As ações da Boeing desabam e a gigante aeroespacial pode falir. As perspectivas de resgate não conseguem acalmar os investidores, que estão cada vez mais preocupados com o aprofundamento da crise
247 - "As ações da Boeing caíram na quarta-feira (1) para o menor nível em sete anos. As perspectivas de um resgate de contribuintes da gigante aeroespacial não estão conseguindo aplacar os temores dos investidores sobre possíveis problemas de liquidez, em meio à pandemia do coronavírus, que continua prejudicando a indústria aeroespacial.
O analista Robert Stallard, da Vertical Research Partners, sugeriu que um resgate do governo estaria longe de ser uma panacéia para a Boeing, pois deixaria a empresa sobrecarregada de dívidas e sujeita a rigorosa supervisão regulatória.
As ações da Boeing BA caíram 17,9%, para US$ 101,89, o menor fechamento desde 12 de julho de 2013. O volume negociado aumentou para 61,6 milhões de ações, em comparação com o volume médio de 11,8 milhões de ações nos últimos 30 dias.
As ações da Boeing já despencaram 63,0% em março, o que a coloca no caminho para sofrer o pior desempenho mensal de todos os tempos, superando em larga margem a queda recorde anterior de 34,6% em setembro de 2001."
"Um dos principais jornais dos Estados Unidos ocupou metade da primeira página desta quarta-feira com a foto aérea de um cemitério de São Paulo, mostrando um enterro no qual funcionários públicos usavam roupas de proteção.
A manchete foi para um alerta do vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, alertando que o país estava no caminho da Itália quanto ao impacto da pandemia.
Os EUA foram o primeiro país a registrar mil mortes por dia devido ao coronavírus.
Na Itália, que tem mais de 13 mil mortes por coronavírus, pessoas morreram em casa por falta de atendimento médico e mais de 50 médicos perderam a vida contaminados pelo vírus.
“No Brasil, onde o presidente classificou o maior surto da América Latina de fantasia, os números estão subindo rapidamente”, registra o texto.
Alerta que “epidemiologistas e outros especialistas em saúde pública dizem que o coronavírus está prestes a se espalhar perigosamente para o sul, envolvendo nações em desenvolvimento já afetadas por sistemas de saúde desgastados, governos frágeis e populações pobres para as quais o distanciamento social pode ser praticamente impossível”.
Cita o diretor do Instituto Global de Saúde de Harvard, Ashish Jha, que prevê: “Daqui a três a seis semanas, a Europa e a América continuarão agonizando — mas não há dúvida de que o centro se mudará para lugares como Mumbai, Rio de Janeiro e Monróvia”.
O jornal lembra que, por enquanto, não se confirmou a expectativa de que o vírus iria se espalhar com menos rapidez em regiões tropicais.
A legenda da foto lembra que Bolsonaro falou em “fantasia”
“No Brasil, o maior país da América Latina, com mais casos notificados, a resposta do governo tem sido uma mistura de desatenção presidencial, disputas internas e sinais contraditórios que os especialistas em saúde temem que possam trazer consequências devastadoras”, registrou o Washington Post.
“Os estados mais populosos, na costa sudeste do país, fecharam efetivamente. Mas o presidente Jair Bolsonaro chamou a crise de fantasia impulsionada por um pouco de frio. Em discurso nacional na semana passada, ele pediu aos brasileiros que retornem às ruas, comércio e escolas. Então ele se gabou de que, se estivesse infectado, venceria a doença com sua força física atlética”, contou o diário de Washington a seus leitores.
O jornal também destacou a falta de uma rede de proteção pessoal:
“Paulo Roberto Nunes, 52, vende amendoim na Rocinha, a maior favela do Rio. Ele diz que não pode parar de trabalhar. Nunes tem cinco filhos, quatro dos quais moram com ele, então ele ainda está andando pelas ruas quase vazias, empurrando seu carrinho de amendoim. Gostaria de ficar em casa para tentar impedir a propagação da doença, disse ele. Mas quem colocará comida na mesa? O que uma pessoa como eu faz?“.
Bolsonaro volta a atacar Globo e "histeria" da mídia
"Não há mudança de tom quando se fala em salvar vidas após alertar sobre histeria, como sugere determinada emissora", disse ele, em seu facebook, referindo-se à empresa da família Marinho
247 – "Jair Bolsonaro voltou às redes sociais para criticar o que chamou de "histeria" da mídia, em especial da Rede Globo, em relação ao coronavírus e disse que não mudou seu tom no tratamento do tema. Confira abaixo seu post:
- Não há mudança de tom quando se fala em salvar vidas após alertar sobre histeria, como sugere determinada emissora. Ela sabe que ambos são problemas COEXISTENTES e que precisam ser combatidos pelo bem estar do Brasil, mas prefere tentar enganar a população.
