Agora temos algo a fazer e o que fazer com o que sobrou do natal, e dia primeiro de ano, para muitos foram abraços, sorrisos, fogos, família, tim-tim, e
promessas e desejos.
Já é cinco de janeiro parece que ainda é natal, é festa mas o
calendário avança e não pede licença.
Quem já deu o presente e ganhou seus presentes, quem já fez tim-tim, no brinde á vida, quem já deu aquele telefonema, ou esqueceu, ou quem esperou um
alô é sempre tempo de buscarmos aproximações, reatarmos amizades, que as vezes esfriam ou
ficam num limbo.
Mas agora é o tempo que corre, ou o calendário que dispara
não podemos esperar por nada, e sim irmos em busca do melhor, do melhor que cada um de nós acha para si mesmo., não é assim?
Já dissemos que somos diferentes, em tudo, não somos iguais
cada um tem sua semente de vida e propósitos, resumindo cada qual tem sua marca para todo o
sempre.
Sendo assim, então vamos à luta sem medos,sem temores porque
não podemos parar e sim avançar.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
sábado, 3 de janeiro de 2015
SÓ ISSO PREFEITO ?
Dando uma olhadinha rapidinha nas páginas do jornal Diário de
Santa Maria, deste fim de semana, a informação e o desejo do atual prefeito César Schirmer de
deixar praças e calçadas mais bonitas e ser lembrado como um bom prefeito.
Só isso Prefeito ? Santa Maria é uma cidade de porte médio, um
grande centro universitário, temos uma Universidade Federal, outras tantas no campo universitário,
um dos maiores contingentes de militares brasileiros baseados na cidade, um comércio forte, uma
boa mão de obra que muito sai daqui por falta de emprego mais qualificado, indústrias, a cidade
precisa mais, o seu povo precisa mais.
Se esse é o que o senhor prefeito deseja ficaremos mais um tempo
vendo a banda passar. Precisamos de investimentos reais, compatíveis com o que temos aqui na
cidade sob pena de Santa Maria ser conhecida como a cidade do " quase" quase cresceu,quase industrializou-se".
Um povo só cresce com trabalho, melhora de vida tendo trabalho e perspectivas lá adiante, projetos sonháticos é bom, mas é bom vivermos a realidade não podemos
senhor prefeito deixar o cavalo passar encilhado.
O povo não quer só cafezinho, o povo quer o lauto jantar de uma
vida melhor para si e os seus.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã
Santa Maria, deste fim de semana, a informação e o desejo do atual prefeito César Schirmer de
deixar praças e calçadas mais bonitas e ser lembrado como um bom prefeito.
Só isso Prefeito ? Santa Maria é uma cidade de porte médio, um
grande centro universitário, temos uma Universidade Federal, outras tantas no campo universitário,
um dos maiores contingentes de militares brasileiros baseados na cidade, um comércio forte, uma
boa mão de obra que muito sai daqui por falta de emprego mais qualificado, indústrias, a cidade
precisa mais, o seu povo precisa mais.
Se esse é o que o senhor prefeito deseja ficaremos mais um tempo
vendo a banda passar. Precisamos de investimentos reais, compatíveis com o que temos aqui na
cidade sob pena de Santa Maria ser conhecida como a cidade do " quase" quase cresceu,quase industrializou-se".
Um povo só cresce com trabalho, melhora de vida tendo trabalho e perspectivas lá adiante, projetos sonháticos é bom, mas é bom vivermos a realidade não podemos
senhor prefeito deixar o cavalo passar encilhado.
O povo não quer só cafezinho, o povo quer o lauto jantar de uma
vida melhor para si e os seus.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
O CANCIONEIRO GAÚCHO CLÁSSICOS
Quando um ano começa a relinchar os seus últimos suspiros de suas
caminhadas, é uma oportunidade que temos de fazermos nossos balanços do que foi , o que fizemos, aquilo que deixamos de fazer, promessas feitas e não cumpridas.
