quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O HISTERISMO DE AÉCIO NEVES -

                                                   Um  comportamento  um tanto   curioso  e  que  pode  nos levar  a
muitas conclusões, tirar  conclusões  de um  fato  ou outro  isso  é comum  entre  as pessoas  e
no  campo  político   isso  é  um  tessunami  de  possibilidades  isso  é  o  que  se passa  com  Aécio
Neves, o  político mineiro  mudou muito  e  nunca aceitou  a derrota  nas eleições.
                                                 Altamiro Borges,   no  seu  blog  retrata  e coloca uma colcha  de
conclusões  sobre a raiva  de  Aécio,  eis o  que  ele  escreve  com clareza  e  competência  no  blog:

Aécio está histérico. Qual o motivo?


Por Altamiro Borges

Aécio Neves sempre foi visto como um típico político mineiro. Conciliador e cordato, ele se jactava de seguir as lições do seu avô, Tancredo Neves. A partir da campanha eleitoral do ano passado, ele mudou radicalmente de postura. Passou a babar ódio! Imaginava-se que era pura jogada de marketing. Após o pleito, porém, o derrotado nas urnas radicalizou ainda mais sua conduta. Afirmou que Dilma fora reeleita por “uma organização criminosa”; pediu a recontagem dos votos; em vídeo, apoiou marchas golpistas; e flertou com a ideia do impeachment de Dilma. Na semana passada, o senador até bateu boca com o presidente da Casa, Renan Calheiros. Com a sua barba por fazer, ele pareceu ainda mais colérico. Até seus pares estão surpresos com o seu total descontrole. Qual seria o motivo de tamanha agressividade depois de passadas as eleições?

Algumas pistas começam a aparecer. Na semana passada, numa pequena notinha, o jornal Estadão – que apoiou o cambaleante – confirmou que o governo de Minas Gerais pretende ir ao Ministério Público Federal para denunciar Aécio Neves e sua criatura, Antônio Anastasia. Segundo o deputado Durval Ângelo, líder da bancada petista no Legislativo mineiro, há indícios de “total corrupção” nos 12 anos de governos do PSDB no Estado. Conforme já havia prometido, o governador Fernando Pimentel criou uma auditoria para analisar a herança dos tucanos e até importou o “xerife” Mario Spinelli, que desbaratou a máfia dos fiscais que atuou em São Paulo nas gestões de José Serra e Gilberto Kassab. Os resultados destas investigações, segundo Durval Ângelo, são “estarrecedores”.

Minas finalmente terá CPIs?

Entre outras irregularidades, a auditoria constatou que as empreiteiras investigadas pela midiática Operação Lava-Jato também fizeram bilionários negócios em Minas Gerais. Os deputados mineiros, que sempre foram tratados na base da mordaça ou da sedução pelos governos tucanos, agora já falam em instalar várias Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) – o que era totalmente impensável no passado. Diante desta expectativa sombria, que talvez ajude a explicar a irritação do cambaleante Aécio Neves, o sempre atento Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, ouviu o deputado Durval Ângelo para entender os possíveis desdobramentos destas investigações. Reproduzo alguns trechos da entrevista:

“Segundo o petista, os alvos da investigação conduzida pelo ‘xerife Spinelli’ são a construção do estádio do Mineirão – que será alvo de CPI que a bancada estadual do PT pretende abrir –, a construção da Cidade Administrativa pelo governo Aécio Neves, a construção de estradas dadas em concessão à iniciativa privada (empreiteiras da Lava Jato), pagamento de vantagens irregulares a servidores vinculados aos governos tucanos e irregularidades na companhia de saneamento básico de MG, a Copasa. Esses são os focos principais das auditorias dos governos Aécio Neves e Antônio Anastasia que o governo de Fernando Pimentel está levando a cabo, mas não são todos, são, apenas, os focos principais. Segundo Ângelo, há muitas outras linhas de investigação”.

