vontade ou coragem, ficaram guardadas em alguma gaveta dentro de nós. A verdade é que só o tempo é capaz de sossegar o arrependimento das decisões, tomadas ou não, e com ele tragamos dia após dia os espinhos da dor, do medo, da decepção.
O lado bom é que a vida também nos surpreende com os bons encontros, aqueles que nos mudarão de alguma forma e para sempre, convertendo um coração pesado numa alma leve. Pessoas que cruzam o nosso caminho trazendo o sol aos dias cinzentos e o calor em tempos de frio. Onde parecia impossível brotar uma flor, nasce um jardim inteiro de esperança e fé na possibilidade de ser feliz. Dessa junção se confirma a certeza de que tudo também tem um porquê para o bem, que o universo conspira também a nosso favor. Cada milésimo de segundo viverá eternamente com a mesma intensidade e importância.
É por isso que me acerco das más recordações, porque elas me fazem pensar nas boas lembranças como uma saída para diminuí-las. Cada qual com seu peso e valor. Umas lutando para serem esquecidas, outras se agarrando às inexplicáveis e incomparáveis memórias vivas. Que os invernos nos ensinem o que os verões nos fazem adormecer.
*Título tomado de empréstimo de Millôr Fernandes. Ilustração: Isabelle de Kleine
O Bolsa Família, além de dar mais autonomia às mulheres na decisão da maternidade, trouxe outros impactos positivos, como a diminuição de partos prematuros e queda da mortalidade de menores de cinco anos
Caiu por terra esta semana um dos principais argumentos usados pela direita reacionária e desinformada deste país – diariamente repetido como um mantra nas redes sociais – de que os programas sociais dos governos petistas de Lula e Dilma Rousseff só servem para estimular a natalidade e o desemprego, e que seus beneficiários são preguiçosos e ignorantes.
A última pesquisa do PNAD/IBGE aponta claramente que nos últimos anos a queda na taxa de natalidade dos 20% da população mais pobre foi maior que a do restante da população. E esse segmento é exatamente o de beneficiários em potencial de programas sociais.
Não há como negar. Basta saber ler e ter capacidade de análise, por menor que seja. Até mesmo o conservador jornal O Globo reconheceu o fato em manchete do último dia primeiro “Queda no número de filhos é maior entre beneficiários do Bolsa Família”.
Então, basta! Chamar os nordestinos de pobres e burros é puro preconceito, aliada à mais pura mais fé.
Quantas vezes ouvimos por ai no Facebook ou em mesas de bares da elite brasileira frases do tipo: “esse povo prefere fazer mais filhos para receber mais bolsa escola do que arrumar emprego e trabalhar”; ou “é claro que não querem trabalhar, se trabalharem vão perder a boquinha do Bolsa Família, do Bolsa Escola, esses programas inventados pelo PT pra garantir os votos dos nordestinos sem cérebro”.
Segundo os números coletados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e divulgados pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS), famílias que recebem o benefício do Bolsa Família tiveram menos filhos que a média brasileira entre os anos de 2003 e 2013.
Enquanto o número de crianças de até 14 anos caiu 10,7% no país, entre os 20% mais pobres do país - porcentagem que coincide com o público beneficiário do programa- a queda foi bem maior: 15,7%.
No Nordeste, onde os direitistas adoram afirmar que estão os votos de cabresto dos governos petistas, a mudança foi ainda mais significativa no período analisado: houve uma diminuição de 26,4% no número de filhos gerados entre a população mais carente.
Atribuir aos mais pobres um comportamento oportunista em relação à maternidade, como se essas mães fossem capazes de ter mais filhos em troca de dinheiro é pura hipocrisia.
Beneficiários do Bolsa Família recebem R$ 35 mensais por filho de até 15 anos. Nas famílias extremamente pobres, sem nenhuma renda, esse valor pode chegar até R$ 77.
Tenho certeza que essas pessoas, que se sentam nos restaurantes caros da cidade e entre um petisco e outro fazem este tipo de afirmação, sabem muito bem o que conseguem pagar com R$35,00 ou R$77,00, ou mesmo R$170,00 ( valor médio pago a uma família do Bolsa Família ).
