segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

ARGENTINA CONTRA AS REFORMAS

RICHA E MULHER DE CABRAL, SOLTOS, É UM TAPA NA CARA DO POVO

Gilmar solta Richa e mulher de Cabral!

Dra Dodge, quando vai pedir o impeachment dele?

publicado 18/12/2017
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Do G1:
"O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar nesta segunda-feira (18) Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB).
Na mesma decisão, Gilmar Mendes substituiu a prisão preventiva por recolhimento domiciliar.
Adriana Ancelmo foi presa pela primeira vez em dezembro do ano passado, no âmbito da Operação Calicute, um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro.
Foi esta mesma operação que levou Sérgio Cabral à prisão.
(...)
E no Estadão (em estado comatoso):
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar nesta segunda, 18, suspendendo inquérito que tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB).
Na decisão, o ministro afirma: “A manutenção do trâmite de investigação sem um mínimo de justa causa contra o Governador do Estado compromete não apenas a honra do agente público, mas também coloca em risco o sistema político.”
O inquérito foi aberto para para apurar delitos de corrupção passiva (art. 317 do CP), lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98) e falsidade ideológica eleitoral (art. 350 do Código Eleitoral) tendo como base informações prestadas por Luiz Antônio de Sousa, em acordo de
colaboração premiada. A defesa alega que o acordo foi “ilegalmente celebrado com o Ministério Público do Estado do Paraná e indevidamente homologado pelo juiz da 3ª Vara Criminal de Londrina”.
(...)
Pensem   nisso   enquanto  eu  vos  digo  até  amanhã.

domingo, 17 de dezembro de 2017

UMA CLASSE QUE RECEBE ACIMA DO TETO - OS JUÍZES

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

EUA, FINANCIADOR DE GOLPES

Trump financia golpe em Honduras


 "Em meio à convulsão social provocada pelas acusações de fraude nas eleições presidenciais de 26 de novembro e em pleno estado de sitio e toque de recolher no país, Juan Orlando Hernández, presidente de Honduras e vencedor contestado do pleito por apenas 46 mil votos, ao qual nem poderia ter concorrido de acordo com a constituição deu talvez a mais desabrida e vergonhosa demonstração de submissão colonialista ao agradecer publicamente ao Secretario de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, que estava ao seu lado, “por aprovar a autorização de desembolsos de cooperação bilateral desse país para Honduras”.
   Sublinhou que “essa é uma mensagem muito importante que nós apreciamos como povo e reconhecemos esse gesto de boa vontade”.
   “Mas também reflete como estão nos vendo e nesse sentido, como hondureños, todos, absolutamente todos temos que nos sentir contentes, alegres com esse passo”.
   “Ao Secretario de Estado Tillerson, muito obrigado por essa confiança ao emitir essa autorização”.
   Depois de disputar a eleição de forma irregular, e a ganhar sob enormes suspeitas de fraude na contagem de votos, e cujo resultado está em suspenso, à espera de uma possível recontagem exigida pelo candidato perdedor, Salvador Nasralla, Hernández é acusado abertamente por seu oponente de comprar deputados para obter privilégios como esse de afrontar a constituição com aprovação do superior tribunal eleitoral.
   De acordo com Nasralla, quem manda no tribunal é Hernández. Ele também já disse em entrevista recente à emissora Russia Today, de Moscou que seu oponente deu um golpe há cinco anos quando obteve autorização dos deputados para trocar ministros da suprema corte, “tem cara de ditador” e “não pretende deixar o poder de Honduras tão cedo”.
   Nunca uma intervenção americana na América Central ficou tão explícita, Trump continua tratando o país como se fosse uma fazenda onde os americanos plantam bananas.
   Não por acaso, a expressão "Banana Republic" foi cunhada em 1904 pelo escritor O. Henry num livro sobre Honduras.
   O encontro entre o presidente corrupto e o secretario de Trump, por mais obsceno que fosse, foi transmitido pelas emissoras de TV do país, talvez para que os hondurenhos vissem para quem os americanos dão grana.
   A escolha de Trump por Hernández não significa que Nasralla seja um perigoso discípulo do bolivarianismo.
   Embora esteja aliado a Manuel Zelaya, ex-presidente vítima de golpe de estado em 2009 e, este sim, visto como homem de esquerda,  Nasralla, locutor esportivo de sucesso, já foi CEO da Pepsi, fundou o Partido Anticorrupção e já declarou que gosta de ideias de esquerda e de ideias de direita e que, se a recontagem de votos (se acontecer) levá-lo ao poder vai governar com gente de esquerda e de direita, mas de "mãos limpas" como ele.
   Talvez por esse detalhe Nasralla tenha caído em desgraça com Trump.
   Hernández não gosta de nenhuma ideia de esquerda, nem vai colocar esquerdista algum em seu governo."
Pensem  nisso   enquanto  eu  vos digo  até  amanhã.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