As "petrofortunas" da Lava-Jato

“O deputado petista afirma que Spinelli, o controlador-geral do Estado de Minas, já dispõe de ‘elementos evidentes’ sobre corrupção nas gestões tucanas e esses elementos serão tornados públicos no fim de março ou começo de abril. Ângelo informa que os suspeitos sem foro privilegiado serão denunciados ao Ministério Público estadual, apesar de ser controlado por um procurador-geral indicado pelo ex-governador Anastasia. Com foro privilegiado só figuram nas investigações os ex-governadores tucanos, que, por conta disso, serão denunciados ao Procurador Geral da República, Rodrigo Janot. O deputado também disse que durante os governos tucanos secretários de Estado, por exemplo, eram denunciados ao MP mineiro pela oposição, mas, como tinham foro privilegiado – só podiam ser investigados pelo chefe do MP estadual –, as investigações não andavam, pois o procurador-geral “sentava em cima”. Como agora esses servidores não têm mais foro privilegiado por não fazerem mais parte do governo qualquer procurador poderá investigá-los”.

“Já Aécio e Anastasia, por serem senadores poderão ser investigados pelo MPF, apesar de que a competência para investigá-los seria do procurador-geral do Estado. Mas como algumas supostas irregularidades os vinculam a empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato, que tem escopo federal, a denúncia pode ser feita à Procuradoria Geral da República. Perguntado pelo Blog sobre a consistência das acusações, o deputado Durval Ângelo diz que seriam fortes. Porém, como se trata do PSDB ele desconfia que um elemento fundamental em investigações, a pressão da imprensa, não existirá, facilitando a vida dos acusados. Mas afirma que o que cabe ao governo Pimentel fazer, está sendo feito”.

No caso da midiática Operação Lava-Jato, até o jornalista Elio Gaspari, da Folha tucana, publicou uma notinha neste domingo (8) que deve atormentar ainda mais a vida de Aécio Neves. “O PSDB sabe que não sairá ileso da Operação Lava Jato. Suas petrofortunas recentes eram conhecidas antes mesmo do surgimento do juiz Sérgio Moro”. Juntando as duas informações, até dá para entender porque o cambaleante anda tão irritadinho!
Pensem  nisso  enquanto  eu  vos digo  até amanhã.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