É uma oportunidade para a gente olhar pra dentro de nós mesmos e
refletirmos o que cada momento de nossas vidas realizamos.
É a hora para falarmos com a gente mesmo, vamos pra um cantinho
de nós e vamos falar,do que realizamos e deixamos de executar.
Das pessoas que passaram por nós, das injustiças que cometemos, das
críticas sem base alguma que fizemos, da raiva sem sentido, das mágoas que sentimos, das pessoas
que magoamos, que fizemos chorar, de nossos ressentimentos, dos abraços que não recebemos e não demos, daquele beijo que faltou a dar, do sorriso que escondemos dentro de um ressentimento
que as vezes nem sabemos explicar.
Do amigo que não visitamos, no coração, da família, que não curtimos
com amor. De nossa falta de humildade que não reconhecemos em nós mesmos.
É sim, um momento que cada um deveria fazer e corrigir o caminho
que cada um caminha, fazermos uma revisão geral de nós mesmos.
Nesse entardecer de um ano de 2014 quero aqui pedir desculpas, perdão
aos guris e gurias, por alguma falha, algo que falei e magoei algum coração.
Quero desejar, um ano novo com esperanças renovadas e que a felicidade
e o amor sejam sempre o balizamento de todos vocês que estiveram comigo nesse 2014.
FELIZ 2015!!!!
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
caminhadas, é uma oportunidade que temos de fazermos nossos balanços do que foi , o que fizemos, aquilo que deixamos de fazer, promessas feitas e não cumpridas.
É uma oportunidade para a gente olhar pra dentro de nós mesmos e
refletirmos o que cada momento de nossas vidas realizamos.
É a hora para falarmos com a gente mesmo, vamos pra um cantinho
de nós e vamos falar,do que realizamos e deixamos de executar.
Das pessoas que passaram por nós, das injustiças que cometemos, das
críticas sem base alguma que fizemos, da raiva sem sentido, das mágoas que sentimos, das pessoas
que magoamos, que fizemos chorar, de nossos ressentimentos, dos abraços que não recebemos e não demos, daquele beijo que faltou a dar, do sorriso que escondemos dentro de um ressentimento
que as vezes nem sabemos explicar.
Do amigo que não visitamos, no coração, da família, que não curtimos
com amor. De nossa falta de humildade que não reconhecemos em nós mesmos.
É sim, um momento que cada um deveria fazer e corrigir o caminho
que cada um caminha, fazermos uma revisão geral de nós mesmos.
Nesse entardecer de um ano de 2014 quero aqui pedir desculpas, perdão
aos guris e gurias, por alguma falha, algo que falei e magoei algum coração.
Quero desejar, um ano novo com esperanças renovadas e que a felicidade
e o amor sejam sempre o balizamento de todos vocês que estiveram comigo nesse 2014.
FELIZ 2015!!!!
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
O QUE É ISSO ARY FONTOURA ?
Todo o formador de opinião tem uma responsabilidade muito importante quando coloca suas palavras, idéias ao público, pois queiramos ou não
elas serão com certezas parâmetros para muitos e passarão a ser um norte.
Mas a grande maioria desses formadores de opinião muitos
ídolos nossos em suas profissões hoje graças a democracia que vivemos colocam em bom som aquilo que querem dizer, ou aquilo que mandam eles dizer para repercutir diante de nossa
sociedade.
Nesse espaço falo, escrevo, sobre Ary Fontoura, um grande
ator brasileiro,como tantos outros falou sobre a Presidenta Dilma Rousseff e seu governo desancando
o pau (linguagem chula, desculpem) para todo mundo saber.
A pergunta que faria seria se essas considerações do famoso
ator são idéias dele mesmo, como cidadão, ou mandado dizer pelo seu patrão maior, Globo?
A seguir para seu conhecimento, eis o que foi dito:
elas serão com certezas parâmetros para muitos e passarão a ser um norte.