AS TOGAS SÃO O GOLPE

O golpe veste toga


REUTERS/Ricardo Moraes
"A elite econômica brasileira e seus braços políticos e jurídicos erraram desastrosamente no período recente e se aproximaram do abismo. Agora, caminham para dar um passo adiante. Esperam consumar o golpe parlamentar de 2016 impedindo, pelo tapete costurado com togas, a candidatura de Lula, em 2018.
Quando resolveram aplicar o impeachment na Presidenta Dilma Roussef, legitimamente eleita com mais de 54 milhões de votos, não imaginavam que aquele golpe seria uma alavanca para o PT, outros partidos de esquerda e para diversos setores e organizações da sociedade, que prezam as regras legais do país e as disputas do regime democrático. Atiçaram a maioria dos brasileiros que defendem a democracia, com uma vara curta e repleta de mentiras.
Passado mais de um ano da consumação desse nefasto processo, dois fatos saltam aos olhos: o país não consegue sair da crise econômica e política e as intenções de voto para a eleição de 2018 indicam que Lula é hoje o favorito para vencer a disputa presidencial.
A pesquisa do Datafolha publicada no último final de semana serviu para instigar dois sentimentos primitivos da Casa-grande e alertar os brasileiros democratas e civilizados para uma necessária mobilização de modo a impedir que o processo eleitoral do próximo ano seja conhecido na história como o roubo do voto popular. O primeiro sentimento é sutil e subliminarmente induz os agentes políticos da elite a se organizarem em torno de um candidato de centro, seja lá o que isso possa significar, para enfrentar a extrema direita representada por Bolsonaro e a esquerda organizada na candidatura de Lula.
Os projetos do PT e PSDB, desde 1994, polarizam a política brasileira. Ambos, de acordo com as circunstâncias, incorporaram teses que dialogaram com o tal centro. O PSDB venceu dois pleitos (1994 e 1998) e o PT quatro (2002, 2006, 2010 e 2014). A novidade é que o projeto encabeçado pelo PSDB, inconformado com a derrota na eleição presidencial de 2014, resolveu quebrar as regras do jogo democrático e levou às últimas consequências a disputa política.
Assim, ao estimular e organizar o golpe, o PSDB pariu uma direita extremada e irracional, que até então estava envergonhada e se escondia sobre o manto da social democracia brasileira. Essa direita, que agora se organiza na candidatura de Bolsonaro, resolveu brandir e ecoar todo o seu conservadorismo através de muitos preconceitos, homofobia e ódio contra todas as posições que são marcos civilizatórios, como os direitos humanos, a arte livre, a igualdade, a solidariedade, o feminismo, a organização sindical, etc....
O segundo sentimento da elite nacional expressa-se no desejo de que, diante da inexorável marcha de Lula para chegar em primeiro lugar na disputa presidencial de 2018 é preciso correr com a construção de uma barreira judicial, para impedir que ele seja candidato. E já encontraram os arquitetos desse segundo golpe na democracia brasileira: o parcial juiz Sergio Moro e os desembargadores do TRF 4.
A pesquisa Datafolha mostra o crescimento e a consolidação da candidatura Lula. Sua rejeição diminui e a imagem de seu governo bem-sucedido volta a se consolidar no imaginário popular. Contudo, o mais importante não está nessa pesquisa. Duas pesquisas apresentadas pelo jornal "O Estado De São Paulo", no mês de novembro, mostram as razões da liderança de Lula, em todas as pesquisas.
Na primeira pesquisa, o Ibope perguntou se em 2018 teremos "maior prosperidade econômica, maior dificuldade econômica ou permanecerá igual? 76% dizem que teremos maior dificuldade econômica ou permanecerá igual. E mais: 81% acham o atual governo ineficiente, 86% corrupto, 81% que não respeita a vontade das pessoas e 85% acham que o atual governo está levando o Brasil pelo caminho errado. Esses números, em relação à expectativa de desempenho da economia, são os mais baixos nos últimos 8 anos.