O INFERNO DO PT

MIGUEL DO ROSÁRIO
Se o governo e o PT estão decididos a se autodestruírem alegremente, voluntariamente, então que sejam felizes e tenham a morte mais tranquila possível
(originalmente publicado noCafezinho)
A notícia vale como epitáfio de um dia que nasceu morto.
A notícia: o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, deu entrevista à TV Veja.
Ponto. Final. Desçam as cortinas.
Talvez a estratégia do governo seja mais genial do que a gente pensa.
Está muito além da compreensão de simples mortais.
Talvez a estratégia seja aprofundar logo a crise, acelerar de uma vez o processo de impeachment, porque se tiver de acontecer, que seja logo, para as coisas se resolverem.
Algo assim como perder a guerra antes mesmo de lutar, para a guerra terminar logo.
Entreguemos Paris antes dos nazistas declararem guerra. Menos risco.
Façamos o máximo de cagadas, no menor espaço de tempo possível.
Graça Foster divulga um balanço em que mistura projeções de queda no faturamento da Petrobrás, em virtude de preços menores do petróleo, com estimativas de corrupção baseada em fofoca de delator.
Dilma se mantém no mutismo de sempre.
Pior: desmantela o único canal de comunicação sistemática que possuía: o Café com a Presidenta, que lhe permitia ao menos falar com cidadezinhas do interior e periferias, as quais, quem sabe também por isso, foram o seu mais fiel bastião eleitoral.
O último programa foi realizado em junho do ano passado.
Como o poder não suporta o vácuo, quem está assumindo as rédeas do debate político nacional parece ser Eduardo Cunha, o novo presidente da Câmara dos Deputados.
Hoje ele já deixou claro: não haverá regulação de mídia nem debate sobre o aborto.
As obras da Petrobrás, que empregam centenas de milhares de trabalhadores, estão parando e deixando um rastro de desespero.
E a Dilma, calada.
Marcelo Freixo, deputado estadual do Rio de Janeiro, costuma usar um lema em suas campanhas que, apesar de piegas, deu bons resultados: “nada deve parecer impossível de mudar”.
O lema da estratégia política do governo federal pode ser uma paródia: “nada deve parecer impossível de piorar”.
O governo Dilma conseguiu superar Dante.
No inferno dantesco, ao menos havia um limite.
O poeta, guiado por Virgílio, chega ao nono círculo, onde se depara com o próprio Satanás, um monstro horrendo que devora vivo os traidores, mastigando-os lentamente.
Mas tudo se encerra ali, no nono círculo.
Até o inferno tem um fim. Dante e Virgílio pegam um atalho e saem da escuridão.
A obra termina com um verso de alívio: “e quindi uscimmo a riveder le stelle”.
“Então saímos para rever as estrelas”.
Já o governo Dilma, ao atingir o nono círculo, ao invés de procurar uma saída no alto, vai atrás de outro buraco, para descer mais fundo.
E chega ao décimo círculo do inferno.
Este é o significado da entrevista de Cardozo à TV Veja.
O ministro por acaso esqueceu o que a Veja fez no segundo turno da campanha eleitoral?
Por acaso esqueceu o que a Veja faz com Dilma 24 horas por dia?
Já deu uma olhada nos blogs escatológicos da revista, que xingam, literalmente, a presidenta, de tudo quanto é nome?
A Dilma não foi à TV, no último dia de campanha, protestar violentamente contra a revista, inclusive afirmando que iria processá-la?
Que raios de estratégia é essa que confunde totalmente o cidadão?
Dilma detona a Veja de dia e Cardozo vai lá dar entrevista à noite?
Parece que o ministro da Justiça prepara o terreno não apenas para o impeachment da presidenta, não apenas para dar poder à oposição.
Cardozo – e portanto também Dilma, sua chefa – não se contenta em permitir a destruição de Cartago.
Eles querem lançar sal sobre as ruínas, para que nada mais cresça na cidade devastada?
Ah, então para quem o ministro deveria dar entrevista?
Ora, sei lá. Para a BBC Brasil, Reuters, Le Monde, Brasil de Fato, Carta Capital, blog do Zé das Couves.
Qualquer lugar, menos Veja.
Um dos grandes erros de Dilma foi não ter aproveitado a passagem de governo para fazer uma verdadeira reforma ministerial.
Podia trocar a presidente da Petrobrás e o ministro da Justiça, em nome da alternância de poder.
Cardozo perdeu completamente a autoridade sobre a Polícia Federal.
Uma polícia que não responde à autoridade hierárquica é uma insanidade.
Imagine se policiais civis do Rio de Janeiro fossem flagrados xingando Pezão nas redes sociais?
Ou, se fossem paulistas, xingando Alckmin?
Seriam exonerados imediatamente! E com razão.
Um policial, militar, civil ou federal, tem de ser politicamente isento, nem petista nem tucano. E, sobretudo, tem de respeitar os superiores.
No caso do governo Dilma, agentes federais chegaram ao cúmulo de praticar tiro ao alvo usando a imagem da presidenta.
E o ministro Cardozo não fez nada.
Ontem eu encontrei um amigo na rua e fomos tomar umas cervejas na Lapa.
Ele contou que seu pai, um conhecido politólogo, está muito nervoso e decepcionado com a incompetência política do governo.
Então pensamos algumas estratégias.
Se Dilma não faz política, não podemos imitá-la e não fazer também.
Fizemos algumas especulações otimistas, pensando em levantar o astral de seu pai.
Apocalípticas e desesperadas, mas otimistas, se é que isso é possível.