- Estamos, desde o início, reforçando nosso sistema de saúde e dando TOTAL apoio aos estados e municípios do Brasil para salvar vidas e proteger empregos, ao mesmo tempo em que combatemos o pânico disseminado por todo país com grande contribuição de parte da imprensa.
- Se todos colaborarem, inclusive aqueles que trabalham mais interessados em poder do que na vida das pessoas, na manutenção de seus empregos e no bem estar do país, os problemas serão enfrentados de forma mais eficiente e o Brasil sairá ainda mais forte dessa tempestade!"
DO BLOG SOLTO DAS PAAS, OPINIÃO :
O que acontece na verdade com esses ataques a REDE GLOBO, por parte de JAIR MESSIAS BOLSONARO, é pela politica, e outros interesses, o presidente, quer estar sempre em polêmica com a emissora, para manter aos olhos de seus seguidores que está fazendo algo e a platinada emissora está fazendo uma histeria que não corresponde a realidade segundo o presidente.
Com esse comportamento ele quer capitalizar lá adiante o maior número possível de apoio aos seus interesses políticos, ele quer, é sabido, uma reeleição nas próximas para presidente.
Se não fosse isso , ele brigaria com os outros canais de TV, e também emissoras de rádio mas na real isso não acontece, porque queiramos ou não a GLOBO mantém o poderio de auiência no BRASIL .
Na real, o que todos queremos, é um PAÍS unido, em prol do combate contra a COVID-19,CORONA VÍRUS.
Buraco de grandes proporções na camada de ozônio se abre no Ártico
Segundo cientistas, a temperatura da região não é propícia para esse tipo de reação atmosférica — mas condições climáticas este ano provocaram o fenômen
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REDAÇÃO GALILEU
ATUALIZADO EM
Novo buraco na camada de ozônio (em azul) sobre o Ártico (Foto: Reprodução/Nature)
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"Um novo buraco na camada de ozônio foi detectado, desta vez no Ártico, segundo um artigo publicado no último dia 27 de março na revista Nature. O fenômeno é o maior já registrado na região, mas ao que tudo indica, está se recuperando rapidamente.
O ozônio é um gás que compõe a atmosfera e tem como função filtrar a radiação ultravioleta, nociva aos seres vivos. Todos os anos, na Antártica, o frio extremo faz com que nuvens de alta altitude se formem no Polo Sul. Componentes químicos como cloro e bromo, resíduos de atividades industriais humanas, reagem na superfície dessas nuvens e "comem" a camada de ozônio, situada entre 10 km e 50 km acima do solo.
Só que, no Ártico, essas condições atmosféricas são mais raras, porque lá as temperaturas variam mais (entre quente e frio) e essa destruição do ozônio acaba não acontecendo. Mas, de acordo com o artigo da Nature, em 2020, ventos vindos do oeste prenderam ar frio sobre o ártico em um vórtice polar (um ciclone), permitindo que nuvens se formassem e propiciassem, assim, as reações que levam à destruição da camada de ozônio.
Pesquisadores que monitoram frequentemente esse fenômeno com balões atmosféricos registraram uma queda de até 90% na quantidade de ozônio no fim de março. Geralmente, eles registram cerca de 3,5 partes por milhão (ppm) de ozônio, agora eles constataram apenas 0,3.
"O buraco no ozônio do Ártico não é uma ameaça à saúde porque está localizado sobre áreas de alta latitude que são pouco povoadas", disse Markus Rex, cientista atmosférico do Instituto Alfred Wegener, à revista Nature. Além disso, as temperaturas começam a subir com o fim do inverno, dissolvendo o vórtice polar e recuperando a camada. "
China desenvolve remédio com anticorpos “extremamente eficazes” para o combate ao covid-19
Cientistas chineses isolaram vários anticorpos que, segundo seus experimentos, impedem que o coronavírus penetre nas células humanas, o que serviria tanto para prevenção quanto para cura de pacientes
Portal Forum - "Um grupo de cientistas chineses da Universidade Tsinghua, de Pequim, anunciou nesta quarta-feira (1) que está mais próximo da descoberta de um medicamento capaz de prevenir o covid-19 e também de curar pacientes que já estão com a doença.
Segundo os cientistas, o medicamento que está sendo desenvolvido a partir de anticorpos identificados em diversos experimentos, e que foram considerados extremamente eficazes nos tratamentos a pacientes na China.
Um dos membros do grupo que desenvolve o projeto é Zhang Linqi, que em entrevista à agência chinesa Xinhua, que sua equipe isolou 206 anticorpos monoclonais, que “mostraram grande capacidade de se ligar às proteínas do coronavírus”.