Será que, honestamente, eles acreditam que uma mãe pode pagar todas as despesas de uma criança por mês, com o que eles gastam num almoço ou num jantar? Óbvio que não. Agem irresponsavelmente ou de má fé.
O Portal do Ministério do Desenvolvimento Social resume bem o fenômeno: em dez anos, o número médio de filhos nas famílias mais pobres do país caiu mais do que a média brasileira, o que prova que as mães do Bolsa Família não geram mais filhos somente para ganhar um benefício maior.
Ao analisarmos as tabelas publicadas a nova realidade fica bem clara. A redução de natalidade no Brasil geral foi de -10,7%; entre os 20% mais pobres do país foi de -15,7%; e entre os 20% mais pobres do Nordeste foi de -26,4%.
Mais cristalino é impossível. Nordestino não tem filho só pra se beneficiar de programas sociais. Nordestino pobre tem filho porque é um ser humano, tem inteligência e sentimentos como todo e qualquer brasileiro, seja ele do Norte, Sul, Leste ou Oeste.
Entre os motivos considerados pelo MDS para a queda da fecundidade estão o maior acesso à informação sobre os métodos contraceptivos e a sexualidade, além do aumento da escolaridade da mulher jovem, entre outros.
Parte da mesma teoria direitista, amplamente divulgada pela internet e meios de comunicação, de que os benefícios sociais estimulam a preguiça e que os beneficiários não trabalham, também não podem ser levadas a sério. Trata-se de completa imbecilidade.
Pesquisas mostram que adultos beneficiários participam tanto do mercado de trabalho quanto adultos não beneficiários. Em relação ao Bolsa Família especificamente, três em cada quatro adultos trabalham.
Recente pesquisa do Instituto Data Popular aponta que sete em cada 10 beneficiários do Bolsa Família moradores em favelas trabalham. Ou seja, o benefício médio pago às famílias, de R$ 170 mensais, serve para complementar e não substituir a renda do trabalho.
O Bolsa Família, além de dar mais autonomia às mulheres na decisão da maternidade, trouxe outros impactos positivos, como a diminuição de partos prematuros e queda da mortalidade de menores de cinco anos.
Os resultados foram atingidos graças ao acompanhamento pré-natal para gestantes e ao acompanhamento dos filhos nos postos de saúde, contrapartidas obrigatórias dos beneficiários.
Resumo da Ópera para os inimigos do Brasil de plantão: no lugar de criticar sem fundamentos o Bolsa Família, ou outro programa social, busquem fazer algo pelo bem do Brasil e dos brasileiros. Saiam às ruas para defender a reforma política e o fim do FINANCIAMENTO privado nas campanhas eleitorais; manifestem-se para que Gilmar Mendes tire da gaveta o projeto que la colocou há mais de ano; lutem contra a precarização das leis trabalhistas em votação no Congresso Nacional. Fiquem atentos aos debates realmente importantes da política nacional. A democracia e a Nação agradecem.
Em suma e em muito boa hora as pessoas são hoje muito mais informadas
sejam em qualquer plataforma de mídia pois cada um dentro de suas próprias
necessidades sabem aonde apertam os seus sapatos.
Hoje até devido uma conjuntura mundial devido uma crise mundial que assola toda e qualquer nação as pessoas estão mais precavidas nos seus
gastos como também na hora de pensarem em ter um filho.
Existe mais cuidado e mais compreensão das realidades.
O povo nordestino que tem dentro do quadro populacional e econômico
do País um papel importante deu um exemplo, claro e certeiro ao dar
pra si e a outros o verdadeiro sentido de cidadania.
O nordeste não é só notícias ruins, tristes, embora saibamos que muito foi
feito pelo seu povo e há muito a ser feito, hoje o nordestino como um
todo representa uma parcela considerável no PIB brasileiro.
Todo aquele vê hoje o nordeste como um estado pobre,atrasado, de gente
sem escolaridade, só podemos afirmar, que é no mínimo alguém de muito
má fé, e que não conhece a revolução que ocorreu e ocorre nos últimos
anos nesse pedaço do Brasil.
Portanto, Chico Valente, coloca o assunto com clareza e objetividade e