Digamos que a mídia consiga realizar o seu intento e leve adiante a loucura de um impeachment.
Terá de ser uma operação imaculada.
Se passar a impressão de que manipulou a informação, a mídia estará assinando, pela segunda vez na história, o atestado de golpista.
E ela já está passando essa impressão.
Por exemplo: este email vazado de uma diretora da GLOBO, mandando todos os editores blindarem FHC, removendo qualquer associação do ex-presidente com o escândalo da Petrobrás, é uma belíssima e estonteante síntese de golpismo midiático.
Se não for uma operação imaculada, poderá haver convulsão social e, sobretudo, uma intensa e fulminante tomada de consciência por parte da população de que estão tentando lhe enganar.
A popularidade da Dilma caiu não apenas porque a mídia ampliou seus ataques contra o governo, mas porque as pessoas estão irritadas com a apatia política de Dilma.
Se a presidenta adotasse uma estratégia, qualquer estratégia, minimamente digna, resgatando a mística do coração valente, a sua popularidade dispararia no dia seguinte.
Opinião pública é um troço mais volátil que cotação de petróleo. Aliás, por isso sempre reiteramos que o governo não pode se fiar em pesquisa, nem boa nem ruim.
O que ele tem de fazer é assegurar uma base social orgânica sólida, a partir da política.
Então, querido professor, não fique tão chateado.
Se a mídia passar a impressão de manipuladora e golpista, e vai passar, aceleraremos a história.
Podem até derrubar a Dilma, mas terão uma enorme dificuldade para eleger seu candidato em 2018.
Qualquer mácula no golpe, e Lula, ou outro da mesma estirpe (um Haddad, por exemplo) se elege com voto massivo.
A oposição virá com quem? Aécio? Cunha? Alckmin?
Mesmo que algum desses se eleja, quem lhe dará sustentação nas ruas, nas redes, nos sindicatos, nos movimentos sociais?
Ele vai querer censurar todo mundo e o caldeirão vai explodir.
Aí mergulhamos mais fundo em nossas especulações apocalípticas.
Digamos que o PT se desmanche de vez, e que a candidatura de Lula seja inviabilizada por alguma tramoia judicial.
Digamos que os círculos do inferno se sucedam infinitamente. E não sejam apenas nove círculos, mas dezenas deles, cada vez mais sombrios e terríveis.
Surgirá um novo partido? Um Syriza? Um Podemos?
Pode ser.
Por que disse eu que a nossa especulação, mesmo apocalíptica, era otimista?
Porque a política se desenvolve em dois planos.
Um é a superfície do poder, onde transitam os governos, as manchetes do dia, as eleições.
Outro são as profundezas da consciência popular, onde se faz a história.
O nosso campo político está formado. A sua solidez é infinitamente superior às contingências e defeitos de um governo apático.
A mídia brasileira escolheu, há muito tempo, o seu lado.
O lado dos bancos, dos especuladores, dos latifundiários, do eduardo cunha.
O lado dos tucanos, enfim.
Os tucanos e seu incomensurável rabo de mutretas.
O delator Pedro Barusco deixou bem claro: ele recebia propina desde 1997, e naquela época, quem pagava era um cartel internacional, que articulava para que não houvesse desenvolvimento de tecnologia nacional.
Os tucanos roubavam, vendiam as nossas estatais, e ainda recebiam propina de carteis para não deixar o Brasil se desenvolver.
Nem vem que não tem!
O governo Dilma pode ser um primor de incompetência política.
Um sangrento e trágico desastre ferroviário em comunicação.
Mas qualquer coisa é melhor do que o entreguismo tucano.
A gente sabe muito bem porque a mídia quer o PSDB no poder. Por dinheiro, pura e simplesmente.
Se o PT dá dinheiro grosso à mídia, o PSDB vai dar vinte, trinta vezes mais.
Vai comprar milhões de livros didáticos, fazer milhares de assinaturas, vai terceirizar para a grande mídia toda a publicidade e comunicação estatal.
Só que isso é tudo que as ruas pedem para emergir com uma força da qual a mídia já teve um vislumbre nas “jornadas de junho”.
A imprensa comercial só podia filmar do alto dos prédios, ou em helicópteros.
Quando o PSDB GANHAR e começar a encher a mídia de grana, ela terá de usar drones de guerra.
Se o governo e o PT, portanto, estão decididos a se autodestruírem alegremente, voluntariamente, então que sejam felizes e tenham a morte mais tranquila possível.
É uma pena, tanto trabalho perdido, mas enfim a experiência valeu.
A consciência política, porém, nunca morre.
A consciência política é imortal.
É com ela que iremos reconstruir nossas cidades bombardeadas pela mentira e pela manipulação.
O golpe que a mídia organiza com tanto zelo pode ser, portanto, a grande armadilha que a história, sarcástica como sempre, esteja lhe preparando.
O    que se  deseja  é  que o  governo governe  e não  fique à mercê dos ataques  da mídia  e  responda  com sabedoria  os reclames da sociedade.
O  povo  que elegeu  Dilma  quer governo  e   o que  foi prometido  em campanha  embora  saibamos   que  um  Congresso tanto  no Senado  como na
Câmara raivoso  será  muito  dificil  esses congressistas votarem as reformas
que todos anseiam  para  que o  Brasil possa  prosseguir no  seu  caminho  de
buscar  as melhoras para  o País.
Pensem  nisso  enquanto  eu  vos digo até amanhã.