Mas a grande maioria desses formadores de opinião muitos
ídolos nossos em suas profissões hoje graças a democracia que vivemos colocam em bom som aquilo que querem dizer, ou aquilo que mandam eles dizer para repercutir diante de nossa
sociedade.
Nesse espaço falo, escrevo, sobre Ary Fontoura, um grande
ator brasileiro,como tantos outros falou sobre a Presidenta Dilma Rousseff e seu governo desancando
o pau (linguagem chula, desculpem) para todo mundo saber.
A pergunta que faria seria se essas considerações do famoso
ator são idéias dele mesmo, como cidadão, ou mandado dizer pelo seu patrão maior, Globo?
A seguir para seu conhecimento, eis o que foi dito:
ARY FONTOURA E A ARTE DO SENSO COMUM
"O governo do PT é o pior governo que já passou pelo Brasil. Resta saber para quem. Essa é a pergunta que deixo para Ary Fontoura que, se preferir, pode até interpretar no palco a sua resposta", diz o jornalista Marco Piva; "A liberdade de expressão está garantida na Constituição. Falta agora assegurar a pluralidade de informação. Uma carta com esse pedido especial o ator global poderia enviar para a família Marinho"
30 DE DEZEMBRO DE 2014 ÀS 07:22
Por Marco Piva, na Carta Maior
Não é de hoje que artistas mostram suas preferências políticas e, a partir de sua condição pública, dizem coisas mais sérias e ajudam, bem como podem escorregar e não passarem de ventríloquos do senso comum. Parece ser este o caso de Ary Fontoura que pediu, em postagem nas redes sociais, a renúncia de Dilma Roussef. Apesar de deixar claro a que tipo de renúncia se referia, o que faz no final do texto, o ator global desfia uma série de jargões que não fariam feio na boca do mais despolitizado dos brasileiros em conversa de botequim.
Como explicar, então, que uma pessoa com longa vida profissional e a vivência do teatro, local de excelência para o exercício da cultura, faça o papel de reprodutor inocente de frases comuns? Vejamos algumas delas.
(...) renuncie à falta de vergonha e aos salários elevados de muitos parlamentares (...) renuncie ao apadrinhamento político, aos parasitas, ao nepotismo; renuncie aos juros altos, aos impostos elevados, à volta da CPMF; renuncie à falta de planejamento, à economia estagnada; renuncie ao assistencialismo social eleitoreiro; renuncie à falta de saúde pública, de educação, de segurança (Unidade de Polícia Pacificadora não é orgulho para ninguém); renuncie ao desemprego; renuncie à miséria, à pobreza e à fome; renuncie aos companheiros políticos do passado, a velha forma de governar e, se necessário, renuncie ao PT”.
Ao juntar alhos com bugalhos, em nome de uma suposta indignação que teria atingido “200 milhões de brasileiros” pelo quais diz falar, Ary Fontoura perde a grande chance de colocar os pingos nos “is”. O pedido de “renúncia” à falta de vergonha e aos salários elevados de parlamentares, bem como aos parasitas, ao nepotismo e à velha forma de governar, caberiam bem numa ampla e profunda reforma política, expressão que não sai da boca do ator em nenhum momento. Esse tipo de reclamação óbvia continua quando pede a “renúncia” aos juros altos, aos impostos elevados, à volta da CPMF, combinando com a “renúncia” à falta de planejamento, à economia estagnada. Mais uma vez, nenhuma palavra, sequer um miado, sobre a estrutura econômica vigente no Brasil há décadas, há séculos, e que para ser enfrentada exige exatamente um tipo de governo que ele não quer, embora nos anos de chumbo tenha flertado com a rebeldia de esquerda.