A segunda pesquisa tinha o objetivo de inflar a candidatura natimorta de Luciano Huck. No entanto, o que sobressaiu foi o bom desempenho de Lula. O Instituto Ipsos, em parceria com o "Estadão", perguntou: "Agora, eu vou ler o nome de alguns políticos e gostaria de saber se o Sr. (a) aprova ou desaprova a maneira como eles vêm atuando no país.". A aprovação de Lula (43%) só perde para Huck e, na margem de erro, para Sergio Moro. Mas ganha de todos os políticos apresentados. A desaprovação de Lula é menor ou igual a todos os políticos como Marina, Alckmin, Dória, Bolsonaro Ciro Gomes, Serra, Aécio e Temer. Os números de todas as pesquisas confirmam que Lula já tem um sólido patrimônio de apoio e possui condições efetivas de crescer ainda mais.
Esse mix de pesquisas publicadas no último período mostra que:
- Lula se consolida na liderança com taxas significativas nas pesquisas espontâneas (18%) e estimuladas (33% e sua capacidade de transferência é muito maior do que qualquer outra liderança brasileira);
- A rejeição a Lula vem caindo substancialmente, mesmo diante de uma campanha midiática caluniosa, difamatória e mentirosa, que persiste por anos a fio;
- O PT recuperou boa parte de terreno na simpatia do povo brasileiro e atinge aproximadamente 20%, na média nacional;
- Michel Temer é considerado o pior presidente da história, sua aprovação não alcança nem 5% e o apoio do seu governo tira voto;
- A política econômica do Governo Temer não apresenta resultados satisfatórios para o povo brasileiro e gera descrença em uma melhora para 2018;
- Forças políticas regionais, independentemente de suas direções nacionais, iniciam processo de aproximação com a candidatura de Lula;
- A perseguição implacável da grande mídia e do judiciário sulista contra Lula, tentando condená-lo sem provar que ele cometeu um crime, poderá transformá-lo numa vítima da elite que, temerosa de nova derrota nas urnas articula um novo golpe, que usa a toga de juízes e desembargadores para tirá-lo da disputa presidencial.
Nesse contexto de afronta à democracia brasileira e ao amplo direito de defesa de Lula, cabe a sociedade brasileira civilizada e defensora do Estado Democrático de Direito organizar-se para impedir que no tapetão do judiciário seja interrompida uma disputa democrática que poderia pôr fim a um processo que impede o Brasil de crescer e avançar nas melhorias de condições de vida de seu povo.
Os brasileiros que prezam as duras lutas para construir os direitos do Brasil de hoje precisam mostrar em cada canto do país e do mundo o segundo golpe que se trama, a partir da união da elite econômica com a base do governo Temer, da grande imprensa e do judiciário, contra a vontade da grande maioria dos brasileiros, impedindo a realização de uma disputa democrática sobre o futuro do Brasil.
Também cabe aos partidos democráticos e seus aliados nos movimentos sociais organizarem nas ruas a resistência a eventuais medidas que alterem a disputa eleitoral do próximo ano. Nesse momento, portanto, a grande tarefa é organizar os democratas do Brasil para mostrar que a eleição sem o nome de Lula na cédula é golpe, que aprofundará no Brasil o caos e as trevas, caracterizadas pela afronta à democracia e aos direitos sociais e políticos."

Pensem  nisso   enquanto  eu  vos  digo  até  amanhã.

NÃO TENHAMOS MEDO DE AMAR

"É preciso te falar das minhas noites De angústias e dor Só o tempo é quem vai dizer Quem vai perder no jogo do amor Eu não quero mais ...