PARA SE ROUBAR UM CORAÇÃO

Para se roubar um coração, é preciso que seja com muita habilidade, tem que ser vagarosamente, disfarçadamente, não se chega com ímpeto, não se alcança o coração de alguém com pressa. 
Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado. 
Não se pode deixar que percebam que ele será roubado, na verdade, teremos que furtá-lo, docemente. 
Conquistar um coração de verdade dá trabalho, requer paciência, é como se fosse tecer uma colcha de retalhos, aplicar uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criança. 
É necessário que seja com destreza, com vontade, com encanto, carinho e sinceridade. 
Para se conquistar um coração definitivamente tem que ter garra e esperteza, mas não falo dessa esperteza que todos conhecem, falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada na alma em todos os momentos. 
Quando se deseja realmente conquistar um coração, é preciso que antes já tenhamos conseguido conquistar o nosso, é preciso que ele já tenha sido explorado nos mínimos detalhes, que já se tenha conseguido conhecer cada cantinho, entender cada espaço preenchido e aceitar cada espaço vago. 
...e então, quando finalmente esse coração for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele, vai existir uma parte de alguém que seguirá conosco. 
Uma metade de alguém que será guiada por nós e o nosso coração passará a bater por conta desse outro coração. 
Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com certeza haverá instantes, milhares de instantes de alegria. 
Baterá descompassado muitas vezes e sabe por que? 
Faltará a metade dele que ainda não está junto de nós. 
Até que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse coração chamará a sua outra parte e alguém por vontade própria, sem que precisemos roubá-la ou furtá-la nos entregará a metade que faltava. 
... e é assim que se rouba um coração, fácil não? 
Pois é, nós só precisaremos roubar uma metade, a outra virá na nossa mão e ficará detectado um roubo então! 
E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar alguém... é simples... é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração, afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse grande amor repartirá o dele com você.
Pensem  nisso  enquanto  eu  vos digo  até amanhã.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

OS ARREPIOS DA LEI DE MORO

                                                          Quando  falamos aqui  nesse  espaço  democrático  de opinião
penso  que  estamos vivendo  em  um  momento  muito  difícil  em  nossa sociedade  como um
todo. Todos  os segmentos  que  formam  uma sociedade  de uma maneira  ou  outra  encontram-se
como  se  estivessem  amarrados,  inertes  sem poder  transpor  passos.
                                                           Vivemos um  período  de  caças às bruxas  no  campo  político
isso  vem  acontecendo   desde  o   primeiro  momento  onde  figuras  ímpares  do PT   foram presas
no   julgamento  chamado  mensalão, e ao mesmo tempo  todos sabem  que foi  um  julgamento  onde
a  mídia  teve um papel  primordial  para  que  homens do PT,partido dos trabalhadores,  fosse  presos
e condenados  num  hipócrita  julgamento  político.
                                                         A  mídia jogando  ao lado  da  oposição  aos governos  do  PT não
descansou  e  ainda não  descansa  e nem  descansará  enquanto  o  governo  Federal  estiver  o  PT.
                                                         O jogo  midiático  continua,  todos os dias tem notícias ruins  que
só  envolvem o  PT  é  fazermos  uma observação  mais atenta  e  isso é  verificado.
                                                        Quando uma mídia busca de qualquer maneria  tentar  enfraquecer
um  governo, seja ele  de que lado  for, essa  mídia  tem  que ter a  responsabilidade de  dizer a  verdade  e  não  passar  a sociedade   mentiras  ditas  diariamente  que   com o  tempo  passam  a ser
verdades.
                                                        Que  triste  mídia  vil  e servil  aos interesses  que não são  do  Brasil.
                                                        O  blog do  Conversa  Afiada  transcrito  do  blog da Tereza Cruvinel  coloca  a  parte  política  junto  a jurídica  para nos fazer  refletir do  que está  ocorrendo  e
você  guria e  guri  que  me  presta sua atenção  na leitura  desse  blog, tire por si só  sua  convicção.
                                                        Eis,  o  conteúdo:
No blog de Tereza Cruvinel:


A REPÚBLICA DE CURITIBA E O ESPANTO DE MARCO AURÉLIO MELLO



Entre violações jurídicas e humilhações aos presos, o juiz Moro dita a agenda nacional



“Com 25 anos de Supremo, eu nunca tinha visto nada parecido. E as normas continuam as mesmas”. É ninguém menos que o ministro do STF Marco Aurélio Mello que assim manifesta sua incredulidade diante das piruetas da Operação Lava Jato, em declarações ao site Consultor Jurídico (leia aqui).

Suas considerações são sobre as transgressões jurídicas mas as principais consequências têm sido calculadamente políticas. Não é o Executivo, nem o Congresso nem os partidos, instituições que teoricamente representam o povo ou segmentos dele, que está ditando a agenda nacional. Encerradas as eleições e empossados os eleitos, a agenda vem sendo imposta pela República de Curitiba, composta pelo juiz Sergio Moro, os procuradores Carlos Fernando dos Santos Lima e Deltan Dallagnol e o delegado federal Marcio Anselmo.

A presidente Dilma ajudou muito, na medida em que se fechou em copas depois da posse. O noticiário que jorrou de Curitiba sobre a corrupção na Petrobrás e o desgaste da empresa com a demora na substituição da diretoria animaram a oposição a ressuscitar a tese do impeachment. Somou-se uma enxurrada de notícias negativas imprecisas – sobre inflação, energia, economia e tudo o mais – que resultaram na vertiginosa queda em seus índices de aprovação há menos de dois meses do início do segundo mandato. O PT, encolhido, precisou ser admoestado pelo ex-presidente Lula na festa dos 35 anos, dominada pela calculada “condução coercitiva” do tesoureiro João Vaccari para um depoimento que não se recusara a prestar. O Congresso continua jogando o jogo do “não é comigo”, embora saiba que daqui a pouco a tempestade cairá sobre as duas Casas.

E a OAB, tão zelosa pelo Estado de Direito no passado, onde anda que não dá uma palavra sobre as coisas que espantam Marco Aurélio Mello e os que ainda têm consciência jurídica? “A Justiça brasileira passa por um momento crítico, em que a prisão passou a ser regra e a liberdade, exceção entre os acusados. O juiz acaba atropelando o processo, não sei se para ficar com a consciência em paz, e faz a anomalia em nome da segurança”, disse ainda o ministro do STF ao Conjur. Ele, que foi um duro algoz de petistas no julgamento da ação penal 470, do chamado mensalão, declarou-se impressionado com a condução coercitiva de um acusado que não resistir a prestar depoimento, como aconteceu com Vaccari Neto.

Mas se há abuso, por que o STF nega os habeas corpus pedidos pelos presos de Curitiba? Mello explica: eles têm sido rejeitados com base na súmula 691, de 2003, que veda a concessão de liminares pelo STF contra a decisão do relator de um caso, exceto em caso de flagrante ilegalidade. Marco Aurélio discorda da súmula e defende sua correção, pois ela acaba colocando o relator acima do colegiado. O relator do caso da Lava Jato, ministro Teori Zavascki, negou todos os pedidos de Habeas Corpus mas concedeu um, ao ex-diretor Renato Duque, o “My Way” de Pedro Barusco, dono de conta milionária no exterior.