Merecem destaques as “renúncias” ao assistencialismo social eleitoreiro (bolsa-família, é claro), ao desemprego (onde ele vê isso, não sei), à miséria, à pobreza e à fome. Certamente seu olhar não passa do morro do Corcovado ou da ilha da fantasia Projac, onde aluga, como qualquer trabalhador, sua mais-valia às Organizações Globo, o maior conglomerado de comunicação brasileiro e que amealhou bilhões em verbas federais de publicidade entre 2000 e 2013. Cabe aqui, literalmente, a frase que se tornou popular nos discursos do ex-presidente Lula: nunca antes na história desse país se combateu tanto a miséria, a fome, a pobreza e o desemprego. Mas, isso não consta na indignação seletiva de Fontoura.
O “grand finale” vem do seu pedido à Dilma para que renuncie “aos companheiros políticos do passado, a velha forma de governar e, se necessário, renuncie ao PT” e “se permita que a sua história futura seja coerente com o seu passado”. Muito interessante. Dê banho na criança, jogue ela fora junto com a água suja e você terá um ser limpinho e cheiroso. Ou seja, passe uma esponja em tudo o que você acreditou e acredita que esta é a melhor forma de construir o futuro. Claro que ele se refere ao futuro na narrativa da mídia conservadora, da oposição golpista e dos interesses internacionais que não suportam uma soberania brasileira ativa e altiva.
O governo do PT é o pior governo que já passou pelo Brasil. Resta saber para quem. Essa é a pergunta que deixo para Ary Fontoura que, se preferir, pode até interpretar no palco a sua resposta. A liberdade de expressão está garantida na Constituição. Falta agora assegurar a pluralidade de informação. Uma carta com esse pedido especial o ator global poderia enviar para a família Marinho.
Como explicar, então, que uma pessoa com longa vida profissional e a vivência do teatro, local de excelência para o exercício da cultura, faça o papel de reprodutor inocente de frases comuns? Vejamos algumas delas.
(...) renuncie à falta de vergonha e aos salários elevados de muitos parlamentares (...) renuncie ao apadrinhamento político, aos parasitas, ao nepotismo; renuncie aos juros altos, aos impostos elevados, à volta da CPMF; renuncie à falta de planejamento, à economia estagnada; renuncie ao assistencialismo social eleitoreiro; renuncie à falta de saúde pública, de educação, de segurança (Unidade de Polícia Pacificadora não é orgulho para ninguém); renuncie ao desemprego; renuncie à miséria, à pobreza e à fome; renuncie aos companheiros políticos do passado, a velha forma de governar e, se necessário, renuncie ao PT”.
Ao juntar alhos com bugalhos, em nome de uma suposta indignação que teria atingido “200 milhões de brasileiros” pelo quais diz falar, Ary Fontoura perde a grande chance de colocar os pingos nos “is”. O pedido de “renúncia” à falta de vergonha e aos salários elevados de parlamentares, bem como aos parasitas, ao nepotismo e à velha forma de governar, caberiam bem numa ampla e profunda reforma política, expressão que não sai da boca do ator em nenhum momento. Esse tipo de reclamação óbvia continua quando pede a “renúncia” aos juros altos, aos impostos elevados, à volta da CPMF, combinando com a “renúncia” à falta de planejamento, à economia estagnada. Mais uma vez, nenhuma palavra, sequer um miado, sobre a estrutura econômica vigente no Brasil há décadas, há séculos, e que para ser enfrentada exige exatamente um tipo de governo que ele não quer, embora nos anos de chumbo tenha flertado com a rebeldia de esquerda.
Merecem destaques as “renúncias” ao assistencialismo social eleitoreiro (bolsa-família, é claro), ao desemprego (onde ele vê isso, não sei), à miséria, à pobreza e à fome. Certamente seu olhar não passa do morro do Corcovado ou da ilha da fantasia Projac, onde aluga, como qualquer trabalhador, sua mais-valia às Organizações Globo, o maior conglomerado de comunicação brasileiro e que amealhou bilhões em verbas federais de publicidade entre 2000 e 2013. Cabe aqui, literalmente, a frase que se tornou popular nos discursos do ex-presidente Lula: nunca antes na história desse país se combateu tanto a miséria, a fome, a pobreza e o desemprego. Mas, isso não consta na indignação seletiva de Fontoura.