O que ninguém quer ver

Em Curitiba, mais de uma dezena de executivos e empresários enfrentam condições de prisão medievais e são submetidos a uma brutal pressão psicológica para que façam os acordos de delação premiada e produzam as informações que estão sendo buscadas. Agora que o corrupto desde 1997 Pedro Barusco declarou que o PT embolsou de 150 a 200 milhões de dólares derivados do esquema de propinas, o que Curitiba busca são revelações que incriminem o ex-presidente Lula e envolvam a presidente Dilma, criando bases ou para seu impeachment ou para a prolongada fritura de seu governo.

Em alguns interrogatórios, segundo advogado que atua indiretamente no caso, alguém sempre bate na mesa ostensivamente usando apenas nove dedos. É a senha, que os gravadores não podem registrar, para que o depoente fale de Lula.

É impressionante que nenhum grande veículo de imprensa tenha procurado saber o que se passa nas masmorras de Curitiba. O jornalista Paulo Henrique Amorim postou vídeo em sua TV Afiada, na Internet, em que narra o relato de um advogado sobre o que se passa no que chama “Guantánamo do Dr. Moro”.  Amontoados em grupos de quatro em celas de no máximo 2,5 m², os presos da Lava Jato – executivos e controladores de empresas que, se quebrarem, afetarão o PIB e deixarão milhares de pessoas no desemprego – não podem ler jornais, revistas, ouvir rádio ou ver televisão. Dormem em camas de cimento, em colchonetes finos e usam cobertores surrados nas frias noites curitibanas. Não há banheiro nem vaso sanitário na cela, mas um buraco no chão, o “boi”, onde fazem as necessidades. A descarga é um balde de água colhido na torneira. Nos finais de semana não tomam banho. Não há funcionários para acompanhá-los ao local dos chuveiros, dizem as autoridades, como se estivessem lidando com chefões do tráfico que podem aproveitar a saída para o bando para deflagrar um motim ou para fugir. Os parentes só podem levar biscoitos. E quando a COMIDA chega, precisam se acocorar, de costas para a porta, diante do “boi”, até que o carcereiro disponha as bandejas no chão. Mas Youssef, o doleiro, consegue comprar iguarias e exercitar seus dotes de cozinheiro, compartilhando os pratos com os funcionários que lhe dão regalias. Se tudo isso é verdade, onde está a imprensa vigilante e as organizações de direitos humanos? Eles roubaram, dirão alguns, pagaram propinas para obter contratos superfaturados. São acusados de tudo isso mas não foram julgados nem condenados. Estão presos preventivamente, por um período maior que o devido, para que produzam delações premiadas.

Falar dos abusos da República de Curitiba não é compactuar com a corrupção ou pedir impunidade para os corruptos, como dirá logo um apressado da Internet. Abaixo a corrupção, mas abaixo também as violações do Estado de Direito, uma palavra de ordem das lutas democráticas no tempo da ditadura, que devia continuar tendo o mesmo valor. O que se passa sob nossos olhos abertos e cegos é outra coisa. Estes meios estão sendo usados para alcançar alguns propósitos. Um deles é desmantelar um esquema de corrupção. Outro é deslegitimar as forças políticas hoje hegemônicas. PT, PMDB e PP estão na mira, mas vai sobrar para todo mundo. Ainda que isto custe a ruína econômica e a instabilidade política do país.
Pensem  nisso  enquanto  eu  vos digo  até amanhã.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A HISTÓRIA SE REPETE

                                                                O  jornalista,  Paulo Henrique Amorin  com propriedade  e
coragem  comenta  a  República Morinha,pois um  pouco  de história  política nesses  poucos minutos
relatados  nos dão  uma  visão bem larga  do  momento  político  do  que passa  o Brasil.
                                                                Eis,  o  seu  conteúdo:
                                                       
                                                         Pensem  nisso  enquanto  eu  vos digo  até  amanhã.

MEU BICHINHO DO CORAÇÃO

                                                É   bom sabermos  que  dentro  de nós,  na maioria dos  homens  que habitam  esse mundo  chamado  terra   que temos  amor aos nossos  bichinhos,  um  gatinho,  um  cachorrinho,  uma  tartaruguinha, um  passarinho  seja lá  o  que for, muitos  de nós temos  dentro
da gente  esse  sentimento, isso  chamo  de amor, pois  os bichos  também  gostam  de  serem  amados
acarinhados,  e muitas  vezes  fazem  partem  da família, como  muitos  sentem isso.
                                              O amor seja ele qual for deve  sim ser demonstrado,  aos nossos bichinhos  que  conosco  convivem. Isso faz  bem  a  nós todos  e  a eles  com  certeza.
                                              Quando  perdemos  um  bichinho  nosso,  que  convive  diariamente com a gente, vem  o  caos,  perdemos o  chão,  perdemos  às vezes  o  sentido  das coisas,  é  um  choque  grande  que  derruba  e  o choro das lágrimas que  caem, é a prova desse  amor  que  demos ao  nosso
bichinho  de  estimação.
                                             Mas de tudo, digo que, o que fica  é que temos que pensar nos bons  e lindos momentos  que  passamos  juntos  numa convivência  que só  de olharmos  pro nosso  bichinho, o  tom  de nossa  voz  eles  nos  conhecem,  e  entendem,  essa  cumplicidade maravilhosa que chamo  de  amor  mútuo  que  sentimos a  esses  bichinhos  do  coração.
                                             O  tempo  dizemos  que é o  melhor  remédio   para  gente amenizar a dor
cicatrizar a perda, mas  digo que o  tempo  com  certeza  fará  sim  nossas lembranças  ficarem cada vez  mais  vivas  dentro  de  cada um  de nós.
                                             Termos  um  bichinho, amá-lo,  cuidá-lo  e dar  toda e qualquer  assistência  é o  mínimo  que um  coração  bondoso  pode  oferecer.
                                             Dizem  que   os bichinhos  tem alma  e paradoxal  que  seja  eu  comungo
sim  dessa  idéia  pois  eles  são  dócil,  carinhosos, amigos e leais.
                                             Pensem nisso  enquanto  eu  vos digo  até amanhã.
                                           

                                           

A FORÇA TRANSFORMADORA DO AMOR

A FORÇA TRANSFORMADORA DO AMOR

Um professor de Sociologia levou seus alunos universitários a uma favela para estudar a história de 200 crianças.
Após a visita, pediu a seus alunos que redigissem uma avaliação sobre o futuro daqueles meninos e meninas.

Diante das condições de extrema pobreza e da falta de perspectiva sobre o futuro daquelas crianças, todos os estudantes escreveram em suas avaliações: “Eles não têm chance alguma.”
Vinte e cinco anos se passaram…
Outro professor de Sociologia deparou-se com o estudo anterior e resolveu retomar o projeto.
Pediu aos seus alunos que visitassem aquela favela, para pesquisar o que havia acontecido com aquelas crianças.
Com exceção de 20 delas, que haviam se mudado ou falecido, os estudantes descobriram que 176 das 180 crianças da pesquisa anterior se tornaram adultos e alcançaram uma posição bem sucedida na sociedade.
Tornaram-se advogados, médicos, empreendedores.
O professor ficou curioso e resolveu continuar a pesquisa pessoalmente.
Felizmente, as pessoas do estudo continuavam na mesma área.
O professor foi a cada uma delas e perguntou: “A que você atribui o seu sucesso?” Em todos os casos, a resposta era unânime: “A uma professora”.
A professora ainda estava viva, portanto, ele a procurou.
Ao encontrá-la, notou que era uma senhora idosa, mas ainda bastante ativa.
Então ele perguntou que fórmula mágica ela havia usado para resgatar essas crianças da favela para um mundo de conquistas bem sucedidas.
Os olhos da professora faiscaram e seus lábios se abriram num delicado sorriso.
Pensem nisso enquanto  eu  vos digo até amanhã.

– É realmente muito simples – disse ela – eu amava aquelas crianças.
(Autor desconhecido)
e-Otimismo em Rede.

NÃO TENHAMOS MEDO DE AMAR

"É preciso te falar das minhas noites De angústias e dor Só o tempo é quem vai dizer Quem vai perder no jogo do amor Eu não quero mais ...