O “grand finale” vem do seu pedido à Dilma para que renuncie “aos companheiros políticos do passado, a velha forma de governar e, se necessário, renuncie ao PT” e “se permita que a sua história futura seja coerente com o seu passado”. Muito interessante. Dê banho na criança, jogue ela fora junto com a água suja e você terá um ser limpinho e cheiroso. Ou seja, passe uma esponja em tudo o que você acreditou e acredita que esta é a melhor forma de construir o futuro. Claro que ele se refere ao futuro na narrativa da mídia conservadora, da oposição golpista e dos interesses internacionais que não suportam uma soberania brasileira ativa e altiva.
O governo do PT é o pior governo que já passou pelo Brasil. Resta saber para quem. Essa é a pergunta que deixo para Ary Fontoura que, se preferir, pode até interpretar no palco a sua resposta. A liberdade de expressão está garantida na Constituição. Falta agora assegurar a pluralidade de informação. Uma carta com esse pedido especial o ator global poderia enviar para a família Marinho.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
QUERO ENTENDER, TEM JUSTIÇA ?
Vou repassar na íntegra para os guris e as gurias que me dão a atenção nesse blog, um pensamento que eu comungo, eu não sou entendido nessas coisas de
justiça, pois minha inteligência não alcança esse estudo, mas sou como muitos que estão na
mesma situação que eu, acredito no bom senso do comum pois quando começamos a colocar
entendimentos aqui e ali é que as coisas complicam.
Com todo respeito aos juízes de todas as esferas eu penso que
eles pensam que são Deuses e são infalíveis e que estão acima do bem e do mal e com toda
certeza não estão.
O grande jornalista , do Correio do Povo, aqui do Rio Grande do Sul, Juremir Machado, na sua coluna, de hoje, coloca com muita sabedoria, sobre o tema que
pincelei acima, eis:
justiça, pois minha inteligência não alcança esse estudo, mas sou como muitos que estão na
mesma situação que eu, acredito no bom senso do comum pois quando começamos a colocar
entendimentos aqui e ali é que as coisas complicam.
Com todo respeito aos juízes de todas as esferas eu penso que
eles pensam que são Deuses e são infalíveis e que estão acima do bem e do mal e com toda
certeza não estão.
O grande jornalista , do Correio do Povo, aqui do Rio Grande do Sul, Juremir Machado, na sua coluna, de hoje, coloca com muita sabedoria, sobre o tema que
pincelei acima, eis:
O crime de Capão da Canoa e a justiça
Postado por Juremir em 26 de dezembro de 2014 - Uncategorized
O homem comum, como eu, espera da justiça decisões com critérios. Os homens incomuns, categoria na qual se inserem os especialistas e os membros do judiciário, trabalham com uma noção mais sinuosa: a justiça é uma só, mas os juízes são muitos. Cada um pode ter um entendimento diferente. É isso. O que torna a justiça incompreensível para os leigos é o entendimento. Eu, por mim, abolia o entendimento. Seria melhor um robô julgando. Ficaríamos livres do entendimento. O judiciário gaúcho vai ao STF pedir a manutenção do imoral auxílio-moradia para a magistratura alegando que a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul não pode derrubar medida do STF.
Faz sentido. Mas continua indecente. O que deve prevalecer? A decência.
Enquanto isso, uma desembargadora anulou o aumento do salário mínimo regional. O governador deveria ter mandado o projeto de aumento no primeiro semestre de 2014 por ser ano eleitoral. Não mandou, segundo se sabe, para não parecer eleitoreiro (ou, segundo a oposição, para não fechar as portas das empresas financiadoras de campanha). Mandou depois das eleições. Eleitoreiro não ficou. Mas as empresas, que não querem pagar, arranjaram motivo para contestar. Faz sentido. Mas continua chocante. O mesmo judiciário que luta pelos seus privilégios encontra motivos para atrapalhar a vida da plebe.
Um motorista bêbado entrou na contramão e matou uma jovem em Capão da Canoa. Houve flagrante. A juíza não homologou o flagrante por faltar o atestado de óbito. Está de brincadeira. O que pensa o homem comum, o sujeito, que como eu, quer um papo reto: o motorista era branco e de classe média alta. Dirigia uma EcoSport. A moça que morreu era pobre e homossexual. Ia para o batente cedo num feriado. Um leitor me pergunta: como quem se identifica quem tem a tarefa de julgar? O criminoso vai responder em liberdade. A família está revoltada. O homem comum também. O sujeito não quis fazer o teste do bafômetro. Para o homem comum, como eu, isso tem valor de confissão. Ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Então ninguém poderia ser obrigado a passar no Raio-X de aeroporto. É diferente? Não vejo como. É a máquina que produz a prova? Fala sério, cara!
A lei precisa mudar. Envolveu-se em acidente: bafômetro. Estou cansado do entendimento. Li a minuta do projeto que altera a Lei Orgânica da Magistratura. Está no STF. Os juízes querem uma dúzia de bolsas (creche, alimentação, inclusive em férias, educação para filhos até 24 anos, formação em nível de pós-graduação, tudo). Se ganharem, virarão semideuses. Não digo deuses para evitar um processo e o pagamento de indenização. Devo ter entendido mal. O problema é sempre o entendimento. A gente não entende o judiciário com tantos juízes e tantos entendimentos. Sou positivista. Acredito que é possível ter regras claras aplicáveis objetivamente para situações equivalentes. Entendo que a razão humana permite saber quando as situações são equivalentes. É um mistério da natureza humana. Pretendo dedicar o resto da minha vida a combater o entendimento, inclusive o meu.
Quando há muito entendimento, ninguém entende mais.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
A IMPUNIDADE TUCANA
MENSALÃO TUCANO CHEGA A DEZ ANOS DE IMPUNIDADE
Quando falamos de uma sociedade mais justa, mais igualitária, justiça para todos e todas não é
uma retórica e sim a vontade e o desejo de todos nós,mas isso podemos dizer que é uma utopia
um exemplo é o campo político imaginamos nós pobre mortais.
Temos sim que avançar e esse avanço tem que ser toda a sociedade, todas as forças vivas
que compõem o tecido social.
Dez anos de impunidade Tucana dá margem para pensarmos o que quisermos, ou não?
Sim, dois pesos e duas medidas nosso poder das leis, o Judiciário, usou, nos mensalões do PT
e do PSDB.
Quando uma mídia desqualifica,tenta criminalizar apenas um determinado partido, e faz uma
cortina bem forte para proteger um determinado partido sabemos que tem algo muito errado
e que precisa ser esclarecido, mas nossa mídia não age assim, não tem a mesma vontade quase
que mortal com o partido do PT, deixando de lado, o PSDB.
Com o advento das mídias sociais na internet temos outras formas de sabermos aquilo que a
mídia que mente e esconde a verdadeira noticia de seus telespectadores.
Em 2015, o esquema de compra de apoio político do PSDB de Minas Gerais completará 10 anos sem que nenhum dos acusados tenha sido julgado; o processo contra o ex-governador Eduardo Azeredo, desaforado para a primeira instância pelo STF, sequer tem data marcada para a primeira audiência; enquanto isso, ex-dirigentes do PT, duramente sentenciados com rapidez inédita e num processo sumário e midiático, já finalizam o cumprimento de suas penas por um escândalo que ocorreu sete anos depois
26 DE DEZEMBRO DE 2014 ÀS 14:29
247 - Passada quase uma década, petistas já finalizando o cumprimento de suas penas por conta de acusações semelhantes, e os denunciados pelo chamado mensalão tucano de Minas Gerais sequer foram julgados. O escândalo de compra de apoios à reeleição do então governador Eduardo Azeredo (PSDB) aconteceu em 1998, mas foi descoberto apenas em julho de 2005. De acordo com denúncia do Ministério Público Federal, o mensalão tucano envolveu desvios de R$ 3,5 milhões de empresas públicas de Minas, usados na campanha eleitoral.
Enquanto isso, a Ação Penal 470, o mensalão do PT, foi julgado com rigor extremo pelo Supremo Tribunal Federal (STF), comandado implacavelmente pelo então ministro Joaquim Barbosa e num ambiente de espetacularização da mídia familiar.
Praticamente todos os acusados receberam penas duríssimas, sumárias e inéditas na história da Corte Suprema. Figuras importante do petismo e da República, a exemplo do ex-tesoureiro Delúbio Soares, o ex-presidente da sigla José Genoíno e do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu cumprem suas estão em pleno cumprimento de suas condenações já no regime semi aberto.
Em relação ao escândalo envolvendo o tucanato, o STF não teve o mesmo rigor. A corte que não admitiu o desmembramento do processo para envio às instâncias inferiores, teve entendimento diferente nos caso de Azeredo. O processo do então governador mineiro, que desde março de 2014 está pronto para ir a julgamento, deverá ser analisado pela primeira instância da Justiça mineira. A data sequer foi marcada ainda.
Azeredo, numa clara manobra, renunciou ao mandato de deputado federal e perdeu o foro privilegiado. Apesar de a renúncia ter ocorrido em março, somente no dia 4 de dezembro a ação penal chegou à 9ª Vara Criminal, em BH, onde já tramita outro processo, esse com oito réus.
Essa outra ação tinha dez réus, mas a morosidade da Justiça permitiu que o crime prescrevesse para dois deles, que completaram 70 anos. Os favorecidos foram o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia e o tesoureiro da campanha de Azeredo, Cláudio Mourão.
Esse processo ainda se arrasta, e nenhum réu foi nem sequer ouvido. A última audiência do ano não aconteceu porque os advogados dos réus não foram notificados do depoimento com a última testemunha de defesa, justamente do réu José Afonso Bicalho. A audiência foi remarcada para 21 de janeiro.
Há ainda um terceiro processo, que envolve o ex-senador Clésio Andrade (PMDB). Ele também renunciou ao mandato, o que levou o processo para a primeira instância.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
A HIPOCRISIA DA CORRUPÇÃO NO BRASIL
O PETROLÃO E OS OUTROS ESCÂNDALOS ABDUZIDOS PELO NOTICIÁRIO
MAURO SANTAYANNA
Sem reforma política e sem veto do dinheiro de empresas para campanhas, as prisões de envolvidos no escândalo da Petrobras não impedirão que mais escândalos ocorram já nas próximas eleições
(originalmente publicado na Rede Brasil Atual)
Nas últimas semanas, o Brasil tem vivido sob o impacto da Operação Lava Jato, que, em torna da qual o noticiário, na busca de uma associação ao chamado “mensalão”, batizou de Petrolão. Enquanto se eleva esse novo escândalo ao posto de "o maior da história", relegam outros episódios aos rodapés, os lançam um imenso Triângulo das Bermudas, o reduzem aos pedacinhos pelas lâminas de Freddy Krueger, os abduzem feito obra de alienígenas.
Esse é o caso, por exemplo, do "mensalão do PSDB", perpetrado, de forma pioneira, com a ajuda do conhecido Marcos Valério, durante o governo do senhor Eduardo Azeredo, em Minas Gerais.
Esse é o caso do escândalo do Banestado, de desvio de mais de R$ 100 bilhões para o exterior, no qual foram indiciados vários personagens ligados ao governo Fernando Henrique Cardoso, incluído o senhor Ricardo Sérgio de Oliveira, "arrecadador" de recursos de campanhas do PSDB, perpetrado, entre 1996 e 2002, também no Paraná, com a ajuda do mesmíssimo "doleiro" Alberto Youssef do atual escândalo da Petrobras.
Esse parece ser também o caso, do Trensalão do PSDB de São Paulo, que, apesar de ter tido mais de R$ 600 milhões das empresas envolvidas bloqueados pela justiça no dia 13 de dezembro, parece ter sido coberto por um Manto da Invisibilidade digno de Harry Potter, do ponto de vista de sua repercussão.
Seria ótimo se – hipocrisias à parte – o problema do Brasil se resumisse apenas a uma briga entre "bonzinhos" e "malvados".
Está claro que temos aqui, como ocorre em muitíssimos países, bandidos recebendo propinas no desvio de verbas públicas, atuando como "operadores" e facilitadores no trabalho de tráfico de influência, no superfaturamento e na lavagem de dinheiro e envio de recursos para o exterior.
E claro está também que existem empresários acostumados, com o tempo, a pagar ou a ser extorquidos, a cada obra, a cada licitação, a cada aditivo de contrato, pelos "intermediários" e oportunistas de sempre, e que já sofrem sucessivas paralisações, atrasos e adiamentos nas grandes obras que executam, que ocorrem devido a razões que muitas vezes escondem interesses políticos que nem sempre correspondem aos do próprio país e da população.
E padecemos, finalmente, ainda, da falta de coordenação e entendimento, entre os Três Poderes da República, em torno dos grandes problemas nacionais.
Leis, projetos e obras que são essenciais para o futuro do país, não são discutidas previamente entre Executivo, Legislativo e Judiciário, antes de serem encaminhadas para aprovação e execução, o que acaba levando, nos dois primeiros casos, a relações de pressão e contrapressão que acabam descambando no fisiologismo e na chantagem – e que afetam, historicamente, a própria governabilidade.
Na contramão do que imagina a maioria das pessoas, com algumas exceções, ao contrário dos corruptos e dos "atravessadores", os homens públicos – incluindo aqueles que trabalham abnegadamente pelo bem comum – estão muito mais preocupados com o poder, para executar suas teses, ideias e projetos, ou apenas exercê-lo, simplesmente , do que com o dinheiro.
No embate político, ter recursos – que às vezes chegam de origem nem sempre claramente identificada, pelas mãos de "atravessadores" que se oferecem para "ajudar" – é essencial, para conquistar o poder, na disputa eleitoral, e nele manter-se, depois, ao longo do tempo.
Esse é o elemento mais importante da equação. E ele só começará a ser resolvido se houver uma reforma política que proíba, definitivamente, a doação de dinheiro privado a agremiações políticas e candidatos a cargos eletivos, promova a cassação automática de quem usar caixa dois e aumente a fiscalização do uso dos recursos partidários ainda durante o período de campanha.
A gravidade da situação coloca em risco a imagem da empresas mais importante do país levou. A ponto de a defesa da Petrobras ocupar parte importante do discurso de diplomação da presidenta reeleita. Foi um recado importante de que não está fechando os olhos para a crise e de que tampouco permitirá que setores interessados na fragilização da companhia se dela de locupletem.
Mas por mais que sejam importantes, e impactantes, as provávei prisões dos corruptos envolvidos no escândalo da Petrobras e a recuperação dos recursos desviados, se não for feita uma reforma política, de fato, elas não impedirão que mais escândalos ocorram, no financiamento de novas campanhas, já nas próximas eleições.
Todos esses escândalos que a sociedade tomou e toma conhecimento através da imprensa parece que a mesma sociedade fica amortecida e acha
que tudo é normal.
Mas não é, não é o que queremos e desejamos principalmente a todo aquele cidadão que ama o seu País.
Mas todos sabemos que há por parte da imprensa, da mídia uma grande e
nojenta proteção a um partido político, o PSDB,que em seus governos muitos
"assaltos" a coisa pública não foram e não são noticiados como o são os
problemas com o outro partido, o PT , a imprensa, a mídia tem um lado e
o cidadão tem que saber avaliar muito bem o que se noticia de verdade ou aquilo que é uma mentira e se quer passar como verdade aos menos avisados.
Pensem nisso enquanto eu vos digo até amanhã.
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